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domingo, 7 de abril de 2013

O Oraculo Secreto de Papus - parte 18 de 36 O Gozo

O Oráculo Secreto de Papus - parte 18 de 36 O Gozo


O Oráculo Secreto de Papus Parte 18 de 36 - O Gozo, representado pelo orgasmo de uma mulher.


Como fazer da Tábua Astrológica de Papus um oráculo simples, divertido e funcional, que auxilie nas respostas buscadas pelas pessoas?

Em busca de uma solução para este desafio seguem estas 36 postagens, uma por dia, correspondente a cada uma das casas da Tabua Astrológica de Papus, que esperamos sejam de grande utilidade para o estimado leitor.

É importante saber que existem casas e cartas.

As casas são fixas e nunca mudam de lugar.

As cartas são móveis de dependem de embaralhar e distribuir para caírem nas casas.

Da combinação de casas e cartas é que se faz a leitura. Assim é preciso conhecer ambas e qual o resultado da combinação.

É isto que buscamos nesta modesta compilação de informações.
Para jogar este oráculo é preciso marcar sobre uma mesa 36 lugares, uma para cada casa.
Embaralhar um baralho comum e distribui-lo sobre as 36 casas.

Aí começa a leitura.

Para simplificar, consideramos a sigla PaCOtEs - Paus, Copas, Ouros, Espadas

Paus são Bastões, abreviados pela letra B.

Copas são Taças, abreviadas pela letra T.

Ouros são Moedas, abreviadas pela letra M.

Espadas são Gládios (Gladiadores), abreviadas pelas letra G.

O símbolo de 18 - O Gozo é representado pelo orgasmo de uma mulher.

Sobre esta casa podemos ter as seguintes cartas T,B,M ou G.

Significado:

T= Foi bom - O resultado foi bom para ambos.

B= Afeição - O encontro é mais de amigos.

M= Ciúmes com final feliz - No final tudo deu certo.

G= Perda - É preciso pensar em manter a conquista ou então ela irá se transformar em uma perda.

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.


Gozo

Para os romanos. ‘gaudium, ii’ significava alegria, satisfação, regozijo. Terencio dizia ‘lacrimare gaudio’ para expressar ‘chorar de alegria’, e Cícero, ‘gaudiis exultare’, com o sentido de estar transbordante de alegria.
Nas línguas romances, o ditongo latino ‘au’ converteu-se com freqüência em ‘o’. Isto é mais evidente em francês, língua de ortografia mais tradicional, na qual se segue escrevendo ‘au’, mas se pronuncia ‘o’. Em espanhol e português, o grupo latino ‘di’ converteu-se em ‘z’.
As principais acepções de gozo em nossa língua são o sentimento de satisfação e prazer, posse ou uso de alguma coisa, como em “gozo de um direito”, “gozo de férias”. Gozar é ainda, em linguagem coloquial, brincar com alguém com provocações amistosas e também experimentar um orgasmo.
Ejaculação
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ejacula%C3%A7%C3%A3o



Este artigo é parte da série sobre
A Biologia do Sexo
Anatomia
Mulher


Aparelho Reprodutor Feminino
Seios | Lábios Vaginais
Vagina | Vulva | Ponto G
Clítoris | Hímen | Útero | Ovário
Trompas de Falópio
Homem


Aparelho Reprodutor Masculino
Pênis | Espermatozóide
Escroto | Epidídimo | Próstata
Vesícula seminal | Uretra
Testículos | Canal deferente

Outros
Boca | Zona Erógena
Nádegas | Ânus | Pêlo púbico

Fisiologia


Beijo | Abraço | Carinho | Prazer
Ereção | Orgasmo | Esperma
Ejaculação | Ejaculação Feminina
Libido | Disfunção Erétil | Frigidez
Orgasmo feminino
Ver também
Série Sexo


Ejaculação é o instante em que o macho ejeta o sémen, geralmente, através de um órgão copulador.

Podendo ocorrer durante uma estimulação sexual, como o ato sexual quando deposita seus gametas no interior da fêmea ou durante a masturbação, assim como durante uma polução noturna que ocorre durante o sono.

Reprodutivamente, este processo tem como objetivo fecundar a fêmea e assim criar uma nova vida, perpetuando a espécie, mas pode ocorrer de forma recreativa durante a masturbação, ou ainda de forma acidental como na polução noturna.

O processo de ejaculação ocorre com uma sensação muito intensa, representando assim o clímax do orgasmo masculino, sendo extremamente agradável e satisfatório.

A anejaculação é a condição de não ser capaz de ejacular.


