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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Dor nas costas discopatia degenerativa


O que é discopatia degenerativa?








Discopatia degenerativa é o ressecamento do disco intervetebral, provocando achatamento do mesmo; podendo comprimir o nervo e causar pinçamento das vértebras provocando fortes dores e até mesmo perda de movimentos nos casos mais avançados.

Quais são os sintomas da discopatia degenerativa?

Os sintomas da discopatia degenerativa nada mais são do que dores e dormências no local onde ocorre a discopatia degenerativa e nos membros afetados.

Quando caminhamos ou fazemos algum movimento brusco ou até  movimentos mais simples, estes podem resultar em uma pequena dor ou  até uma dor mais profunda, sendo esses os principais sintomas da discopatia degenerativa.

O que causa a discopatia degenerativa?

A causa da discopatia degenerativa acontece devido á um processo de desgaste físico, sendo este o motivo de tanta dor.

O envelhecimento contribui para que a discopatia degenerativa se torne mais frequente.

As pessoas que fumam e aquelas que durante varios anos de sua vida trabalharam em serviços mais pesados, como por exemplo carregar muito peso e até mesmo as pessoas obesas tem mais chances de terem  uma discopatia degenerativa.

Qual a forma de diagnostico da discopatia degenerativa?

O diagnostico é feito por um médico especialista, neurocirurgião ou ortopedista.

Os exames clínicos também contribuem para o médico  saber ao certo o que está ocorrendo, caso o  médico suspeite de que seja uma discopatia degenerativa, o paciente terá que fazer os seguintes exames: radiografia, tomografia, ressonância e alguns outros.

Discreto abaulamento discal
Abaulamento discal é na realidade uma forma mais amena de diagnosticar hérnia de disco em fase inicial que ainda pode ser curada com fisioterapia+RPG (Reeducação Postural Global) e mais medicamentos.

Tudo isto deve ser acompanhado por um ortopedista e um neurocirurgião.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Fibromialgia


Fibromialgia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fibromialgia

Fibromialgia
Aviso médico
Classificação e recursos externos


18 Locais sensíveis testados no diagnóstico da fibromialgia
MedlinePlus 000427
MeSH D005356


A fibromialgia é uma síndrome dolorosa não-inflamatória, caracterizada por dores musculares difusas, fadiga, distúrbios de sono, parestesias, edema subjetivo, distúrbios cognitivos e dor em pontos específicos sob pressão (pontos no corpo com sensibilidade aumentada ou tender-points).[1]

Várias pesquisas indicam que anormalidades na recepção dos neurotransmissores são frequentes, em pacientes com fibromialgia. Essas alterações podem ser o resultado de stress prolongado grave. Depressão maior e transtornos de ansiedade, especialmente transtorno de estresse pós-traumático, são comorbidades comuns.[2] Dentre os vários prováveis responsáveis pela dor constante estão problemas no sistema dopaminérgico, no sistema serotoninérgico, no hormônio de crescimento, no funcionamento das mitocôndrias e/ou no sistema endócrino.[3]


Índice
1 Sintomas
2 Diagnóstico e Características
3 Epidemiologia
4 Causas
5 Tratamento
5.1 Fisioterapia
5.2 Psicoterapia
5.3 Terapias alternativas
6 Referências
7 Ligações externas

Sintomas

Sintomas da fibromialgia (em espanhol)

A fibromialgia é um estado de saúde complexo e heterogêneo no qual há um distúrbio no processamento da dor por mais de 3 meses associado a outras características secundárias como[4]:
Fadiga
Problemas no sono (dificuldade pra dormir, agitação e acordar regularmente)
Rigidez matinal
Parestesias/Discinesia (Como formigamento ou dormência nos dedos)
Problemas de concentração e memória)
Sensação de edema
Diagnóstico e Características

A palavra Fibromialgia deriva do latim fibro (tecido fibroso: tendões, fáscias), do gregomio (tecido muscular), algos (dor - algós) e ia (condição).

É entidade nosológica reconhecida desde meados do século XIX com outras denominações - fibrosite, dor muscular crónica, reumatismo psicogénico, mialgia por tensão, ou mesmo confundida com sintomas de somatização.[1]

A síndrome de fibromialgia ou somente fibromialgia é classificada como sendo um dos tipos de Reumatismos Extra-articulares, dos quais fazem parte as tendinites (tendinoses), as mialgias (dores musculares em geral), Síndrome do túnel do carpo etarso, bursites não infecciosas, entre outras. Pela denominação da sua classificação, a fibromialgia não acomete as articulações, como ocorre com os outros tipos de reumatismos. Afecta apenas as chamadas "partes moles". Há cada vez mais evidências que esta síndrome seja causada por lesões musculares que permanecem no corpo de alguns indivíduos, provoca dores generalizadas nos músculos, ligamentos, tendões e fáscias (tipo de tecido fibroso que envolve todas as estruturas do corpo, inclusive as citadas anteriormente).

As dores da fibromialgia podem variar de níveis de intensidade dependendo do paciente, de quais são os pontos do corpo afetados, de qual o estágio da síndrome ele se encontra naquele momento, se ele está ou não em crise, pelas condições do clima, do equilíbrio hormonal (nas mulheres), do estado psico-emocional, entre outros fatores. As dores podem variar desde uma simples sensação dolorosa até níveis insuportáveis ao toque da(s) área(s), ao movimento ou também com o corpo inerte (parado). Podem-se manifestar por períodos de horas, dias, meses ou permanentemente, em áreas diversas ou mais localizadamente.
Portanto, geralmente as dores apresentam-se distribuídas pelo corpo e não necessariamente têm de ter simetria, ou seja, elas podem variar de intensidade de um lado em relação ao outro. As dores podem ou não ser acompanhadas de manifestações associadas. Destas últimas, as mais frequentes são: alterações quantitativas e qualitativas do sono ou distúrbios do sono,fadiga, cefaleias, alterações cognitivas (p. ex: problemas de memória e concentração), parestesias/disestesias (amortecimentos), irritabilidade emocional e, em cerca de 75% dos casos, depressão, entre outras. Há citações de haver praticamente perto de 200 manifestações associadas já catalogadas.

Trata-se de um acometimento musculoesquelético não articular, cujos critérios de diagnóstico foram estabelecidos pelo Colegiado Americano de Reumatologia (CAR) em 1990. Desde essa época, foram adotados pela comunidade científica no mundo ocidental - inclusive Portugal e Brasil.

