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terça-feira, 19 de agosto de 2014

O que e boneco de Vudu

O que é Boneco de Vudu

Um boneco de Vudu ou boneca de Vudu é um totem usado nos rituais vuduistas de tradição.

É aparentemente um objeto comum submetido à feitiçaria e encantamentos feitos através de rituais específicos que visa obrigar a determinada pessoa a fazer o que queremos que ela faça independentemente da sua vontade.

Para uma pessoa assim, diz-se que ela está encantada.

As feitiçarias de Vudu visam obter de determinada pessoa a concordância para o sexo, para fornecer a outro o dinheiro que tem e submeter-se à vontade do encomendante.

A Lei do Retorno é inexorável e o mandante e executante do Vudu pagarão caro nesta e em outras vidas por seus atos que violam o livre arbítrio humano.

Um feitiço é comumente chamado de amarração e custa a partir de dez mil reais, segundo anunciado na internet. 

O feiticeiro promete humilhar a pessoa alvo do vudu colocando-a aos pés do mandante que pode então fazer o que quiser com ela.

Segundo o anunciante, o vudu é feito em mata fechada, com 7 ou 14 oferendas distintas para entidades do Astral. São envolvidas diversas entidades conjuradas para executar o feitiço. São conjurados chefes de cabeça que tem outras entidades sob seu comando.

O feiticeiro elabora com a boneca de vudu um testemunho semelhante ao usado para a prática do bem como na radiestesia e outras mancias.

O Vudu também é conhecido como Trabalho de Magia Negra.
Ele compromete carmicamente toda uma vida do mandante e muitas vidas ainda do executor do feitiço que por saber das suas consequências responde por eles com maior intensidade. Quem encomenda um trabalho desta natureza quer em geral usar e abusar da sua vítima, humilhando-a e apropriando-se se todos os seus bens materiais.

Existem trabalhos de feitiçaria de todos os tipos, assim como charlatões de todos os tipos dispostos a explorar as pessoas.

Em todo o mundo a estimativa é de que mais de 25 milhões de pessoas praticam a magia negra de alguma maneira.

A Umbanda, religião brasileira, surgiu como uma forma da Espiritualidade Superior reduzir esta prática levando as pessoas simples, ignorantes, porém bem intencionadas à prática do bem, neutralizando a maldade como recurso de ultima hora para o planeta Terra em Expiação e Provas a fim de que como é chegada a hora o planeta Terra passe para Mundo em Regeneração.

O que é Vodu
Fonte: http://www.significados.com.br/vodu/

Vodu é um misto de crenças cristãs e ritos africanos, onde o elemento sobrenatural é preponderante. 

É um ritual de culto a deuses de origem africana e aos santos mais representativos da Igreja Católica.

O vodu teve origem na África e foi trazido pelos escravos que vieram para a América, na época da colonização.

O vodu é uma religião que cultua os antepassados e entidades chamadas de loas. 

Cada loa é reverenciada no seu dia próprio, onde animais (galinha, cabra), são sacrificados e oferecidos, junto com frutas e outras comidas.

Os hogans (feiticeiros) são verdadeiros chefes espirituais. 
As mulheres que conduzem o ritual são chamadas de mambu.

Os rituais de vodu, chamados de magia negra, são acompanhados de danças, cantos e músicas tocadas em instrumentos de percussão. Os participantes, vestidos com roupas típicas, entram em transe e incorporam os loas (os bons e os maus espíritos).

No Brasil o vodu misturou-se a outras práticas religiosas, principalmente o catolicismo. Em cada estado recebeu um nome e característica próprias: na Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo passou a ser chamado Candomblé jeje; no Maranhão e no Amazonas Tambor de Minas e em Pernambuco o Xangô.

No Haiti, país da América Central, o vodu é a religião cultuada pela maioria da população. 
A feitiçaria e o Estado estiveram ligados durante toda a história haitiana. 
Desde cedo os governantes proclamavam ser homens sobrenaturais, pois contavam simultaneamente com a força do Estado e com sua condição de bruxos eficientes.  Quase todos os homens que governaram o país, comandavam paralelamente as danças cerimoniais.

Para saber mais, clique sobre Mais Informações, abaixo



O que é Vudu
Vodum
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Vodum

Vodu, vodum e vudu são termos que se referem aos ramos de uma tradição religiosa teísta-animista baseada nos ancestrais que tem as suas raízes primárias entre os povos Ewe-Fon do Benim, onde é, hoje, a religião nacional, com mais de 7 milhões de adeptos. 

Além da tradição fon, ou do Daomé, que permaneceu na África, existem tradições relacionadas que lançaram raízes no Novo Mundo durante a época do tráfico transatlântico de escravos (século 16 - século 19) e que persistem até hoje, como o candomblé brasileiro, o vodu haitiano, a santería cubana, o vudu da Luisiana etc. "Vodum" pode designar tanto a religião quanto os espíritos centrais nessa religião.

