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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Porque o tamanho do penis e tao importante para o homem

Porque o tamano do pênis é tão importante para o homem?
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tamanho_do_p%C3%AAnis_humano
Wikipedia


Tamanho do pênis humano

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


O tamanho do pênis é alvo de grande interesse para muitas pessoas. Algumas consideram ter um pênis grande um sinal de masculinidade, enquanto outras consideram que seus pênis são muito pequenos para satisfazer as pessoas com quem estabelecem relações sexuais. Estas inseguranças levaram ao surgimento de muitas crenças errôneas sobre o tamanho do pênis e à criação de uma indústria completamente voltada para o aumento do pênis.
Comparado com outros primatas, até mesmo primatas maiores como o gorila, a genitália humana masculina é consideravelmente grande. O pênis humano é mais longo e grosso que qualquer outro primata tanto em termos absolutos, quanto comparado com o tamanho relativo ao resto do corpo.[1]

Índice

Medindo o pênis

Existem diferentes modos de medição. Pois cada modo é diferente. Primeiramente, o pênis deve estar ereto ao máximo antes da medição, e em uma medição clínica essa situação é difícil de se atingir. Já foram até usadas drogas injetadas no pênis, por um médico brasileiro, de modo a induzir uma ereção, proporcionando resultados muito mais consistentes.[2] Alguns médicos medem o pênis esticando o pênis flácido ao máximo possível sem que haja desconforto e tomam a medida baseados na teoria de que um pênis flácido completamente esticado é igual em comprimento a um pênis ereto. Não é muito confiável acreditar em afirmações próprias das pessoas sobre o tamanho de seu pênis, já que alguns pacientes exageram ou são incapazes ou mesmo não dispostos a medir o pênis corretamente, sem falar que os conceitos de "grande", "médio" ou "pequeno" variam de pessoa para pessoa, ou seja, o que é grande para um pode ser médio ou pequeno para outro.

Comprimento do pênis

O comprimento é geralmente medido com a pessoa de pé e com o pênis paralelo ao chão. A medida do comprimento é horizontalmente ao longo da região dorsal (de cima) do pênis desde a origem (base) do pênis até a ponta. Se o pênis é medido na parte inferior, o resultado é menos confiável. Medidas tomadas com a pessoa sentada ou deitada também tendem a ser não-confiáveis.[3]

Circunferência do pênis

A circunferência do pênis é medida usando-se uma fita métrica. É considerada como uma média das medidas de 3 locais do pênis: logo abaixo da cabeça do pênis, no meio do corpo do pênis, e na base ou parte mais grossa.[3]

Aumento peniano

Aumento peniano refere-se a técnicas que têm como objectivo aumentar as dimensões do pénis humano.
O aumento do pênis é muitas vezes um dos objetivos de homens insatisfeitos com o tamanho do seu pênis. De maneira geral, quando existe uma percepção da necessidade do aumento do pênis, conselho médico deve ser obtido, em vez do auto tratamento. Julga-se que a maioria dos auto tratamentos são ineficientes e/ou perigosos. Já foram relatados diversos casos em que o aumento do pénis através de anúncios de jornal e revistas tiveram resultados desastrosos. Por isso aconselha-se uma ida ao seu médico assistente que o encaminhará para um especialista.
Entre as técnicas existentes, podem-se citar a injecção de biomateriais e também cirurgias, como a cirurgia do ligamento suspensor para aumento no comprimento do pênis.[4] apresentam uma excelente revisão e dados experimentais sobre o assunto.

Estudos sobre o tamanho do pênis

Já foram realizados muitos estudos sobre o tamanho médio do pênis humano. Estes estudos são postos em causa devido à alegada influência da seleção própria: os homens com o pênis menor do que a média seriam menos dispostos a permitir a medição de seus pênis, ao passo que homens com os pênis maiores do que a média seriam mais dispostos a permitir a medição. Esta auto-seleção não foi, no entanto, confirmada de forma científica.

Tamanho ao nascimento

A média ao nascimento do pênis esticado é cerca de 4 cm (1,6 polegadas), e 90% dos meninos possuem entre 2,4 e 5,5 cm (0,9 e 2,2 polegadas). O crescimento limitado do pênis ocorre entre o nascimento e os 5 anos de idade, mas muito pouco ocorre entre os 5 anos e o início da puberdade. O tamanho médio no início da puberdade é de 6 cm (2,4 polegadas), atingindo o tamanho adulto cerca de 5 anos depois. W.A. Schonfeld publicou uma curva do crescimento do pênis em 1943.[5]