Não possui um método de diagnóstico direto, portanto há a necessidade de se diagnosticar tal síndrome por exclusão. Ou seja, o médico necessitará fazer vários exames de imagem e de laboratório para excluir a possibilidade de os sintomas serem provocados por algum outro acometimento e se acaso o resultado for negativo para estes, o profissional tocará os pontos pré-determinados para o diagnóstico de fibromialgia e constatará ser de facto a síndrome.

A Associação Brasileira de Reumatologia [5] recomenda aos médicos que sejam excluídos ao se fazer o diagnóstico de fibromialgia os seguintes acometimentos:

Síndrome da dor miofascial;
Outros reumatismos extra-articulares;
Polimialgia reumática e artrite de células gigantes;
Polimiosites e dermatopolimiosites;
Miopatias endócrinas: hipotiroidismo, hipertiroidismo, hiperparatiroidismo, insuficiência adrenal, hiperglicemia; miopatia metabólica por álcool;
Neoplasias;
Doença de Parkinson;
Efeito colateral de drogas: corticosteróide, cimetidina, estatina, fibratos, drogas ilícitas .
Os pontos avaliados são em total 18, sendo que ao se constatar dor intensa em 11 ou mais, confirma-se o diagnóstico.[6]
Há algumas correntes de clínicos e pesquisadores que não aceitam apenas estes pontos e dependendo do conjunto de sintomas que o paciente apresente - excluindo os acometimentos citados acima - afirmam que os casos podem ser perfeitamente enquadrados como sendo fibromialgia.
A Fibromialgia encontra-se incluída na Décima Revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10), da Organização Mundial da Saúde, atualmente com código individualizado (M79.7).
Esta síndrome tem como característica causar muito sofrimento para os seus portadores. Quanto mais avançado o estágio, maior os sofrimento, principalmente para o psicológico.
A Fibromialgia, de forma direta, não oferece risco de morte. Porém, de forma indireta, ela poderá trazer sérias consequências ao portador. Como a maioria necessita de administração de medicamentos muito fortes para a dor por longos períodos (anos, décadas - tais como: anti-inflamatórios, analgésicos e até morfina ou os seus derivados (em casos mais graves)- o fibromiálgico poderá ficar vulnerável a ter algum problema sério de saúde e vir a não perceber, ou perceber muito tarde. Se acaso o paciente com fibromialgia tiver por exemplo: pneumonia, apendicite, infecção urinária, úlcera, etc., estes problemas podem ser percebidos quando já estiverem em estado avançado, pois as medicações tiram as dores iniciais destes acometimentos e elas também não permitem que a febre se manifeste tão facilmente. Assim, o portador de fibromialgia deve estar muito atento para que não passe a correr riscos por causa da necessidade do uso das medicações para dor por tempo prolongado.
Epidemiologia

A fibromialgia acomete cerca 2% a 4% da população adulta nos países ocidentais e as mulheres são 5 a 9 vezes mais afetadas do que os homens. A idade predominante do aparecimento dos sintomas oscila entre os 20 e os 50 anos. As crianças (há citações de casos com 2 anos de idade), os jovens e também os indivíduos acima de 50 anos também podem apresentar Fibromialgia. A prevalência de dor crônica difusa na população em geral está entre 11 e 13%.[7]
Causas

A causa e os mecanismos que provocam fibromialgia não estão perfeitamente esclarecidos dentro da medicina, porém existem vários mecanismos prováveis, dentre eles:
O mau funcionamento das mitocôndrias das células.[8]
Lesões músculo-esqueléticas que vão se acumulando com o decorrer do tempo. Os traumatismos provocados por quedas, esforço exagerado, acidentes, etc., em alguns indivíduos, podem permanecer latentes até por décadas e com o acúmulo deles no corpo, se poderá chegar a um momento em que eles se generalizem por quase todas as áreas. Tanto isso é verdade, que algumas técnicas terapêuticas naturais já conseguem reverter todo o quadro de fibromialgia apenas tratando individualmente cada área acometida. No final, se tem um indivíduo retornando à vida normal e fazendo atividades semelhantes a alguém que nunca teve fibromialgia.
A diminuição de serotonina e o aumento de neurotransmissores, como da substância P, provocam maior sensibilidade à dor e podem estar implicados na diminuição do fluxo de sangue que ocorre nos músculos e tecidos superficiais encontrados nos casos de fibromialgia. Porém, diversos trabalhos científicos comprovam que outros acometimentos que causam dor crônica intensa também provocam os mesmos problemas, donde vem a suspeita de não ser este o motivo das dores desta síndrome e sim, apenas uma reação normal do organismo quando está sob uma situação dolorosa intensa. Alterações serotoninérgicas já foram compravas nos portadores, porém medicamentos que aumentam a serotonina (ISRS) tem eficácia bastante limitada e alguns medicamentos eficazes bloqueiam um tipo de serotonina (5-HT3).[9]
Não há nenhuma evidência científica concreta que possa se afirmar que a fibromialgia seja causada por problemas emocionais. A ciência já provou, apesar de muitos desconhecerem este fato, inclusive alguns profissionais, que as dores da fibromialgia são geradas realmente nas áreas que o fibromiálgico diz existir e não por sugestão ou influência psicológica. Na verdade, o que está comprovado é que apenas as crises desta síndrome podem ser provocadas pelas tensões emocionais. Ou seja, os pontos dolorosos permanecem latentes (escondidos) e quando a tensão emocional gera tensão física, esta última é o motivo de desencadear uma crise de fibromialgia. Mas desencadear a crise, não significa ser a causa da síndrome, apenas um agente desencadeador de crises.
Também não há evidências concretas científicas que indiquem que a fibromialgia seja gerada por problemas na modulação da dor pelo Sistema Nervoso Central. Ou seja, um fibromiálgico sentiria muito mais dor do que um indivíduo normal, pois teria um problema no Sistema Nervoso Central - principalmente cérebro - que o tornaria extremamente sensível à dor. Isso já está provado não ser verdade, pois indivíduos com outras dores crônicas severas em áreas específicas do corpo também se tornam bem mais sensíveis por praticamente todo o corpo. Sabe-se que o aumento significativo de Substância P e outros neurotransmissores gerados pela área muito afetada estejam aumentando a sensibilidade do corpo como um todo - Semelhante ao que ocorre na fibromialgia.

Tratamento

A dor constante causa problemas físicos, ocupacionais, sociais, psicológicos e emocionais nos portadores de fibromialgia

A dor pode ser tratada pela tentativa de solucionar o problema das mitocôndrias. Pode-se fazer uso de medicamentos naturais como Carnitina, Isotônicos e vitaminas que aliviam não apenas os sintomas mas também educa o funcionamento das células fazendo com que as mesmas regularizem a produção de energia e respiração diminuindo ou até findando a dor.

