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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O que se diz ao ler a linha da mão da Lulu

O que diz a mão da Lulú
Mao da Lulu
A Lulú escreveu o seguinte sobre sua mão esquerda.
“…gostaria de uma interpretação da minha linha da vida da mão esquerda.
“A linha da vida no início se conecta com a linha da cabeça, mas ela termina no meio da mão, e há uma linha paralela a ela que começa no meio da mão e termina no pulso….”
…Na mão direita, a linha da vida é contínua…”
Aqui vai minha sugestão de resposta:
Querida Lulú,
As linhas da sua mão esquerda indicam que você tem tendência à bipolaridade, ou seja, momentos de ansieade e euforia alternados com momentos de estresse e depressão.
A partir da metade da sua vida, existe a indicação de uma mudança profunda da maneira de viver, seja causada por um acidente, seja causada por uma cirurgia, ou uma mudança profunda na maneira de encarar a vida.
Esta mudança pode ter como consequencia uma mudança de endereço de longa duração ou para um lugar distante, necessidade de apoio externo para o sustento da familia, e uma oportunidade de recomeço para a qual, você Lulú, será muito assistida, porém muito depende só de você.
Espero ter ajudado.
Um forte abraço,
Jorge Purgly
Estimado leitor seguem informações sobre bipolaridade que afeta milhões de brasileiros a título de ilustração.
Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.




Veja este interessante artigo de minha amiga Sally Witt, Estados Unidos sobre Bipolaridade.


http://bruceandsallywitt.wordpress.com/2011/12/21/some-thoughts-on-being-bipolar/


Algumas reflexões sobre ser Bipolar, por Sally Witt


“As férias são mais difíceis quando você tem depressão e problemas emocionais.  Isto costuma acontecer muitas vezes nas festas de final de ano.


Eu não estou dizendo que seja uma época do ano horrível, mas eu estou mais ansiosa estressada e hiper-sensível. Eu me sinto liquidada, cansada e mais deprimida ao mesmo tempo.


Na programação de TV assisti a  uma história interessante, no ano passado, sobre uma mulher com uma condição bipolar.
Se você não estiver familiarizado com a condição, leia este artigo por WebMD.


É uma condição em que você oscila seu humor entre euforia e depressão, com variações profundas no seu estado emocional e há uma série de categorias.

Antigamente este tipo de transtorno costumava ser chamado de depressão maníaca.

http://www.webmd.com/bipolar-disorder/guide/what-is-bipolar-disorder

Um grande recurso é o site

 http://www.bipolartoday.com/

Muitas outras pessoas escrevem sobre bipolaridade também. Um bom exemplo é

http://beautifulwreck1.wordpress.com/2011/11/07/bipolar-today/

Eu sempre apresento o assunto para novas pessoas que eu encontro, dizendo que as boas notícias sobre ter Transtorno Bipolar é que às vezes eu sou muito, muito feliz!

Quando estou “na pior” eu não consigo falar ou interagir com pessoas de modo algum.

Eu sou uma destas pessoas que é super competente, quando esta "para cima" e completamente uma bagunçada quando fica sobrecarregada.

Eu tive que parar de trabalhar por causa disso, bem como devido a problemas médicos físicos também.

Minha incrível amiga, Vicki M. Taylor foi a primeira que me deu a coragem para começar a aceitar esta doença que foi diagnosticada em mim  e depois  compartilhá-la com os outros.

Ela é uma escritora maravilhosa de ficção.
Ela foi generosa em aceitar meu convite para participar do meu programa de rádio quando eu ainda estava trabalhando, para falar sobre os seus livros.

Eu recomendo os livros da Vicki, e ela também como uma pessoa sensacional!

http://vickimtaylor.com/

Muitas vezes fico contente porque houve uma investigação medica detalhada no meu caso, que tem sido identificado como transtorno bipolar, porque me faz sentir melhor.

Isso me lembra de que somos inteligentes, criativos, talentosos, e todo mundo ama alguém que pode ser uma pessoa elevada e maníaca ao mesmo tempo – ela pode ser divertida e inclusiva.

Eu também gosto de pensar que estou no mesmo grupo de outras pessoas importantes que sofrem do mesmo distúrbio!