Comprimento do pênis ereto

Em consideração ao tamanho do pênis adulto completamente ereto (medido sobre o topo, ou dorso, do pênis da base até a ponta), muitos estudos já foram realizados. Os estudos que se basearam em medições dos próprios homens estudados de seus pênis, incluindo as pesquisas de Internet, consistentemente relataram um média mais alta do que aqueles que usaram médicos ou cientistas pesquisadores para realizar as medições.
Estudos acadêmicos e científicos
  • Um estudo publicado em setembro de 1996 no Journal of Urology concluiu que a média do pênis ereto era de 12,9 cm (5,08 polegadas) (medição realizada pelos pesquisadores).[6]
  • Um estudo publicado em dezembro de 2000 no International Journal of Impotence Research demonstrou que a média do pênis ereto era de 13,6 cm (5,35 polegadas) (medição realizada pelos pesquisadores).[7]
Estudo em férias escolares
  • Um estudo realizado pela LifeStyles Condoms em 2001 nas férias escolares em Cancún, México, obteve uma média de 14,9 cm (5,9 polegadas) com um desvio padrão de 2,1 cm (0,8 polegadas) (medição realizada pelos pesquisadores).[8]
Pesquisas de medições de seu próprio pênis
  • Um pesquisa de internet realizada no site Sizesurvey.com apresentou uma média de 16 cm (6,3 polegadas).[9]
  • Uma outra pesquisa de internet realizada pelo site Jackinworld.com apresentou uma média de 15,6 cm (6,1 polegadas).[10]

Circunferência do pênis ereto

Resultados similares existem em considerando estudos da circunferência de um pênis adulto em ereção completa (com a medida tomada no eixo médio). Assim como o comprimento, os estudos que confiaram em medições próprias consistentemente relataram uma média mais alta do que aqueles que tiveram a medição realizada por pesquisadores, possivelmente indicando uma exageração quando o pênis não é medido cientificamente.
  • Um estudo conduzido pela empresa de preservativos LifeStyles durante o 2001 Spring Break em Cancún apresentou uma média de circunferência de 12,6 cm (5,0 polegadas) com um desvio-padrão de 1,3 cm (0,5 polegadas).[8]

Comprimento do pênis flácido

O comprimento de um pênis flácido não é necessariamente proporcional ao tamanho do pênis ereto. A irrigação sanguínea e a sua relação com as dimensões do pênis ereto variam de forma significativa entre os indivíduos. Há registos de pénis flácidos que têm dimensões inferiores à média que aumentam cinco vezes o seu comprimento e duas vezes o seu diâmetro, da mesma forma pénis flácidos acima da média podem crescer apenas 50% em comprimento quando erectos. Não há uma fórmula genérica que relacione as dimensões do pénis flácido com as dimensões em ereção.
  • Um estudo publicado em setembro de 1996 no Journal of Urology concluiu que o comprimento médio do pênis flácido era de 8,8 cm (3,5 polegadas) (medição realizada pelos pesquisadores).[6]
O pênis e o escroto fazem parte de um músculo retrátil, o músculo cremaster, o qual o indivíduo possui pouco ou nenhum controle sobre ele. Em algumas situações o pênis pode diminuir o seu tamanho ficando com a forma de uma noz. Clima frio, ficar nervoso e fazer esportes são as razões mais comuns para este acontecimento. Uma resposta fisiológica geral ao frio é diminuir a circulação sanguínea nas extremidades, o que inclui os genitais externos. Outra teoria é a de que a contração do músculo cremaster em esportes e em momentos de nervosismo aproxima os genitais do corpo e consequentemente reduz a possibilidade de lesões. Esta diminuição incontrolável e drástica de volume pode levantar problemas em situações de nudez entre vários indivíduos, especialmente durante a puberdade.

Percepções históricas


David, de Michelângelo. Os pênis grandes eram considerados cômicos na antiguidade.
Na arte grega antiga, é comum se ver as genitálias masculinas menores do que se esperaria para o tamanho do homem retratado na obra.[11] A arte no renascimento também seguiu esta estética; um exemplo é o David do escultor Michelangelo. Isso se devia à crença de que um pênis pequeno e não-circuncidado era mais desejado nos homens, ao passo que um pênis grande ou circuncidado era visto como cômico. Isso pode ter a ver com a adoração dos gregos a um corpo não desenvolvido ou ao tamanho dos pênis dos modelos reais, que posavam em estúdios frios. Entretanto, alguns acreditam que os artistas intencionalmente faziam os pênis de tamanho menor que o usual, para prevenir que se destacassem, afetando o conjunto da obra. Outros dizem que talvez a média do tamanho do pênis naquela época era significativamente menor, e ela se tornou maior ao longo do tempo, da mesma forma que a média da altura das pessoas aumentou. Também alguns grupos afirmam que um pênis grande era considerado como uma "bestialidade" ou "animalidade".[11]