Índice
1 Fisiologia da ejaculação
1.1 Fases
1.1.1 Saída
1.1.2 Ejaculação propriamente dita
1.1.2.1 Tempo
1.1.3 Período refratário
2 Ejaculação e orgasmo
3 A quantidade de espermatozoides
4 Desenvolvimento da ejaculação durante a puberdade
5 Controle do sistema nervoso central
6 Referências
7 Ver também

Fisiologia da ejaculação

Após o macho estar suficientemente excitado para que o ato sexual ocorra, o aparelho reprodutor masculino começa a agir. Primeiro, há liberação do fluido pré-ejaculatório que tem como função de neutralização a acidez causada pelos vestígios de urina que a uretra ainda possa ter, além de também expulsar qualquer outro corpo estranho que esteja habitando a uretra no momento. No instante em que o pênis estiver totalmente turgido de sangue e a penetração for iniciada, estímulos nervosos fazem com que os espermatozoides presentes no epidídimo viajem pelo canal deferente e entrem em contato com duas outras glândulas: as vesículas seminais, que conferem aos espermatozoides açúcares nutritivos, como a glicose e a frutose, e as glândulas bulbouretrais (ou Glândulas de Cowper), que liberam um líquido viscoso para facilitar a locomoção dos espermatozoides. Então, o produto da ejaculação é expelido com violência pela uretra. 200 a 500 milhões de espermatozoides são lançados no interior da fêmea a cada ejaculação. O motivo da força com que os espermatozoides são ejaculados é para que eles não escapem da vagina, que possui um pH ácido, e penetrem o quanto antes no colo do útero para que sigam seu caminho até as tubas uterinas.

Fases

Ejaculação tem duas fases: saída e ejaculação propriamente dita. Na fase da saída o reflexo ejaculatório está sob controle do sistema nervoso simpático, ao passo que na fase da ejaculação propriamente dita está sob o controlo do reflexo espinal, na espinal nervos ao nível da S2-4 através do nervo pudendo. Um período refratário sucede a ejaculação e é precedido pela estimulação sexual.

Saída

Durante a saída, os dois canais conhecidos como ductos deferentes são contraídos para impulsionar os espermatozoides dos

epidídimos, onde foram armazenados, até a âmbula mais acima no final ducto deferente. O início da saída é normalmente visto como um "ponto sem retorno", também conhecido como ponto de ejaculação inevitável. Os espermatozoides, em seguida, passam pelo ducto ejaculatório e são reunidos com fluidos das vesículas seminais, da próstata, e da glândula bulbouretral para formar o sémen. Durante a ejaculação propriamente dita, o sémen é impulsionado através da uretra por contrações rítmicas.[1]

Ejaculação propriamente dita

Sequências de uma ejaculação masculina. (video)


Video

A ejaculação propriamente dita é gerada pelo músculo bulbouretral, que promove contrações rítmicas. O orgasmo masculino típico dura cerca de 17 segundos, mas pode variar de alguns segundos até cerca de um minuto, consistindo de 10 a 15 contrações, que diminuem de intensidade e frequência durante o orgasmo. Após o início do orgasmo, o sémen pulsionado começa a fluir a partir da uretra até atingir um pico para liberação e, em seguida, diminuição de seu fluxo. As contrações iniciais ocorrem num intervalo médio de 0,6 segundo, podendo chegar a 0,1 segundo por contração. As contrações da maioria dos homens se dão em ritmos regulares ao longo do orgasmo.[2]

Tempo

Um pequeno estudo de sete homens demonstrou que os primeiros jorros ocorrem na primeira contração de 2 homens e na segunda contração para 5 homens. Esse mesmo estudo mostrou que entre 26 e 60% das contrações durante o orgasmo foram acompanhados por um jorros de sémen.[3]

Período refratário

A maioria dos homens passa por um tempo de espera entre os períodos propícios para ejacular. Esse período de tempo varia entre os homens, dependendo da idade — homens mais jovens geralmente recuperam a capacidade mais rapidamente do que homens velhos. Durante esse período refratário, é difícil ou impossível de se obter uma ereção, porque o sistema nervoso simpático neutraliza os efeitos do sistema nervoso parassimpático

Ejaculação e orgasmo

Devemos lembrar que a ejaculação e o orgasmo são coisas totalmente diferentes. A ejaculação é o momento em que o organismo lança os espermatozoides para fora através do pênis. Já o orgasmo é o momento de maior excitação e prazer durante a relação sexual, provocado por estímulos nervosos e físicos. Ambos acontecem quase sempre no mesmo instante, e por isso são frequentemente relacionados como um só. Neste sentido podemos falar em ejaculação de um lado e orgasmo de outro. Num caso, por exemplo, um homem pode ejacular sem ter orgasmo e, por outro, pode ter orgasmo sem ejacular (técnicas tantra e taoista). Ou, em ambos, ejacular e ter orgasmo conjunto. Muitos homens acreditam ter orgasmo quando na verdade sentem as sensações da ejaculação, o que é completamente diferente do orgasmo, que alcança os espasmos involuntários totais no corpo: verdadeira convulsão bioenergética.