O tratamento da fibromialgia inclui medicamentos e medidas assistência fisioterapêutica. Por ser uma doença idiopática (de causa desconhecida), a ênfase deve ser dada à redução dos sintomas de dor e na melhora da saúde de maneira geral.

Medicamentos APROVADOS [5] para fibromialgia:
Antidepressivos, especialmente ISRS e ISRSN.
Analgésicos, inclusive opiáceos leves
Tramadol
Relaxantes musculares.
Pramipexol
Tropisetrona
Zopiclona e o Zolpidem (para distúrbios do sono)
Gabapentina
Pregabalina

Medicamentos que devem ser evitados (Não recomendados pelos especialistas)[10]:
Corticosteroides
Clonazepam
Tinazidina
Alprazolam
Anti-inflamatórios não esteroides

A Dra. Lin destaca que analgésicos e antiinflamatórios não são suficientes, destacando a necessidade de uma abordagem multidisciplinar. Segundo ela, os pacientes: precisam conhecer a proposta de tratamento que inclui medicação e atendimento psicológico e emocional. Além da medicação, a doutora indica também a acupuntura e a realização de exercícios físicos suaves para diminuir os sintomas, ressaltando a necessidade de aprender a reconhecer e administrar os fatores que desencadeiam as crises.

Fisioterapia

A prática de atividade física moderada é considerada essencial no tratamento convencional da fibromialgia. Muitos pacientes conseguem manter a qualidade de vida com pouca medicação e prática regular de exercícios moderados. A indicação desses exercícios deve ser personalizada, orientada por um profissional capacitado, pois o excesso pode causar dores e crises que acabam inviabilizando a prática constante.

A eutonia, uma técnica de educação corporal e autoconhecimento do corpo, demonstrou ser eficaz como associação ao tratamento usual na diminuição de dor.[11]

Exercícios suaves, meditação e massagem são práticas de medicina complementar que, associadas ao tratamento médico, podem auxiliar a aliviar os sintomas de quem é afetado por esta síndrome. A Fisioterapia ameniza as dores, provoca relaxamento usando a eletroterapia (Ondas Curtas, Microondas) o Turbilhão, usado com água morna que tem efeito relaxante como os demais recursos eletroterápicos descritos.[carece de fontes] Além disso, os alongamentos e massagens terapêuticas são usadas para "soltar" os pontos de tensão.

É fundamental que o profissional que realiza a prática conheça os sintomas específicos relacionados à doença e trabalhe orientado pelo médico de acordo com a situação específica de cada paciente.

Também, há estudos que mostram que a Coenzima Q10 pode ser um suplemento alimentar que auxilie no tratamento dessa síndrome (APPEL, Marli. Síndrome da fibromialgia: dor crônica - benefícios da Coenzima Q10. Disponível em: [2])
[editar]Psicoterapia

A terapia cognitivo-comportamental provou ser significativamente mais benéfica que exercícios de relaxamento para pacientes com fibromialgia e é recomendada pela sociedade brasileira de reumatologia.[12][13][14]

Tanto o treino de controle de estresse, relaxamento progressivo e reestruturação cognitiva ajudaram na redução do nível de estresse, na diminuição da ansiedade e depressão e o desenvolvimento da assertividade, mas nenhuma dessas técnicas mostrou-se significativa na redução da percepção das dores. Apesar de não diminuir a dor, houve uma melhora significativa na qualidade de vida e produtividade da maioria dos pacientes.[15]

Ela é recomendada especialmente para pacientes que tenham também transtornos de ansiedade, distúrbios de humor (comodepressão maior), irritabilidade e agressividade.
Terapias alternativas

Algumas terapias foram avaliadas em pesquisas, como é o caso da massagem, hidroterapia e balneoterapia, e apresentaram uma melhora do quadro assim como uma permanência dessa melhora (entre 3 e 6 meses após o final do tratamento).[carece de fontes]

A grande maioria das terapias alternativas, como Reeducação Postural Global, pilates, hipnoterapia, quiropraxia, biofeedback ehomeopatia não têm pesquisas considerada válida pela comunidade científica, contando somente com a divulgação de pessoas que passaram por elas e não são recomendadas pelos médicos especialistas em fibromialgia.[16]

Também não existem evidências científicas de que terapias alternativas, como chás, terapias ortomoleculares, cristais, cromoterapiae florais de Bach, entre outros, sejam eficazes. Tratamentos complementares e terapias alternativas devem ser utilizadas com cuidado e sempre com orientação médica, para evitar agravar a doença ou mesmo ilusões por profissionais de caráter duvidoso.[17]

Resultados sugerem que a acupuntura, promove a diminuição da dor e melhora da qualidade de vida e do sono em indivíduos com fibromialgia.TAKIGUCH,Raymond et al,Efeito da acupuntura na melhora da dor, sono e qualidade de vida em pacientes fibromiálgicos: estudo preliminar. Fisioter Pesq. v.15 n.3 São Paulo 2008. Available from:http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?pid=S1809-29502008000300011&script=sci_arttext.

Quaisquer terapias que ocasionem melhora da qualidade de vida sem sequelas ou efeitos colaterais danosos podem ser utilizadas pelos pacientes, apesar de não serem unanimidade. A escolha do tipo de tratamento deve levar em conta a adesão do paciente, suas possibilidades e a melhora da qualidade de vida.
Referências