Preferência sexual

Um fonte contínua de debates é a quantidade de mulheres que realmente tem preferência por certos tamanhos de pênis. Em um estudo realizado em 2005 nos Estados Unidos, 93% das mulheres disseram estar "muito satisfeitas" com o tamanho do pênis de seus parceiros.[12]
Um estudo publicado em 2001, pesquisou as preferências femininas sobre o tamanho do pênis e concluiu que a circunferência, mais do que o comprimento, é um fator importante de estimulação sexual.[13]
Outro estudo, conduzido em um hospital norte-americano, questionou a 375 mulheres sexualmente ativas (que recentemente tinham dado à luz) a importância do tamanho do pênis. Do total de 170 mulheres que responderam (25%); 12% das mulheres acharam o tamanho do pênis importante e 1% muito importante; 65% e 32% das mulheres não acham o tamanho do pênis importante ou acham que não importa totalmente, respectivamente.[14]

Tamanho do pênis e a resposta vaginal

De acordo com o terapeuta sexual Louanne Cole Weston, PhD, em um artigo escrito em Maio de 2002,[15] muitas ideias erradas se desenvolveram sobre a relação peniana-vaginal. Muitos homens consideram extremamente importante uma penetração vaginal profunda para estimular uma mulher ao orgasmo.
A área mais sensível da vagina é a porção mais perto do lado externo do corpo feminino, que possui aproximadamente 10 centímetros de comprimento. Levando-se em consideração que o tamanho médio do pênis está acima deste comprimento, a maioria dos pênis são longos o suficiente para o estímulo sexual. Alguns autores afirmaram que um pênis menor que a média pode estimular melhor o ponto G, embora a existência real do ponto G seja contestada por muitos pesquisadores.[16][17]
Pênis longos (acima de ~20 centímetros) podem se esfregar ou acertar o cérvice. A maioria ~95% das mulheres acha isso muito desconfortável e doloroso. E todos os estudos comprovaram que o diâmetro mais grosso do pênis tem dado muito mais prazeres as mulheres do que o comprimento.
Durante a relação vaginal, a vagina aumenta seu comprimento rapidamente após a inserção inicial de cerca de 10 para 14 cm,[18] mas as profundidades iniciais e finais variam de mulher para mulher ±2,5 cm. Quando a mulher fica completamente excitada, a vagina se expande (seus ²⁄₃ finais expandem em comprimento e largura) ao passo que o cérvice se retrai,[19] significando que em certos ângulos de penetração, os pênis mais longos vão deslizar sobre ou sob o cérvice.
Um pênis mais grosso pode proporcionar maior fricção contra os bulbos vestibulares, que estão localizados próximos e anteriormente dos dois lados da uretra.

Micropênis

Aproximadamente um em cada 200 homens possui um micropênis, que é normalmente referido no contexto médico como uma condição de um pênis cujo comprimento quando esticado flácido �� mais do que 2,5 desvios padrão abaixo do tamanho médio para a faixa etária, porém funcionante. Algumas causas identificáveis são a deficiência do hormônio do crescimento e/ou gonadotrofinas, pequenos graus de insensibilidade a andrógeno, diversas síndromes genéticas e diversas variações em genes homeobox. Alguns tipos de micropênis podem ser tratados com hormônio do crescimento ou testosterona no início da infância.
O menor pênis humano já descrito foi reportado em um jornal médico por pesquisadores do departamento de anatomia, fisiologia e genética da Universidade de Oxford. Os pesquisadores citaram que um paciente chamado "Alfred", um músico de 30 anos, "possuía um pênis quase indistinguível de um clitóris." com 2,3 cm. Atualmente há muito debate na comunidade médica sobre a possibilidade de "Alfred" ser um homem ou um interssexual.
Uma notícia publicada na revista New Scientist do dia 6 de dezembro de 2004 anunciou que "Um novo procedimento cirúrgico permitiu que homens com pênis anormalmente pequenos desfrutar de uma vida sexualmente completa e urinar de pé, alguns pela primeira vez. Pequenos micropênis já foram aumentados até o tamanho normal sem perder qualquer sensação erógena, dizem os médicos do Reino Unido."[20]

O tamanho do pênis e o uso de preservativos

Noventa e dois casais heterossexuais monogâmicos (com mulheres de idades entre 18 e 40 anos e homens entre 18 e 50) foram pesquisados em um estudo realizado por uma empresa fabricante de preservativos dos Estados Unidos.[21] A cada encontro sexual, as pessoas pesquisadas deviam preencher um formulário que incluía informação sobre o uso do preservativo, rompimentos e "escapadas".
Uma pesquisa realizada na França através de telefonemas aleatórios[22] com 20.000 pessoas encontrou 4.500 pessoas sexualmente ativas, das quais 731 usaram preservativo no ano anterior e 707 relataram dificuldades no uso.
Na Austrália 3658 preservativos foram usados por 184 homens em um estudo[23] que buscou encontrar relações entre o tamanho do pênis como um fator de escapadas ou rompimentos do preservativo.
A taxa de rompimentos encontrada foi de 1,34% e de escapadas foi de 2,05%, com uma taxa total de falha de 3,39%. O tamanho do pênis não estava relacionado às escapadas do preservativo, porém a circunferência do pênis mostrou-se fortemente relacionada com os rompimentos, com circunferências maiores aumentando as taxas de rompimentos.