Você vai ver nessa lista algumas pessoas incríveis que tem realizado coisas fantásticas mesmo com o diagnóstico da Síndrome do Distúrbio Bipolar


Aqui estão algumas pessoas famosas que têm o mesmo diagnóstico:
Ned Beatty
Jim Carey
Catherine Zeta-Jones
Rosemary Clooney, o cantor
Robert Downey Jr.
Patty Duke
Carrie Fisher
Connie Francis, cantora e atriz
Linda Hamilton
Margot Kidder
Vivien Leigh
Kevin McDonald, o comediante
Ben Stiller, ator, roteirista e diretor,
Lili Taylor
Tracy Ullman
Jean-Claude Van Damme
Robin Williams
Jonathon Winters, comediante
Ted Turner, gigante da mídia
Buzz Aldrin, astronauta
Ludwig van Beethoven, compositor
Peter Gabriel
Jimi Hendrix
Phil Spector, músico e produtor
Sting, Gordon Sumner, músico, compositor
Tom Waits, músico, compositor
Brian Wilson, músico, compositor, arranjador
Sylvia Plath, poeta
Theodore Roosevelt, presidente dos Estados Unidos
Winston Churchill
Dick Cavett
Vincent van Gogh
Jane Pauley
Mark Twain
Edgar Allen Poe
Patricia Cornwell, escritor de mistérios
Fonte: com alguma ajuda de



http://www.mental-health-today.com/bp/famous_people.htm


Boas festas.
Sally K Witt
Social Media e Ministério

http://www.facebook.com/HowManyPlacesCanWeConnect


http://www.facebook.com/moveonbuckscounty


http://www.empireavenue.com/sallykwitt


http://xeeme.com/SallyKWitt/

Transtorno bipolar


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_bipolar



Transtorno bipolar do humor
Aviso médico

Classificação e recursos externos
CID-10
F31
CID-9
296.80
OMIM
125480 309200
DiseasesDB
7812
MedlinePlus
001528
MeSH
D001714
Como categorizado pelo DSM-IV e pelo CID-10, o distúrbio bipolar é uma forma de transtorno de humor caracterizado pela variação extrema do humor entre uma fase maníaca ou hipomaníaca[1], que são estágios diferentes pela gradação dos seus sintomas, hiperatividadefísica e mental, e uma fase de depressão, inibição, lentidão para conceber e realizar ideias, e ansiedade ou tristeza. Juntos estes sintomas são comumente conhecidos como depressão maníaca[2].

Índice

  1 Classificação

Classificação


A depressão maníaca foi inicialmente descrita em fins do
século XIX pelo psiquiatra Emil Kraepelin, que publicou seu conhecimento da doença em seu Textbook of Psychiatry. Existem várias variações do distúrbio bipolar:
  • TIPO I: Predomínio da fase maniaca com depressão mais leve (distimia).
  • TIPO II: Predomínio da fase depressiva com mania mais leve (hipomania).
  • MISTA: Quando os episódios possuem várias características tanto de mania quanto de depressão simultaneamente.[3]
  • CICLOS RÁPIDOS: Quando os episódios variações humor duram menos de uma semana.
  • CICLOTIMIA: Os sintomas são persistentes por pelo menos dois anos, períodos em que sintomas de hipomania são leves e depressão ou distimia não são tão profundos para ser qualificados como Depressão maior.

Introdução


O transtorno bipolar do humor, também conhecido como distúrbio bipolar, é uma doença caracterizada por episódios repetidos, ou alternados, de mania e
depressão. Uma pessoa com transtorno bipolar está sujeita a episódios de extrema alegria, euforia e humor excessivamente elevado (mania), e também a episódios de humor muito baixo e desespero (depressão). Entre os episódios, é comum que passe por períodos de normalidade.[4][5] Deve-se ter em conta que este distúrbio não consiste apenas de meros "altos e baixos". Altos e baixos são experimentados por praticamente qualquer pessoa, e não constituem um distúrbio. As mudanças de humor do distúrbio bipolar são mais extremas e mais duradouras que aquelas experimentadas pelas demais pessoas. Quando tanto a depressão quanto a mania são mais leves mas mais duradouras o transtorno passa a ser classificadas como ciclotimia.[6] O doente de distúrbio bipolar era também comumente chamado de "maníaco-depressivo", entretanto, este uso não é um termo usado atualmente entre os psiquiatras, que padronizaram o uso de Kraepelin do termo depressão maníaca para descrever o espectro bipolar como um todo, que inclui tanto o distúrbio bipolar como a depressão; eles agora utilizam distúrbio bipolar para descrever a forma bipolar da depressão maníaca.[7] A natureza e duração dos episódios variam grandemente de uma pessoa para outra, tanto em intensidade quanto em duração. No caso grave, pode haver risco pessoal e material.