a b Fibromialgia. Portal Banco de Saúde. 2008. Fibromialgia Guia Completo
Schweinhardt P, Sauro KM, Bushnell MC. (October 2008). "Fibromyalgia: a disorder of the brain?". Neuroscientist. 14 (5): 415–21. [1]
Wolfe F (2009). "Fibromyalgia wars". J Rheumatol. 36 (4): 671–8.
HEYMANN, Roberto Ezequiel et al. Consenso brasileiro do tratamento da fibromialgia. Rev. Bras. Reumatol. [online]. 2010, vol.50, n.1 [cited 2011-03-09], pp. 56-66 . Available from: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0482-50042010000100006&lng=en&nrm=iso>. ISSN 0482-5004. doi: 10.1590/S0482-50042010000100006.
a b Diretrizes Médicas. Sociedade Brasileira de Reumatologia: Diretrizes sobre Fibromialgia
Atallah-Haun MV, Ferraz MB, Pollak DF. Validação dos critérios do Colégio Americano de Reumatologia (1990) para classificação da fibromialgia, em população brasileira. Revista Brasileira de Reumatologia, 1999; 39:221-30
Alane B. Cavalcante, Juliana F. Sauer, Suellen D. Chalot, Ana Assumpção, Lais V. Lage, Luciana Akemi Matsutani, Amélia Pasqual Marques. A Prevalência de Fibromialgia: uma Revisão de Literatura. http://www.scielo.br/pdf/%0D/rbr/v46n1/29386.pdf
http://www.medicinageriatrica.com.br/2007/06/07/dna-mitocondrial-cadeia-respiratoria/
Russell IJ, Vaeroy H, Javors M, Nyberg F (May 1992). "Cerebrospinal fluid biogenic amine metabolites in fibromyalgia/fibrositis syndrome and rheumatoid arthritis". Arthritis Rheum. 35 (5): 550–6.
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Maeda C, Martinez JE, Neder M. Efeito da eutonia no tratamento da fibromialgia. Rev Bras Reumatol. 2006;46(1):3-10.
Carville SF, Arendt-Nielsen S, Bliddal H, Blotman F, Branco JC, Buskila D et al. EULAR evidence-based recommendations for the management of fibromyalgia syndrome. Ann Rheum Dis 2008; 67(4):536-41.
Keel PJ, Bodoky C, Gerhard U, Müller : Comparison of Integrated Group Therapy and Group Relaxation Training for Fibromyalgia. The Clinical Journal of Pain 14: 232-8, 1998.
Nielson WR, Walker C, McCain GA: Cognitive behavioural treatment of fibromyalgia syndrome: preliminary findings. J Rheumat 19: 98–103, 1992.
Brasio KM, Laloni DT, Fernandes QP, Bezerra TL: Comparação entre três técnicas de intervenção psicológica para tratamento da fibromialgia: treino de controle de stress, relaxamento progressivo e reestruturação cognitiva. Rev Ciências Medicas 12: 307-318, 2003.
HEYMANN, Roberto Ezequiel et al. Consenso brasileiro do tratamento da fibromialgia. Rev. Bras. Reumatol. [online]. 2010, vol.50, n.1 [cited 2011-03-09], pp. 56-66 . Available from: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0482-50042010000100006&lng=en&nrm=iso>. ISSN 0482-5004. doi: 10.1590/S0482-50042010000100006.
MARQUES, Amélia Pasqual.; MATSUTANI, Luciana A.; FERREIRA, Elisabeth A. G.; e MENDONÇA, Laís L. F. de; A Fisioterapia no tratamento de pacientes com Fibromialgia: uma revisão da literatura. Revista Brasileira de Reumatologia, 2002; 42:42-48
Ligações externas
(em português) PDR - Fibromialgia
(em português) Comunidade de Fibromialgicos para discussão sobre recomendações de tratmentos terapêuticos e medicamentosos
(em português) Artigo sobre Fibromialgia, Liga Acadêmica de Reumatologia de Porto Alegre
(em português) Fibromialgia - Dr. Drauzio Varella
(em português) Sobre a Fibromialgia
(em português) fibromialgia.com.br
(em português) myos - Associação Nacional Contra a Fibromialgia e Síndrome de Fadiga Crónica
(em português) Carta do Ministério de Saúde de Portugal sobre Fibromialgia
(em português) Boletim do SIMBIDOR
(em português) A fisioterapia no tratamento de pacientes com fibromialgia
(em português) Tratamento da fibromialgia
(em espanhol) Fibromialgia
(em espanhol) 9 manuais gratuitos sobre fibromialgia
(em inglês) Ilustração com os pontos mais sujeitos à dor
(em português) Soluções para a fibromialgia
(em português) Grupo de Pacientes Artríticos de São Paulo

veDoenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo (M)
Artropatias

deformidades adquiridas dos dedos das mãos e dos pés (Deformidade em botoeira, Hálux valgo, Hálux rígido, Hálux varo, Dedo em martelo) - outras deformidades adquiridas dos membros (Deformidade valga, Deformidade vara, Paralisia do nervo radial, Pé caído,Pé chato, Pé torto, Desigualdade do comprimento das pernas, Escápula alada)

Patela (Luxação da patela, Condromalácia patelar)Protrusão acetabular - Hemartrose - Artralgia - Osteófito
Transtornos dos
tecidos moles

músculo: Miosite - Miosite ossificante (Fibrodisplasia ossificante progressiva)

membrana sinovial e tendões: Sinovite/Tenosinovite (Tendinite calcífica, Tenosinovite estenosante, Dedo em gatilho, Síndrome de DeQuervain) - Sinovite transitória da anca - Cisto sinovial

bursa: bursite (Bursite do olécrano, Bursite pré-patelar, Bursite trocantérica) - Cisto de Baker

desordens fibroblásticas (Contratura de Dupuytren, Fasciíte plantar, Fasciíte nodular, Fasciite necrosante, Fasciite, Fibromatose)

lesões do ombro: Capsulite adesiva - Rotura do manguito rotador - Bursite subacromial

entese: Entesopatias (Síndrome da banda iliotibial, Tendinite aquileana, Tendinite patelar, Cotovelo de golfista, Cotovelo de tenista,Metatarsalgia, Osteófito, Tendinite)outras classificadas em outra parte: Fraqueza muscular - Reumatismo - Mialgia - Nevralgia - Neurite - Paniculite - Fibromialgia

sábado, 26 de janeiro de 2013

Hernia de Disco

Hernia de Disco


A palavra hernia significa projeção ou saída através de uma fissura ou orifício, de uma estrutura contida. O disco intervertebral é a estrutura cartilaginosa que fica entre uma vértebra e outra da coluna vertebral. Ele é composto de uma parte central, chamada núcleo pulposo ou liquido viscoso, de uma parte periférica composta de tecido cartilaginoso chamado anel fibroso e de uma parte superior e inferior chamado placa terminal. Portanto, a hérnia de disco é a saída do liquido pulposo através de uma fissura do seu anel fibroso.
A extrusão do núcleo pulposo pode provocar uma compressão nas raízes nervosas correspondentes a hernia de disco ou a protrusão. Esta compressão poderá causar os mais diversos sintomas.
A placa terminal fica entre o disco e a vértebra supra e subjacente. Com a degeneração destas estruturas, os líquidos poderão migrar para os corpos vertebrais. O início deste processo é chamado de Modic tipo I. Alguns autores afirmam que este processo inflamatório e degenerativo na placa terminal pode causar dores na coluna vertebral.
hernia de disco 1

Tipos de Hérnia de Disco

  • Protrusas: quando a base de implantação sobre o disco de origem é mais larga que qualquer outro diâmetro.
  • Extrusas: quando a base de implantação sobre o disco de origem é menor que algum dos seus outros diâmetros ou quando houver perda no contato do fragmento com o disco.
  • Seqüestradas: quando um fragmento migra dentro do canal, para cima, para baixo ou para o interior do forâmen.
hernia de disco 2

Sintomas da Hérnia de Disco

Os sintomas mais comuns são dores localizadas nas regiões onde existe a lesão discal, podendo estas dores serem irradiadas para outras partes do corpo. Quando a hérnia é na coluna cervical as dores se irradiam para os braços, mãos e dedos. Se a hérnia de disco é lombar, as dores se irradiam para as pernas e pés. O paciente pode também sentir formigamentos e dormência nos membros. Nos casos mais graves, pode haver perda de força nas pernas e incontinência urinária.