A quantidade de espermatozoides

O homem lança um número elevado de espermatozoides na ejaculação. O número de gametas liberados de uma única vez é devido à quantidade de obstáculos que eles enfrentarão dentro do organismo da fêmea. Uma vez dentro do organismo feminino, vários e vários espermatozoides morrerão devido ao pH ácido da vagina, prejudicial a eles. Os que escaparem penetrarão o útero e serão barrados pelo muco cervical, fazendo com que muitos fiquem para trás novamente. Os sobreviventes enfrentarão mais um obstáculo: a mucosa franjada do útero, levando às tubas uterinas. Os que vencerem mais esta etapa irão enfrentar o movimento dos cílios presentes nas paredes das tubas, em busca do óvulo. Até aqui o número de gametas já está bastante reduzido em relação aos milhões que foram lançados para fora instantes atrás.

Desenvolvimento da ejaculação durante a puberdade

A primeira ejaculação nos machos ocorre cerca de 12 meses após o início da puberdade, sendo a primeira de pequeno volume. A ejaculação típica nos três meses seguintes produz menos de 1 mililitro (mL) de sémen e a produzida durante o início da puberdade é tipicamente clara. Após essas ejaculações iniciais, o sémen permanece gelatinoso, ao contrário do sémen de indivíduos adultos, que se liquefaz. Na maioria das ejaculações iniciais (90%) há ausência de espermatozoides. Das poucas ejaculações iniciais que contêm esperma, a maioria dos espermatozoides (97%) não apresenta movimento e o restante dos espermatozoides (3%) têm movimento anormal.[4]. Isto, porém, não torna o uso do preservativo desnecessário nas relações sexuais que o jovem venha a ter.

Com o avanço da puberdade, o sémen desenvolve características maduras como o aumento da quantidade de espermatozoides normais. O sémen produzidos 12 a 14 meses após a primeira ejaculação se liquefaz depois de um curto período de tempo. Dentro de 24 meses após a primeira ejaculação, o volume de sémen e a quantidade e características dos espermatozoides correspondem ao sémen de um adulto.[4]

Controle do sistema nervoso central

Para o mapeamento da ativação neuronal no cérebro durante a resposta ejaculatória, os investigadores estudaram a expressão de c-fos, expressão de um proto-oncogene em neurónios em resposta à estimulação por harmónios e neurotransmissores.[5] Expressão de c-fos foi observada nas seguintes áreas:[6][7]
Área preóptica medial (MPOA)
Septo lateral, bed nucleus of the stria terminalis
Núcleo paraventricular do hipotálamo
Hipotálamo ventromedial, medial da amígdala
Núcleo pré-mamilar ventral (PMV)
Tegumento ventral
Campo tegmental central
Mesencéfalo central cinzento
Núcleo peripeduncular
Núcleo subparafascicular parvocellular, dentro do tálamo póstero
Referências

Walter F. Boron, Emile L. Boulpaep,. Medical Physiology: A Cellular and Molecular Approach. Philadelphia, PA: Elsevier/Saunders, 2005. ISBN 1-4160-2328-3
Bolen, J. G., "The male orgasm: pelvic contractions measured by anal probe," Archives of Sexual Behavior, 1980 Dec;9(6):503-21.
Gerstenburg, T. C. "Erection and ejaculation in man. Assessment of the electromyographic activity of the bulbocavernosus and ischiocavernosus muscles", British Journal of Urology, 1990 Apr;65(4):395-402.
a b Janczewski, Z. and Bablok, L. (1985): Semen Characteristics in Pubertal Boys. Archives of Andrology 15: 199-205.http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&Cmd=ShowDetailView&TermToSearch=3833078&ordinalpos=2&itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum
Sagar SM, "et al.", "Expression of c-fos protein in brain: metabolic mapping at the cellular level", Science 240:1328-1332.
Pfaus JG and Heeb MM, "Implications of immediate-early gene induction in the brain following sexual stimulation of female and male rodents", Brain Res Bull, 1997 44:397-407.
Veening JG and Coolen LM, "Neural activation following sexual behavior in the male and female rat brain.", Behav Brain Res, 1998 92:181-193.
Ver também

O Commons possui uma categoria com multimídias sobre Ejaculação
Ejaculação precoce
Bukkake
Creampie
Fluido pré-ejaculatório


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