Prevalência


Seguindo os critérios médicos, o número de diagnósticos ficou entre 0,5% a 2,2% da população, para transtorno bipolar tanto tipo I quanto tipo II. Já seguindo um conceito de espectro bipolar mais amplo, ampliando seus limiares, as estimativas sobem para 5% a 8% da população. Não foram encontradas diferenças significativas na prevalência entre homens e mulheres na maioria dos estudos nem entre classes sociais, porém foi mais comum em solteiros e divorciados, provavelmente como consequência da doença.
[8] Em um estudo porém, foi consideravelmente (1,5:1) mais comum em mulheres. [9] A doença pode se manifestar em crianças, porém talvez pela dificuldade em identificá-la, o primeiro episódio costuma ser identificado em adolescentes e jovens adultos, por volta dos 15 a 25 anos.[4][5] A prevalência em crianças e adolescentes é de cerca de 1% de diagnósticos e de cerca de 7,2% identificadas usando conceitos mais amplos.[10]

Característica


*
No transtorno bipolar as mudanças de humor duram pelo menos uma semana, podendo durar meses. Porém existem casos de ciclagem mais rápida. O paciente com bipolaridade pode chegar ao extremo da depressão ao tentar suicídio e, no outro extremo, a euforia de tentar escrever um livro num só dia, por exemplo. Equivocada é a ideia de que a bipolaridade seria estar hiper contente pela manhã, triste à noite e com um sentimento médio à tarde. Tal ideia não traduz a bipolaridade. Na verdade a bipolaridade pode vir a se manifestar nos dois pólos da doença: depressão e mania. Hoje há remédios de última geração que controlam com sucesso qualquer alteração de humor para esses dois pólos da doença. O transtorno bipolar é a patologia do eixo I mais associada ao uso indevido de substâncias psicoativas. Entre 60% a 85% dos portadores de TBH abusam de álcool alguma vez ao longo da vida.[11]

Critérios Diagnósticos


Mania
Em clínicas de alcoolismo 20 a 30% são identificados como bipolar, e cerca de 50% como depressivos.[12] Segundo o DSM-IV, três ou mais dos seguintes sintomas persistirem por pelo menos uma semana[13]:
  1. Auto-estima inflada ou sentimento de grandiosidade
  2. Necessidade de sono diminuída (por ex., sente-se repousado depois de apenas 3-4 horas de sono)
  3. Mais eloquente do que o habitual ou pressão por falar
  4. Fuga de ideias ou experiência subjetiva de que os pensamentos estão muito acelerados
  5. Distratibilidade (isto é, a atenção é desviada com excessiva facilidade para estímulos externos insignificantes ou irrelevantes)
  6. Aumento da atividade dirigida a objetivos (socialmente, no trabalho, na escola ou sexualmente) ou agitação psicomotora
  7. Envolvimento excessivo em atividades prazerosas com um alto potencial para consequências dolorosas (por ex., envolvimento em
surtos incontidos de compras, indiscrições sexuais ou investimentos financeiros tolos) A perturbação do humor deve ser suficientemente severa para causar prejuízo acentuado no funcionamento ocupacional, nas atividades sociais ou relacionamentos costumeiros com outros, ou para exigir a hospitalização, como um meio de evitar danos a si mesmo e a outros, ou existem aspectos psicóticos. Caso durante o período da perturbação do humor, inclua pelo menos três dos seguintes sintomas (quatro se o humor é apenas irritável) em um grau significativo, mas durar apenas alguns dias, e essas mudanças ocorrerem há pelo menos 2 anos (1 ano para crianças e adolescentes), classifica-se como hipomania.
Depressão
Antidepressivos são quase sempre ineficazes caso não incluam também psicoterapia, especialmente quando envolvem alcoolismo, tabagismo ou uso de drogas ilícitas.[14] Deve conter 5 ou mais sintomas por duas semanas ou mais, incluindo estado deprimido ou anedonia[15]:
  1. Estado deprimido: sentir-se deprimido a maior parte do tempo;
  2. Anedonia: interesse diminuído ou perda de prazer para realizar as atividades de rotina;
  3. Sensação de inutilidade ou culpa excessiva;
  4. Dificuldade de concentração: habilidade frequentemente diminuída para pensar e concentrar-se;
  5. Fadiga ou perda de energia;
  6. Distúrbios do sono: insônia ou hipersônia praticamente diárias;
  7. Problemas psicomotores: agitação ou retardo psicomotor;
  8. Perda ou ganho significativo de peso, na ausência de regime alimentar;
  9. Ideias recorrentes de morte ou suicídio.
Caso existam 3 ou 4 sintomas, incluindo estado deprimido, durante dois anos no mínimo, classifica-se como distimia.