Causas da Hérnia de Disco

A palavra coluna já diz tudo sobre a importância desta estrutura no nosso corpo. Ela é o centro de equilíbrio do sistema musculoesquelético do ser humano. Não é à toa que muitas lesões da coluna vertebral são atribuídas ao desequilíbrio e desalinhamento desta estrutura, ou seja, a má postura. Fatores hereditários são os que mais provocam hérnia de disco, no entanto traumas de repetição no trabalho e no esporte, traumas direto, o fumo e a idade avançada também são motivos de lesões degenerativas. O sedentarismo é um fator determinante para dores nas costas oriundas da hérnia de disco e de outras doenças, pois as pesquisas comprovam que a atividade física qualitativa para coluna é um fator de extrema importância para melhora e prevenção das dores nas costas.
Entre fatores ocupacionais associados a um risco aumentado de dor lombar estão:
  • Trabalho físico pesado
  • Postura de trabalho estática
  • Inclinar e girar o tronco freqüentemente
  • Levantar, empurrar e puxar
  • Trabalho repetitivo
  • Vibrações
  • Psicológicos e psicossociais (Adersson GBJ,1992)

Diagnóstico e exame

O diagnóstico pode ser feito clinicamente, levando em conta as características dos sintomas e o resultado do exame neurológico. Exames como Raio-X, tomografia e ressonância magnética ajudam a determinar o tamanho da lesão e em que exata região da coluna está localizada.

Tratamento para Hérnia de Disco

RMA da Coluna Vertebral
É um programa fisioterapêutico que utiliza técnicas de Fisioterapia Manual, mesa de tração eletrônica, mesa de descompressão dinâmica. Estabilização Vertebral e Exercícios de Musculação. Ele visa melhorar o grau de mobilidade músculo-articular, diminuir a compressão no complexo disco vértebras e facetas, dando espaço para nervos e gânglios, fortalecer os músculos profundos e posturais da coluna vertebral através de exercícios terapêuticos específicos enfatizando o controle intersegmentar da coluna lombar, cervical, quadril e ombro.
Veja a reportagem sobre o nosso tratamento no Jornal Hoje da Rede Globo:

Fisioterapia manual

A disfunção dos tecidos moles pode alterar o movimento articular e diminuir a eficácia da mobilização-alongamento da articulação. É por isso que o tratamento frequentemente começa com este procedimento visando diminuir a dor e o espasmo muscular ou aumentar a mobilidade dos tecidos moles. Esses procedimentos auxiliares podem também tornar mais fácil a realização da mobilização das articulações, produzindo um efeito mais duradouro. Dentre as técnicas de fisioterapia manual utilizamos a Osteopatia, Maitland, Mulligan e mobilizações articulares.
hernia de disco - fisioterapia manual

Mesa de Tração Eletrônica

Grandes fabricantes de equipamentos terapêuticos e cientistas americanos investiram seriamente em pesquisas durante décadas enquanto aprimoravam técnicas seguras e eficazes de utilizar a tração vertebral e melhorar seus benefícios.
Pesquisas realizadas nos EUA mostram que técnicas de tração vêm sendo usadas com sucesso, durante anos, no tratamento das discopatias e doenças degenerativas da coluna vertebral.
hernia de disco - mesa de tração

Mesa de Flexão-Descompressão

Este equipamento possibilita que o fisioterapeuta tenha total controle sobre a mobilidade da coluna vertebral do paciente, permitindo movimentos de flexão, extensão, látero-flexão e rotação. Desta forma, o tratamento pode ser realizado de uma forma mais confortável, conseqüentemente mais precisa.
hernia de disco - mesa de flexão

Estabilização Vertebral

Durante o primeiro mês de tratamento utilizamos também a técnica de estabilização vertebral que foi desenvolvida na Austrália com o objetivo de fortalecer os músculos profundos da coluna vertebral e melhorar o grau de estabilidade vertebral. Para isso contamos com o equipamento Stabilizer.
hernia de disco - estabilização vertebral

Musculação ou Pilates

Musculação
Após o término das sessões previstas é fundamental buscar alternativas para manter os benefícios decorrentes do tratamento. Serão necessários estímulos frequentes e graduais que garantam a integridade das estruturas músculo-esqueléticas envolvidas e previnam contra novas crises. A opção eficiente e segura é um programa de exercícios de musculação que incluem os principais componentes da aptidão física relacionados à saúde (potência aeróbica, força e flexibilidade) ajustados de acordo com a especificidade da situação e supervisionados por profissionais de Educação Física.
hernia de disco - musculacao2
Pilates
É um método que preconiza alcançar um desenvolvimento do corpo de forma uniforme, objetivando uma melhora no condicionamento físico e mental com exercícios globais, isto é, que exigem um trabalho do corpo todo, utilizando diferentes aparelhos e equipamentos.
Através dos seus princípios, concentração, fluidez, controle, respiração, centro de força, postura o praticante do método irá melhora sua consciência corporal, flexibilidade, equilíbrio e força muscular.
hernia de disco - pilates
Saiba mais sobre Musculação e Pilates
Helder Montenegro

Polissonografia

Polissonografia



Polissonografia









Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Polissonografia

Polissonografia ou exame do sono(do grego polis = "muitos"; somnus = "sono"; e graphos = "escrita") é um teste multiparamétrico utilizado no estudo do sono e de suas variáveis fisiológicas.
É geralmente realizada à noite e registra as amplas variações biofisiológicas que ocorrem durante o sono. O polissonograma resultante do teste monitora três parâmetros principais: o eletrencefalograma (EEG), o eletro-oculograma (EOG) e o eletromiograma sub-mentoniano (EMG). Outros parâmetros, como fluxo aéreo nasal e bucal, oximetriaeletrocardiograma, movimentos respiratórios, capnografia, sensores de movimento nos membros inferiores e o registro em video do exame, contribuem para o diagnóstico de doenças relacionadas ao sono.
O exame de polissonografia é feito em pacientes com roncoApnéia com parada de respiração durante o sono, com dispneia à noite, com sonolência excessiva durante o dia, com sensação de que o sono não recarrega as energias, com problema de memória, com hipertensão grave ou com sono agitado. Consulte pneumologia e neurologia.
A polissonografia é o padrão ouro para diagnóstico de distúrbios do sono em adultos, adolescentes e crianças. Pode ser realizada em ambiente laboratorial, mas também pode ser feita em casa, através de aparelhos próprios para esta finalidade. A polissonografia domiciliar não é tão completa como o exame em laboratório mas pode ser usado em pacientes selecionados por um médico especialista em sono.