Referências

  1. Small, Meredith F., What's Love Got to Do With It? The Evolution of Human Mating, 1995, Anchor Books
  2. Título não preenchido, favor adicionar.
  3. a b Correctly measuring your erection: Length * circumference. www.afraidtoask.com (2 de março de 2007). Página visitada em 2 de março de 2007.
  4. "Length-boosting surgery for 'micro-penises'".
  5. Schonfeld, W. A. (1943). Primary and secondary sexual characteristics: Study of their development in males from birth through maturity, with biometric study of penis and testes. American Journal of Diseases of Children, 65, 535
  6. a b Wessels, H (1 de setembro de 1996). Penile Length in the Flaccid and Erect States: Guidelines for Penile Augmentation (em inglês). Página visitada em 14 de setembro de 2006.
  7. Chen, J (1 de dezembro de 2000). Predicting penile size during erection. Página visitada em 23 de setembro de 2006.
  8. a b ANSELL RESEARCH - The Penis Size Survey (em inglês) (Março 2001). Página visitada em 13 de julho de 2006.
  9. Richard Edwards (5 de outubro de 1998). The Definitive Penis Size Survey Results - Sixth Edition (em inglês). Página visitada em 2006-07-13.
  10. JACKINWORLD 2004 SURVEY (em inglês) (2 2004). Página visitada em 13 de julho de 2006.
  11. a b Cecil, Adams (9 de dezembro de 2006). Why does só much ancient Greek art feature males with small genitalia? (em inglês). The Straight Dope. Página visitada em 5 de agosto de 2006.
  12. Mundell, E.J. "Does Size Matter? Most Romantic Partners Say 'No'," MSN Health & Fitness: Men's Sexual Health, MSN.com, 27 de maio de 2005. Acessado a 23 de setembro de 2006
  13. Eisenman, Russell. "Penis size: Survey of female perceptions of sexual satisfaction," BMC Women's Health 1: 1, 8 de junho de 2001
  14. What importance do women attribute to the size of the penis?" (em inglês).
  15. Does Penis Size Really Matter?. WebMD (27 de maio de 2002). Página visitada em 4 de agosto de 2006.
  16. Gardos, Sandor (1999). The G-Spot (em inglês). WebMD. Página visitada em 6 de agosto de 2006.
  17. Hines, T. (agosto 2001). "The G-Spot: A modern gynecologic myth". Am J Obstet Gynecol 185 (2): 359-62.
  18. Does size matter. TheSite.org. Página visitada em 2006-08-12.
  19. do big penises hurt?. AskMen.com. Página visitada em 14 de agosto de 2006.
  20. Length-boosting surgery for 'micro-penises' (em inglês). New Scientist (6 de dezembro de 2004). Página visitada em 6 de agosto de 2006.
  21. Título não preenchido, favor adicionar (em francês).
  22. Título não preenchido, favor adicionar.
  23. Título não preenchido, favor adicionar.

Ver também

Commons
O Commons possui multimídias sobre Pênis

Ligações externas


Para saber mais, clique em Mais informações abaixo (desaconselhado para menores de 18 anos)



Pênis

Fonte:

http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%AAnis

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Pênis
Numbered flaccid penis.jpg
Fuste, ② Prepúcio, ③ Glande, ④ Meato
Latim penis, pene, penī
Gray's assunto #262 1247
Vascularização Artéria dorsal do pênis, Artéria profunda do pênis, Artéria do bulbo uretral
Drenagem venosa Veias dorsais do pênis
Inervação Nervo dorsal do pênis
Drenagem linfática Linfonodos inguinais superficiais
Precursor Tubérculo genital, Dobras urogenitais
MeSH Penis
O pênis (português brasileiro) ou pénis (português europeu) (referido ainda como falo, embora o termo carregue outros sentidos)[1] é o órgão sexual dos indivíduos do sexo masculino, dentre os vertebrados ou invertebrados que possuem órgãos sexuais. No ser humano, seu formato é cilíndrico; tem dimensões que variam tipicamente entre os 10 a 18 centímetros, no seu estado ereto; é formado por dois tipos de tecidos (dois corpos cavernosos e um corpo esponjoso)[2] e, em sua extremidade, observa-se uma fenda, que é a terminação da uretra, canal este que escoa o esperma e a urina. É, portanto, um órgão que atua em duas funções: na reprodução e na excreção.[3]