Principais sintomas


Como identificar o humor
Um dos principais problemas da fase maniaca é o indivíduo impulsivamente se endividar, abusar de drogas e/ou fazer sexo com inúmeros parceiros diferentes por conta da libido aumentada. Sintomas da depressão[16][17] O indivíduo deprimido em geral se sente abatido, quieto e triste. Pode dormir muito, como uma fuga do convívio, reclamar de cansaço em tarefas simples como escovar os dentes, apresentar traços de baixa auto-estima e de sentimentos de inferioridade. Demonstra pouco interesse pelos acontecimentos e coisas e pode se isolar da família e amigos. O indivíduo pode se sentir, nesta fase, culpado por erros do passado, e fracassos em sua vida e de seus familiares. Pode haver irritabilidade, lamentos, e auto-recriminação. Pode haver um distúrbio do apetite, tanto para aumentá-lo, como para diminuí-lo. O deprimido pode apresentar queda na sua imunidade, o que o deixa mais predisposto a contrair doenças. Em alguns casos a depressão pode se manifestar de forma psicossomática, e o indivíduo pode apresentar algumas doenças de causa psicológica, que normalmente se caracterizam por dores pelo corpo ou cabeça. Há uma queda da libido e o indivíduo se afasta de seu companheiro, se o possuir. É comum nesta fase pensamentos suicidas, uma vez que o indivíduo se sente mal em sua vida e sem energia para mudá-la. A conseqüência mais grave de uma depressão pode ser a concretização do suicídio. Sintomas da Euforia (Mania)[16][17] Na fase eufórica o indivíduo pode apresentar sentimentos de grandiosidade, poderes além dos que possui e grande entusiasmo. O indivíduo passa a dormir pouco, tornar-se agitado. Pode falar muito, ter muitas ideias ao mesmo tempo, sentindo os pensamentos bem mais acelerados, formando linhas de raciocínio difíceis de serem compreendidas por outras pessoas. Há uma alteração na libido e o indivíduo tem um aumento do desejo sexual. É comum a bipolares terem vários de parceiros sexuais a cada episódio. O indivíduo perde a inibição social, podendo passar por situações vexatórias por falta de senso crítico. Também é comum a irritabilidade, que associada com a impulsividade, pode levar o indivíduo a se envolver em mais brigas. Nesta fase é comum os indivíduos se endividarem ou perderem muito dinheiro, comprometendo até bens de família. Durante os delírios de grandeza os gastos são muito acima do que sua realidade permitiria. Devido ao grande otimismo, é possível que o indivíduo empreste dinheiro a pessoas a quem mal conhece, e que podem estar aproveitando-se da situação. São comuns manias como perseguição, realização de sonhos (reformas, viagens, compras) que a primeira vista podem até parecer normais. No tipo de THB com surtos psicóticos, é comum nesta fase que o paciente tenha alucinações e delírios de grandeza.