Ligações externas

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O que e bruxismo








O que é bruxismo?

Bruxismo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bruxismo

O bruxismo ou, preferencialmente, briquismo[1] (do grego βρυχμός [brýkhmós], "ranger os dentes", pronúncia brucsismo) é um hábito parafuncional que leva o paciente a ranger os dentes de forma rítmica durante o sono ou, menos prejudicialmente, durante o dia[2]

É observada em pacientes de todas as idades e geralmente está relacionada ao alto nível de estresse.

 Ocorre em cerca de 15% das pessoas. Pode causar desgastes nos dentes e agir como um dos fatores causais das dores de cabeça e distúrbios da articulação temporomandibular. Ranger os dentes à noite e apertá-los durante o dia formam um problema progressivo que o paciente freqüentemente não nota e só é apercebido se prestar atenção na própria tensão muscular ou se o rangido noturno é escutado por outrem. O diagnóstico geralmente é feito depois de surgirem algumas complicações como desgastes nos dentes, dores na musculatura mastigatória, estalidos nas articulações, perdas ósseas na mandíbula e maxila, travamento das articulações temporomandibulares etc.


Índice
1 Causas e conseqüências do bruxismo
2 Classificações
3 Fisiopatologia
4 Tratamento
5 Ver também
6 Referências
7 Ligações externas

Causas e conseqüências do bruxismo

A freqüência e severidade do bruxismo estão altamente associadas ao estresse emocional e físico. Quando noturno, o bruxismo envolve movimentos rítmicos semelhantes aos da mastigação, com longos períodos de contração dos músculos mandibulares, podendo ser a causa da dor muscular e da fadiga. Um alinhamento incorreto dos dentes e o fechamento inadequado da boca costumam estar presentes em grande parte dos casos. A doença pode atingir qualquer pessoa não tendo relação direta com a faixa etária. A incidência é maior nas mulheres que nos homens. Existe também o chamado bruxismo diurno, que é caracterizado por uma atividade semivoluntária da mandíbula de apertar os dentes enquanto o indivíduo se encontra acordado, onde geralmente o ranger dos dentes está ligado a algum hábito ou tique, diferente do bruxismo noturno que é um ato inconsciente enquanto o indivíduo dorme. Portanto é fundamental ressaltar que a pessoa portadora de qualquer tipo de bruxismo deve visitar constantemente seu dentista para evitar maiores danos, visto que a cura total para esse problema ainda é desconhecido. O esmalte dentário é o primeiro a receber os danos do bruxismo, causando assim o desgaste anormal dos dentes, podendo se estender até a gengiva, causando dor. Em dentes mais frágeis, sejam eles cariados ou tratados, a fricção pode provocar quebra e fissuras. As dores de cabeça tensionais são comuns nos portadores de bruxismo. Elas surgem por contração excessiva dos músculos da mastigação, podendo atingir rosto, pescoço, ouvido e até ombros. Outro problema decorrente do bruxismo é dor na articulação temporomandibular (localizada no osso do crânio e mandíbula). Esta também pode sofrer estalos, travamento, restringir a abertura da boca e desviar para o lado ao abrir e fechar.
Classificações

Classificação Internacional dos Distúrbios do Sono - 2005
Distúrbios do movimento relacionados ao sono

Pode ser dividido em:
Cêntrico — Ato de apertar os dentes.
Excêntrico — Ato de apertar os dentes e movimentar a mandíbula lateralmente (rangido de dentes).
Primário
Secundário
em vigília
durante o sono
Fisiopatologia

Inversão parassimpático / simpática associada ao microdespertar.

O bruxismo ocorre principalmente durante o estágio 2 de sono não-REM.
Tratamento

Os dentistas são os profissionais indicados para fazer o diagnóstico e o tratamento do bruxismo. Os fisioterapeutas podem oferecer tratamento de suporte para dor muscular causada pelo bruxismo e, além disso os fonoaudiólogos também podem ajudar a detectá-lo.

O primeiro passo é reconhecer o problema e tentar achar suas causas no dia-a-dia. A terapia mais empregada atualmente para o alívio dos sinais e sintomas da articulação temporomandibular associada ao bruxismo é a utilização de placas interoclusais. Essas placas reduzem a atividade dos músculos durante a noite e protegem os dentes dos desgastes provocados pelo hábito. Outro passo importante é diminuir a tensão psicológica. Isto pode ser feito mediante a prática de esportes e exercícios de relaxamento. Já os distúrbios psiquiátricos como depressão e ansiedade devem ser aliviados e medicados, se necessário, através da psicoterapia. Há uma conciliação entre o tratamento na parte física e psíquica que dão origem ao bruxismo visto que este é resultante de ambos os lados ,a Psiquiatria juntamente a psicoterapia na questão psíquica devem andar paralelamente com o tratamento corretivo na parte física feito pelo Dentista ( cirurgião -dentista ) visto que os pacientes terão maior amparo médico seriam 3 alicerces . Contra a doença que a princípio surge da depressão e estresse sintomas psíquicos que devem ser tratados de maneira imediata . Sendo observados por isso a medicina está concentrada nessa situação quanto mais rápido é feito o diagnóstico psíquico menores os impactos das suas consequências uma delas como o bruxismo menos sofrimento psíquico e consequente físico ao paciente . Hábitos como mascar chicletes, morder ou apertar objetos devem ser considerados como um vício concomitante do bruxismo e, portanto, eliminados durante o tratamento. Quanto ao bruxismo diurno o paciente deve ser aconselhado a criar o hábito de desencostar os dentes. Quanto ao bruxismo noturno o paciente deve ser orientado a utilizar um dispositivo interoclusal de cobertura total para proteção ao desgaste oclusal pela atrição noturna. O portador de bruxismo deve visitar constantemente o fisioterapeuta ou dentista para que seja acompanhado pelo profissional.