Índice

Anatomia

O pênis externo está dividido em três partes: cabeça, corpo e raiz.[3] A cabeça é chamada glande e é o ponto mais sensível do pênis. Enquanto ele está flácido, a glande é envolvida por uma pele chamada prepúcio,[4] que serve para proteger a parte sensível do pênis ao ambiente externo e que é conectado no inferior do pênis numa área chamada freno. Quando o pênis fica ereto, o prepúcio desloca-se, deixando a glande exposta.[5]

Pénis circuncidado. Note que não há prepúcio recobrindo a glande.
O corpo é um prolongamento fálico, e a raiz é a parte do pênis que está inserida dentro do corpo do homem.[6]
Vale ressaltar que é comum a retirada do prepúcio através de cirurgia chamada postectomia (popularmente conhecida por circuncisão). Tal procedimento é realizado por questões culturais, religiosas, estéticas ou de higiene principalmente para evitar o acúmulo de esmegma produzido pelas glândulas prepuciais. A referida cirurgia é também um método para solucionar a condição de indivíduos, cujo prepúcio, com o pénis em ereção, não permite a exposição da glande (problema este chamado fimose), e, também, como pré-requisito para realização da cirurgia de aumento peniano.[7]
O interior do pênis é constituído pelos corpos cavernosos, corpo esponjoso[2] e pela uretra.[3] O corpo esponjoso situa-se na parte inferior do pênis: este tecido envolve e protege a uretra. Os dois corpos cavernosos situam-se um ao lado do outro na parte superior do pênis.[2]






Anatomia e estruturas do pênis.

A - Saco escrotal, B - Corpo do pênis, C - Glande, D - Prepúcio

Puberdade


Pênis ereto.
Quando os rapazes "entram" na puberdade, os testículos começam a amadurecer e o pênis aumenta. O pênis cresce, mais ou menos, até aos 18 anos, e o crescimento na largura começa, aproximadamente, aos 11.[8] Durante o processo, os pêlos púbicos crescem acima e em torno do pênis. É também no início da puberdade que se dão as primeiras ejaculações, normalmente durante o período em que o rapaz está a dormir (polução noturna).[9]

Fisiologia


Masturbação masculina.
O pênis em sua função excretora, mantém-se no estado flácido. Nota-se que o corpo humano é incapaz de liberar, ao mesmo tempo, urina e esperma, pois existem músculos situados na entrada da bexiga, que se contraem, impedindo a mistura dos dois fluidos.[10]
Na função reprodutora do pênis, quando estimulado, ocorre a ereção. Na ereção, os corpos cavernosos inundam-se de sangue, num fluxo contínuo, promovendo, então, o seu aumento. Existe uma válvula que regula esse fluxo: o pénis só aumenta de tamanho até um certo limite.[11]
Na reprodução, o pênis ereto é introduzido na vagina da mulher e, através de espasmos musculares, é introduzido o esperma, líquido que contém os espermatozóides que deverão fecundar o(s) óvulo(s) que estiver(em) maduro(s) para ser(em) fecundado(s).[11]
O ato da introdução do pênis na vagina chama-se cópula ou coito (v. relação sexual humana).[12]

Tamanho

O crescimento do pênis ocorre assim que o menino adentra a puberdade, fase em que todas as características sexuais e os órgãos reprodutores começam a se desenvolver. O crescimento do pênis se dará, normalmente, até os 18 anos de idade. Durante esse processo, ocorre também o crescimento dos pêlos púbicos.[3]
Como regra geral, o pênis de um animal é proporcional ao seu tamanho, mas tal fato varia muito entre as espécies. O gorila, por exemplo, apesar de seu tamanho grande, tem o pênis menor que o do chimpanzé. Comparativamente, o pênis humano é maior, em relação ao seu tamanho, do que qualquer outro primata[13].

Aumento peniano

As soluções para o aumento do pênis, divulgadas na mídia, passam por técnicas manuais, bombas de vácuo, esticadores e cirurgia. A maioria dessas soluções, excetuando-se a cirurgia, não é comprovada cientificamente. A cirurgia de aumento peniano também é chamada de faloplastia, e envolve, tanto a Cirurgia do Ligamento Suspensor[14] com objetivo de aumento no comprimento do pênis, quanto a Injeção de PMMA no corpo Peniano, para engrossamento do órgão. É necessária a realização de cirurgia de fimose (postectomia), antes de efetuar o procedimento.[7]

Ver também

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikcionário Definições no Wikcionário
Commons Imagens e media no Commons
Commons Categoria no Commons

Referências

  1. Instituto Camões TemaNet. pénis, falo, pila, pirilau, gaita, membro, picha, piça, piço, pau, mangalho, caralho. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  2. a b c Aula de Anatomia. Sistema Genital Masculino - Pênis. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  3. a b c d InfoEscola. Pênis - Anatomia do Sistema Reprodutor Masculino. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  4. Seu Pênis. Prepúcio. Página visitada em 14 de janeiro de 2012.
  5. Aumento Peniano Plenus. Bioplastia da Glande. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  6. ABC da Saúde. Fimose. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  7. a b Uroped. Circuncisão - Perguntas frequentes. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  8. Portal da Saúde. A saúde dos adolescentes e jovens. Página visitada em - competências e habilidades.
  9. Sua Pesquisa. Puberdade. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  10. ABC da saúde. Tamanho do Pênis. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  11. a b Cama na Rede. Orgasmo. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  12. Dicionário online. Cópula. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  13. Por que o Homem é o primata com o maior pênis?. Superinteressante (Junho de 2008). Página visitada em 06 de janeiro de 2012.
  14. Junior, Adalberto. Sociedade brasileira de urologia - Aumento peniano.