Tratamento


* Advertência: A Wikipédia não é consultório médico nem farmácia. Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde. As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.
* Os estabilizantes de humor diminuem o excesso de atividade neural em episódios de euforia. As alarmantes mudanças de humor podem ser controladas por diversos medicamentosconhecidos como estabilizantes de humor. O tratamento com carbonato de lítio é o mais antigo e ainda em uso, e hoje há significativos progressos no estudo de novos tratamentos com poucas, mas significativas novas medicações introduzidas na medicina nos últimos tempos. O lítio induz a uma série de efeitos adversos e, por isso mesmo, precisa ser dosada sua concentração no sangue periodicamente. O tratamento moderno de transtorno bipolar não usa tanto sais de lítio, dando preferência a estabilizantes de humor como olanzapina, valproato, divalproato de sódio ouquetiapina. Quando existe abuso de álcool, cigarro e drogas ilícitas, os estabilizantes de humor também ajudam a controlar a dependência química e psicológica. [18] Com o uso de medicamentos adequados e de apoio psicológico, é perfeitamente possível atravessar períodos indefinidamente longos de saúde e ter vida plena.[19][20]
Terapia ocupacional
No caso de Psicose Maníaco-Depressiva o tratamento dos pacientes crônicos é feito em hospitais-dia, onde se fazem terapias ocupacionais durante o dia e, à noite, os pacientes voltam ao convívio de suas famílias.
Como controlar
Para controlar as mudanças de humor é necessário regularmente[20]:
  • Acompanhamento por médico (psiquiatra) e psicólogo.
  • Uso da medicação prescrita conforme recomendação médica.
  • O uso da medicação é particularmente importante porque é muito comum o paciente de bipolaridade interromper a terapiamedicamentosa. A interrupção no uso do medicamento recomendado, via de regra, desencadeia novos episódios da conduta característica a essa condição: estados de depressão mais intensa e maior exaltação na euforia
  • Restrição ao uso de álcool, drogas e cafeína.
  • Vida saudável com horas de sono suficientes e em horário regular, alimentação equilibrada e atividade física adequada.

Referências


  1. Revista de Psiquiatria Clínica
  2. Revista de Psiquiatria Clínica
  3. Goldman, E. (1999). Severe Anxiety, Agitation are Warning Signals of Suicide in Bipolar Patients. Clin Psychiatr News . pg 25.
  4. a b ABC da Saúde - Transtorno bipolar do humor
  5. a b Veja - Um tormento que começa cedo
  6. http://www.mental-health-today.com/bp/cyclo.htm
  7. Drauzio Varella - Entrevistas
  8. LIMA, Maurício Silva de; TASSI, Juliana; NOVO, Ingrid Parra and MARI, Jair de Jesus. Epidemiologia do transtorno bipolar. Rev. psiquiatr. clín. [online]. 2005, vol.32, suppl.1 [cited 2011-05-23], pp. 15-20 . Available from: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-60832005000700003&lng=en&nrm=iso>. ISSN 0101-6083. doi: 10.1590/S0101-60832005000700003.
  9. ANGST, J. - The Emerging Epidemiology of Hypomania and Bipolar II Disorder. J Affect Disord 50(2-3): 143-51, 1998.
  10. LUIS AUGUSTO ROHDE, SILZÁ TRAMONTINA. tratamento farmacológico do transtorno bipolar na infância e adolescência. Rev. Psiq. Clín. 32, supl 1; 117-127, 2005. http://www.scielo.br/pdf/rpc/v32s1/24421.pdf
  11. VIETA, E.; COLOM, F.; CORBELLA, B. et al. - Clinical Correlates of Psychiatric Comorbidity in Bipolar I Patients. Bipolar Disord 3: 253-258, 2001.
  12. GRANT, B.F. - The Influence of Comorbid Major Depression and Substance Use Disorders on Alcohol and Drug Treatment: Results of a National Survey. In: National Institute on Drug Abuse (NIDA). Treatment of Drug-Dependent Individuals with Comorbid Mental Disorders. NIH, Rockville, 1997.
  13. http://www.scribd.com/doc/504519/Bipolar-Transtornos-do-Humor-DSM-IV-2
  14. SALLOUM, I.M.; THASE, M.E. - Impact of Substance Abuse on the Course and Treatment of Bipolar Disorder. Bipolar Disord 2: 269-280, 2000.
  15. http://www.drauziovarella.com.br/ExibirConteudo/438/depressao
  16. a b Portal de Psiquiatria - Transtorno Afetivo Bipolar
  17. a b Centro de Estudos em Psicologia - Transtorno Bipolar
  18. BROWN, E.S.; NEJTEK, V.A.; PERANTIE, D.C. et al. - Lamotrigine in Patients with Bipolar Disorder and Cocaine Dependence. J Clin Psychiatry 64: 197-201, 2003.
  19. Drauzio Varella - Entrevistas
  20. a b Tratamento da bipolaridade

Ligações externas

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