Referências

Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Houaiss. UOL (2009). Página visitada em 28 de outubro de 2009.
Dentista Virtual. Uniodonto Campinas (2009). Página visitada em 28 de outubro de 2009.

Sindrome das pernas inquietas

Síndrome das pernas inquietas











Síndrome das pernas inquietas

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_das_pernas_inquietas
A síndrome das pernas irrequietas é um distúrbio neurológico do sono.

A síndrome das pernas inquietas é um distúrbio do sono em que a pessoa tem a sensação desagradável nas pernas antes de dormir, como se estivesse com as pernas com queimação ou com dores. Quando movimenta as pernas há um alívio desta sensação ruim. Muitas vezes a pessoa passa a ficar muito tempo - até muitas horas - movimentando as pernas para aliviar e com isto prejudica o sono.
A síndrome das pernas inquietas é uma doença neurológica que ocorre mais em pessoas gravidas, pessoas acima dos 50 anos e principalmente idosos.

Pesquisas recentes mostram que na síndrome das pernas inquietas existe uma alteração no funcionamento dos neurônios que usam a dopamina como neurotransissor.

É uma doença neurológica de longa duração e o tratamento é também crônico.
Sinais e sintomas
A sensação - e necessidade de mover-se - pode retornar imediatamente depois do movimento de cessação ou em um estagio mais avançado. A sindrome pode começar em qualquer idade, incluindo a infância, e é uma doença progressiva para alguns, enquanto que os sintomas podem desaparecer em outros. [6] Em um exame entre membros de uma fundação dedicada a doença encontrou-se que até 45% dos pacientes tiveram seus primeiros sintomas antes da idade de 20 anos.[1] 

* " Um impuso mover-se, geralmente devido às sensações incômodas que ocorrem primeiramente nos pés, mas ocasionalmente nos braços e em outras partes." [2] As sensações são incomuns e ao contrário de outras sensações comuns. Aqueles com a sindrome têm uma dificuldade em descrevê-la, usando palavras como: incômoda, impulsos elétricos, doloroso, coceira, alfinetes e agulhas, sensação de puxar, como um inseto rastejador, formigas dentro dos pés e dormencia. É às vezes similar descrito como " do membro ‘adormecendo’” A sensação e o impulso podem ocorrer em qualquer parte do corpo; o ponto inicial mais mencionado são os pés, seguidos pelos braços. Alguns sentem quase nenhuma sensação, contudo ainda têm um impuso forte mover-se.
" Inquietação motora, expressado em atividade, que alivia o impulso a mover."


O movimento traz geralmente o alivio imediato, embora provisório e parcial. Andar é o mais comum; entretanto, o prolongamento, a yoga, ciclismo, ou a outra atividade física podem aliviar os sintomas. Os movimentos inconstantes contínuos, rápidos do pé, e/ou ràpida de mover os pés para longe de si, podem manter sensações contidas sem ter que andar. Os movimentos específicos podem particulares de cada pessoa.


" Agravamento dos sintomas ao relaxar." Sentar-se ou encontrar-se em relaxamento (leitura, assistir televisão, voar) podem provocar as sensações e o impulso de mover-se. A severidade depende da gravidade da sindrome na pessoa, do grau de relaxamento, da duração da inatividade, etc.
" Variabilidade no curso do ciclo dia/noite, com os sintomas piores durante a noite e ao anoitecer."


Alguns sentem a sindrome somente na hora de dormir, enquanto outros a experimentam ao longo do dia e da noite. A maioria de sofredores experimentam os sintomas mais intensamente durante a noite e menos intensos na manhã.
" A sindrome é sentida de forma similar ao impulso de bocejar, mas situado nos pés ou nos braços."


Este sintoma da sindrome pode fazer o sono difícil para muitos pacientes e uma pesquisa recente mostra a presença de dificuldades significativas durante o dia resultando desta circunstância. Estes problemas variam de estar atrasados para o trabalho, ou mesmo falta por causa da sonolência. Os pacientes com a sindrome que responderam a pesquisa relataram dirigir enquanto sonolentos mais do que pacientes sem a sindrome. Estas dificuldades durante o dia podem traduzir-se em questões gerais de segurança, sociais e econômicas para o paciente e para a sociedade.

Causas
Mecanismo da doença

A maioria da pesquisa sobre o mecanismo da doença da síndrome das pernas inquietas centrou-se sobre a influencia da dopamina e do ferro.[3][4] Estas hipóteses são baseadas na observação de que o ferro e o levodopa, um pro-fármaco da dopamina que possa cruzar a barreira hematoencefálicae seja metabolizado no cérebro em dopamina (assim como outros neurotransmissores de mono-amine da classe da catecolamina) podem ser usados para tratar RLS, levodopa que é uma medicina para tratar condições hipodopaminergicas (baixo dopamine) como Parkinson's, e igualmente em resultados da imagem latente de cérebro funcional (tal como a tomografia por emissão de positrões e a ressonância magnética), das séries de autópsia e das experiências com animais.[5]As diferenças nos marcadores do dopamine- e os ferro-relacionados foram demonstradas igualmente no líquido cerebrospinal dos indivíduos com a sindrome.[6] Uma conexão entre estes dois sistemas é demonstrada encontrar de baixos níveis do ferro na substancia negra de pacientes com a sindrome, embora outras áreas possam igualmente ser envolvidas.[7]


Desordens subjacentes

A condição médica o mais geralmente associado a doença é a deficiência de ferro (especificamente ferritin do sangue abaixo de 50 µg/L [8] ), o que aparece como causa em 20% de todas os casos da sindrome. Um estudo publicado em 2007 demonstrou que as características da doença foram observadas em 34% dos pacientes que têm a deficiência de ferro em contraste com 6% dos controlados.[9] Inversamente, 75% dos indivíduos com sintomas da sindrome podem ter aumentado os depósitos de ferro no organismo. Outras circunstâncias associadas incluem as varizes ou o reflux venoso, deficiência de folato, deficiência do magnésio, fibromialgia, apneia de sono, uremia, diabetes, doenças da tiróide, neuropatia, Parkinson's e determinadas desordens auto-imunes tais como sindrome de Sjögren, doença celíaca, e artrite reumatoide. A sindrome pode igualmente agravar-se na gravidez.[10] Em um estudo 2007, a sindrome das pernas inquietas foi detectado em 36% dos pacientes que atendem a uma clínica de doenças da veia, comparada a 18% em um grupo de controle.[11]