Vagina

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Vagina
Scheme female reproductive system-pt.PNG
Esquema frontal do aparelho reprodutor feminino
Latim "sheath" ou "scabbard"
Gray's assunto #269 1264
Vascularização Artéria iliolombar, Artéria vaginal e Artéria retal média
Drenagem linfática parte da frente linfonodos ilíacos internos, parte de trás linfonodos inguinais superficiais
Precursor seio urogenital e ducto paramesonéfrico
MeSH Vagina
A vagina (do latim vagĭna, lit. "bainha") é um canal do órgão sexual feminino dos mamíferos, parte do aparelho reprodutor, que se estende do colo do útero à vulva, dirigido de cima abaixo e de trás para frente. A cada lado da abertura externa da vagina humana há duas glândulas de meio milímetro, chamadas Glândulas de Bartholin, secretoras de um muco lubrificante na copulação.[1]

Índice

Características da vagina humana

A parte externa da vulva é denominada vestíbulo da vagina. Lá se encontram dois orifícios: orifício urinário (da uretra) e o orifício genital (da vagina).[2]
A parte interna da vagina estende-se até à porção inicial do útero (colo), região denominada de fórnix da vagina.[3] Todo esse conjunto é denominado canal vaginal. O canal vaginal apresenta duas partes de origens embriológicas diferentes, pois a origem do canal vaginal é promovida quando o útero se encontra próximo ao epitélio que formara o vestíbulo e começa a migrar para a sua posição final, o tecido epitelial é puxado, assim como o tecido do útero, formando assim o canal vaginal com sua porção superior formada por tecido proveniente do útero e a porção inferior do tecido epitelial; o hímen é formado com o estiramento do tecido epitelial de onde o útero estava próximo, promovendo assim um afinamento desta superfície.[4]
O limite entre a vagina e a vulva constitui uma dobra, o hímen. Este encontra-se na porção anterior do canal vaginal, em mulheres que nunca tiveram relações sexuais, ou vestígios da estrutura, em mulheres que já tiveram relações.[5][4]
Em janeiro de 2012 a britânica Hazel Jones afirmou em um programa televisivo possuir duas vaginas.[6][7][8] Esta rara condição médica foi diagnosticada quando ela possuía 18 anos.[9][10][11][12]

Histologia


Mucosa vaginal ao microscópio.
O epitélio vaginal é descamativo, epitélio pavimentoso estratificado não–queratinizado, com uma característica: é rico em glicogênio. Tem uma espessura de 150 a 200 µm.[13] O glicogênio é jogado para dentro da vagina, onde se transforma em glicose, e a glicose, por causa da flora própria vaginal, é transformado em ácido láctico, tornando o pH da vagina ácido, que é importante. Sem essa acidez vaginal, a entrada de bactérias (coccus) vindas do reto e do ânus seria facilitada, propiciando as infecções na região.[14]
O epitélio vaginal tem um vetor do conjuntivo para dentro da luz. O vírus da AIDS quando chega no epitélio vaginal encontra um ambiente desfavorável, ele não conseguiria entrar no epitélio vaginal porque o fluxo deste, é excretor; a não ser que haja lesões no epitélio, chegando ao conjuntivo. O colo uterino seria uma alternativa como porta de entrada de micro-organismos porque entre o epitélio da vagina e do útero muitas vezes a mulher tem lesões.[14]
Glândulas não existem na parede da vagina e esta é formada por três camadas: mucosa, muscular e adventícia. O muco formado no lúmen origina-se das glândulas da cérvix uterina.[13]
Mucosa
Formada por tecido conjuntivo frouxo rico em fibras elásticas.[13]É plano estratificado não queratinizado.[15] Nessa camada há grande quantidade de neutrófilos e linfócitos. Também é possível observar células de Langerhans.[15] Em alguns períodos do ciclo entram no epitélio e passam para o lúmen vaginal.[13]Poucas terminações nervosas sensoriais presentes.[13]A mucosa vaginal tem aspecto rugoso. A lâmina própria tem abundantes vasos sanguíneos.[15]
Muscular
Formada por pacotes longitudinais de fibras musculares lisas.[13] Na parte mais interna, próxima a mucosa, esses pacotes são circulares.[13]
Adventícia
Na parte de fora da camada muscular, existe uma camada de tecido adventício, composta por tecido conjuntivo denso, composto por fibras grossas e elásticas.[13] Nessa área a um grupo de células nervosas, um plexo venoso e feixes nervosos.[13]

Sexualidade


Anatomia da vulva, mostrando a entrada do canal vaginal.
1 = Corpo do clítoris
2 = Clítoris
3 = Pequenos lábios
4 = Entrada vaginal
5 = Grandes lábios.
A função da vagina é receber o pênis no coito e dar saída ao feto no momento do parto, assim como expulsar o conteúdo menstrual. A vagina possui um grande número de terminações nervosas e paredes elásticas, que no estado natural tem menos cerca de 7 a 8 cm, mas quando estimulada pode ser grandemente aumentada. Essa elasticidade é fundamental na ocasião do parto, para a saída do bebê.[16]
Nos bebês, a vagina é protegida somente pelo hímen, uma membrana fina com algumas perfurações que permitem a saída da menstruação. O hímen normalmente é rompido na primeira relação sexual, embora algumas atividades não relacionadas ao sexo possam eventualmente ocasionar esse rompimento. A perfuração do hímen causa um pequeno sangramento.[17]
Aos órgãos genitais femininos cabe a tarefa de produzir a célula reprodutora feminina, e de reter o produto da eventual fecundação, permitindo o seu desenvolvimento. São eles compostos dos ovários, onde a célula reprodutora feminina se forma, das tubas uterinas, do útero e da vagina, e ainda da vulva, ou seja, o complexo dos órgãos genitais externos.[18]

Odor

Bactérias naturalmente presentes na flora microbiana da vagina faz com que ela tenha um cheiro característico,[19] embora nem sempre um cheiro forte seja sinônimo de algum mal, muitas doenças sexualmente transmissíveis apresentam o mau cheiro como um dos sintomas. A preocupação feminina com o odor emanado por esse órgão faz com que algumas mulheres façam uso de sabões especialmente preparados para esse fim e apliquem soluções desodorantes próprias para o local.[20]

Doenças vaginais

  • Colpitis - inflamação, incluindo as devidas a infecções, DSTs, infecções por fungos (candidíase vaginal) , a falta de hormônios sexuais após a cessação da menstruação .
  • Vaginose bacteriana (Gardnerella vaginite) - disbiose da vagina
  • Prolapso das paredes vaginais e, com eles, e junto às paredes do pélvica órgãos
  • Kondilomatoz (causada pelo HPV )
  • Malformações congênitas: estreitamento da vagina, a duplicação da vagina, as opções de paredes vaginal;
  • Displasia e câncer vaginal (muito doenças raras )
  • Cistos e miomas

Mito da vagina dentata

A vagina dentata aparece nos mitos de várias culturas. Erich Neumann relata um desses mitos no qual “Um peixe habita a vagina da Mãe Terrível; o herói é o homem que vencer a Mãe Terrível, quebrar os dentes da sua vagina, e então a tornar numa mulher.”[21]
O mito expressa a ameaça que as relações sexuais com coito representam para os homens que, apesar de entrarem triunfantemente, saem sempre diminuídos.[22]

Referências

  1. Toda Biologia. Sistema Reprodutor Feminino. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  2. Portal São Francisco. Sistema Reprodutor Feminino. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  3. Med. Aparelho genital feminino. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  4. a b IUPE. Hímem: Masturbação e virgindade. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  5. Banco de Saúde. Sobre o Hímem. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  6. Mulher famosa por ter duas vaginas posa para ensaio sensual
  7. Mulher com duas vaginas garante ter perdido virgindade duas vezes
  8. Mulher com duas vaginas perde virgindade duas vezes
  9. Britânica diz em programa de TV ter duas vaginas
  10. Mulher afirma ter duas vaginas e diz ter perdido a virgindade duas vezes
  11. Britânica revela que tem duas vaginas
  12. Mulher com duas vaginas diz que perdeu a virgindade duas vezes
  13. a b c d e f g h i JUNQUEIRA, Luiz C. CARNEIRO, José. Histologia básica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004
  14. a b InfoEscola. Vagina - Anatomia do sistema reprodutor feminino. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  15. a b c HIB, José. Histologia de Di Fiori. Buenos Aires: El Ateneo, 2001
  16. WALFRIDO, Valéria, Ediouro, Toque sedutor, Rio de Janeiro: 2003. Página visitada em 01 de junho de 2009.
  17. Afh. Sistema Reprodutor. Página visitada em 10 de janeiro de 2012.
  18. Atonus. O Processo da Reprodução. Página visitada em 11 de janeiro de 2012.
  19. Odor vaginal - Nem sempre cheiro forte é sinal de problema, Dra. Denise Coimbra, iGirl, 18 de março de 2009.
  20. UOL. Sabonete íntimo ou normal?. Página visitada em 11 de janeiro de 2012.
  21. The Great Mother. [S.l.: s.n.], 1955. 168 p.
  22. The Wimp Factor. [S.l.: s.n.], 2004. 115-149 p.