Determinados medicamentos podem causar ou agravar a sindrome, ou cause-la secundariamente, incluindo:
alguns antieméticos (os antidopaminérgicos)
determinados anti-histamínicos (frequentemente em medicamentos para resfriados disponíveis em farmácias)
vários antidepressivos (triciclicos mais antigos e inibidores seletivos de recaptação de serotonina mais recentes) [12]
antipsicóticos e determinados anticonvulsivos.
um efeito da repercussão de drogas sedativo-hipnóticas tais como uma síndrome de abstinencia de benzodiazepina, ou interrupção de tranquilizantes ou dos comprimidos de dormir.[13]
A hipoglicemia também pode igualmente agravar os sintomas da sindrome das pernas inquietas.[14]
A desintoxicação de opiáceos foi associada como fator causador da sindrome assim como os efeitos da abstinencia.[15]


Ambos os estágios da sindrome de pernas inquietas, tanto o preliminar quanto o secundário pode ser agravado por cirurgia de qualquer tipo; entretanto, cirurgia nas costas pode ser associada com a causa da sindrome.[16]


Alguns peritos acreditam que a sindrome das pernas inquietas e a sindrome do movimento periódico dos membros estão associados fortemente com o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade. A dopamina parece fatorar em condições e em medicamentos para o tratamento de ambos o que influencia os níveis de dopamina no cérebro.[17]


A causa contra o efeito de determinadas circunstâncias e dos comportamentos observados em alguns pacientes (ex. o peso adicional, a falta do exercício, a depressão ou outras doenças mentais) não são bem conhecidos. A perda de sono devido a sindrome poderia causar as circunstâncias, ou a medicação usada para tratar uma circunstância poderia causa-la.[18][19]
Referências

(1)^ Walters, AS; Hickey, K; Maltzman, J; Verrico, T; Joseph, D; Hening, W; Wilson, V; Chokroverty, S (1996). "A questionnaire study of 138 patients with restless legs syndrome: the 'Night-Walkers' survey". Neurology 46 (1): 92–5.
(2)^ "Restless Legs Syndrome Fact Sheet". National Institute of Neurological Disorders and Stroke.http://www.ninds.nih.gov/disorders/restless_legs/detail_restless_legs.htm.
[3]^ Allen, R (2004). "Dopamine and iron in the pathophysiology of restless legs syndrome (RLS)". Sleep Medicine 5 (4): 385–91. doi:10.1016/j.sleep.2004.01.012. PMID 15222997.
[4]^ Clemens, S.; Rye, D; Hochman, S (2006). "Restless legs syndrome: Revisiting the dopamine hypothesis from the spinal cord perspective". Neurology 67 (1): 125–130. doi:10.1212/01.wnl.0000223316.53428.c9. PMID 16832090.
[5]^ Earley, C; Bbarker, P; Horska, A; Allen, R (2006). "MRI-determined regional brain iron concentrations in early- and late-onset restless legs syndrome". Sleep Medicine 7 (5): 458–61. doi:10.1016/j.sleep.2005.11.009. PMID 16740411.
[6]^ Allen, Richard P.; Connor, James R.; Hyland, Keith; Earley, Christopher J. (2009). "Abnormally increased CSF 3-Ortho-methyldopa (3-OMD) in untreated restless legs syndrome (RLS) patients indicates more severe disease and possibly abnormally increased dopamine synthesis". Sleep Medicine 10 (1): 123–128. doi:10.1016/j.sleep.2007.11.012. PMC 2655320. PMID 18226951.
(7)^ Godau, Jana; Klose, Uwe; Di Santo, Adriana; Schweitzer, Katherine; Berg, Daniela (2008). "Multiregional brain iron deficiency in restless legs syndrome". Movement Disorders 23 (8): 1184–1187. doi:10.1002/mds.22070. PMID 18442125.
[8]^ "Restless legs syndrome: detection and management in primary care. National Heart, Lung, and Blood Institute Working Group on Restless Legs Syndrome". American family physician 62 (1): 108–14. 2000. PMID 10905782.
[9]^ "Rangarajan S, D'Souza GA. Restless legs syndrome in Indian patients having iron deficiency anemia in a tertiary care hospital.". Sleep Medicine 8 (3): 247–51. April 2007. PMID 17368978.
[10]^ Pantaleo, Nicholas P.; Hening, Wayne A.; Allen, Richard P.; Earley, Christopher J. (2010). "Pregnancy accounts for most of the gender difference in prevalence of familial RLS". Sleep Medicine 11 (3): 310–313. doi:10.1016/j.sleep.2009.04.005. PMC 2830334.PMID 19592302.
[11]^ McDonagh, B; King, T; Guptan, R C (2007). "Restless legs syndrome in patients with chronic venous disorders: an untold story". Phlebology 22 (4): 156–63. doi:10.1258/026835507781477145. PMID 18265529.
[12]^ Rottach, K; Schaner, B; Kirch, M; Zivotofsky, A; Teufel, L; Gallwitz, T; Messer, T (2008). "Restless legs syndrome as side effect of second generation antidepressants". Journal of Psychiatric Research 43 (1): 70–5. doi:10.1016/j.jpsychires.2008.02.006. PMID 18468624.
[13]^ Ashton, H (1991). "Protracted withdrawal syndromes from benzodiazepines". Journal of Substance Abuse Treatment 8 (1–2): 19–28. doi:10.1016/0740-5472(91)90023-4. PMID 1675688.
[14]^ Kurlan, Roger (2004). "Postprandial (Reactive) hypoglycemia and restless leg syndrome: Related neurologic disorders?". Movement Disorders 13 (3): 619–20. doi:10.1002/mds.870130349. PMID 9613772.
[15]^ Scherbaum, N.; Stüper, B.; Bonnet, U.; Gastpar, M. (2003). "Transient Restless Legs-like Syndrome as a Complication of Opiate Withrawal". Pharmacopsychiatry 36 (2): 70–2. doi:10.1055/s-2003-39047. PMID 12734764.
[16]^ Crotti, Francesco Maria; Carai, A.; Carai, M.; Sgaramella, E.; Sias, W. (2005). Entrapment of crural branches of the common peroneal nerve. 97. pp. 69–70. doi:10.1007/3-211-27458-8_15.
[17]^ Attention deficit hyperactivity disorder—Other Disorders Associated with ADHD, University of Maryland Medical Center.
[18]^ "Exercise and Restless Legs Syndrome". http://www.medscape.com/viewarticle/545408_2. Retrieved 2008-05-28.
[19] ^ "Restless Legs Syndrome Linked To Psychiatric Conditions".http://www.sciencedaily.com/releases/2005/10/051031132243.htm. Retrieved 2008-05-28.

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