Ver também







  • Flatos vaginais - gases que podem sair da vagina durante o ato sexual.
  • Orgasmo feminino - artigo sobre a fisiologia, aspectos sociais, etc, do prazer feminino.
  • Via vaginal - a vagina como local de aplicação de medicamentos.

Ânus

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ânus
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Anus 2.jpg
Ânus feminino
Latim Anus
Nos seres humanos, o ânus é o orifício no final do intestino grosso por onde são eliminadas as fezes e gases intestinais. Em zoologia, chama-se região anal (por exemplo, nos peixes, barbatana anal) a porção do corpo de um animalia onde está localizado o ânus.
No homem, trata-se de uma abertura reguladora da saída das fezes, que são constantemente empurradas pela musculatura lisa do intestino. Localiza-se entre as nádegas, sendo um orifício de pequenas dimensões.[1] Nas sociedades modernas, quando os homens defecam geralmente limpam a região com papel higiênico[2] ou o lavam no bidê ou ducha.[3] A musculatura de suporte do ânus é a do períneo, juntamente com o esfíncter interno e externo da região.[4] A inervação é dada pelo nervo pudendo.[4]

Índice

Sexualidade

Embora não seja a natureza do ânus, é costume de casais utilizarem este para fins sexuais, introduzindo o pênis, dedos, vibradores, entre outros.[5] O ânus não possui nenhum tipo de estrutura que fabrique secreções lubrificantes, o que pode tornar qualquer tipo de penetração no local bastante desconfortável. Para isso, utilizam-se lubrificantes à base de água. O uso de preservativo é outro cuidado geralmente tomado, a fim de reduzir a incidência não só de DSTs mas também de alguma infecção no pênis devido a presença de microorganismos existentes no intestino grosso e reto.
Esta é uma região altamente erógena porque é uma passagem para as paredes intestinais que, manipuladas, estimulam a próstata.[6] Na mulher, como também no homem, a região anal possui altíssima sensibilidade, o que pode ocasionar, com grande intensidade, prazer ou desconforto.[6]

Doenças que acometem a região

Ver também

Referências
  1. Dicionário Caldas Aulete. Pag.45
  2. Site Médico. Hemorróidas: sintomas, tratamento e prevenção. Página visitada em 03/04/2010.
  3. Topgyn. Sexo - higiene é fundamental. Página visitada em 03/04/2010.
  4. a b Drauzio Varella. Incontinência fecal. Página visitada em 03/04/2010.
  5. Que está acontecendo com meu corpo? Pag.89
  6. a b O Lado Obscuro E Tentador Do Sexo. Pag.36


Espanhola

Espanhola ou espanholada (também chamada relação mamária, o "mamafelação") é o nome dado a uma técnica sexual em que a relação ocorre com um parceiro sem que haja penetração







Nesse ato, o homem aloja o pênis entre os seios da mulher, onde este é, então, estimulado por meio de movimentos ascendentes e descendentes. 
Às vezes, pode ocorrer a utilização de um lubrificante íntimo.

Quando o homem ejacula, o sêmen pode cair nos seios, no rosto, no pescoço ou na boca da mulher; esta forma como o sêmen cai na caixa torácica, no pescoço ou nos ombros da mulher inspirou o outro nome dado a esse tipo de prática sexual - colar de pérolas.

Em alguns casos, este ato pode ser combinado com o sexo oral, em que a mulher inclina o rosto para frente e estimula o pênis. 
Trata-se de manobra mais facilmente executável com um pênis mais longo, seios maiores ou com uma parceira com um corpo mais flexível. 
Nesse caso, quando o sexo oral é executado, são a base do corpo do pênis e os testículos que recebem estímulos pela fricção com os seios, sendo a glande estimulada pela boca.

Essa prática é também conhecida como "espanhola" em países como a ItáliaFrançaPortugal e Brasil
Na Espanha, porém, tal prática sexual é denominada "cubana". 
No Reino Unido, é conhecida como "francesa". 
Na Holanda é conhecida por "russa". 
Por vezes, é também chamada por gravata, dado a posição do pénis no corpo da mulher.
Nos 2 links abaixo são para maiores de 18 anos. O primeiro representa uma masturbação dupla que antecede o ato sexual em si e o segundo uma penetração vaginal por trás. Links com conteúdo adulto vedado para crianças. A finalidade destes 2 links é a de completar e concluir o assunto abordado.
http://pequenosdelitos.files.wordpress.com/2010/11/escorrega.gif?w=350&h=197

Representação do ato sexual adulto para maiores de 18 anos

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