Índice 
1 África
2 Brasil
3 Cuba
4 Estados Unidos
5 Haiti
6 Jamaica
7 Voduns
8 Rituais
8.1 Iniciação
9 Hierarquia
10 Referências
11 Referências
12 Ver também
13 Ligações externas

África
Ver artigo principal: vodum da África Ocidental

Área original do vodu e das línguas gbe

O vodum da África Ocidental (Vodun ou Vudun na língua fon do Benin e da Nigéria e na língua ewe do Togo e Gana) é uma religião tradicional da costa da África Ocidental, da Nigéria a Gana

É distinta das religiões animistas tradicionais do interior desses mesmos países, e semelhante a diversas religiões surgidas com a diáspora africana no Novo Mundo, como o vodu haitiano, o vodu da República Dominicana, o candomblé jeje no Brasil, o voodoo da Luisiana e a santería em Cuba, que sãosincretizadas com o cristianismo e as religiões tradicionais africanas do povo bacongo.

É praticado pelos Ewe, Kabye, Mina, Fon e (com um nome diferente) os povos iorubás do sudeste do Gana, Togo meridional e central, Benin meridional e central, e sudoeste da Nigéria.

 A palavra vodún (pronunciado vodṹ - ou seja, com um u nasal em um tom alto) é o termo Gbe (Ewe-Fon) para a palavra "espírito".

60% da população do Benim, cerca de 4,5 milhões de pessoas, pratica vodum. Além disso, muitos dos 15% da população beninense que denominam-se "cristãos" praticam, na verdade, uma religião sincretizada, semelhante ao vodu haitiano ou ao candomblé brasileiro

Muitos deles são descendentes de escravos libertos brasileiros que se fixaram na costa perto de Ouidah

Em Togo, cerca de metade da população indígena pratica religiões, das quais o vodum é, de longe, a mais seguida, com cerca de 2,5 milhões de seguidores. Pode haver outros milhões de vodúnsis entre os ewés de Gana: 13% da população de 20 milhões são ewe e 38% dos ganenses pratica religiões tradicionais

Cerca de 14 milhões dos nigerianos pratica religiões tradicionais, principalmente o vodum.

Brasil

A tradição e a cultura dos escravos jejes, ewés, fons, minas, fantes e axântis deram origem no Brasil às tradições conhecidas como
Candomblé jeje: teve início em Salvador e no Recôncavo baiano, nas cidades de Cachoeira e São Félix e outras, depois migrou para o Rio de Janeiro, São Paulo em maior número.

Tambor de Mina: ficou restrito a São Luís do Maranhão com a única casa de Jeje-Mina no Brasil que é a Casa das Minas.
Xangô do Nordeste, Xangô do Recife, Xangô de Pernambuco ou Nagô-Egbá ou Jeje-Nagô: teve início na Região Nordeste do Brasil. Uma parte migrou depois para outros estados.
Tambor do Golfo

Cuba

A tradição fon mais ou menos "pura" de Cuba é conhecida como La Regla Arará. Ver também: Santería.

Estados Unidos
Ver artigo principal: Voodoo da Louisiana

É importante notar que a palavra Voodoo é a mais comum, conhecida e usada na cultura popular americana, embora seja vista como ofensiva pelas comunidades praticantes da Diáspora africana. As soletrações diferentes deste termo podem ser explicadas como segue:

A palavra voodoo é usada para descrever a tradição creole de New Orleans; vodou é usado para descrever a tradição voduhaitiana.

O vudu da Luisiana, também conhecido como New Orleans Voodoo, é uma religião da diáspora africana, uma forma de espiritualidade que foi desenvolvida falando-se a língua francesa e o Creolo pela população Afro-americana do estado de Luisiana, nos Estados Unidos.

Haiti
Ver artigo principal: vodu haitiano

Bandeira vodu

O vodu haitiano, chamado de Sèvis Gine ("serviço africano") no Haiti, tem também fortes elementos dos povos Igbo, Congo da África Centrale o ioruba da Nigéria, embora muitos povos diferentes ou "nações" da África tenham representação na liturgia do Sèvis Gine, assim como os índios tainos, os povos originais da ilha agora conhecida como Hispaniola.

Formas crioulas de vodu existem no Haiti (onde é nativo), na República Dominicana, em partes de Cuba, e nos Estados Unidos, e em outros lugares em que os imigrantes de Haiti dispersaram durante os anos. 

É similar a outras religiões da diáspora africana, tais como Lukumi ou Regla de Ocha (conhecida também como santería) em Cuba, e candomblé no Brasil, todas essas religiões que evoluíram entre descendentes de africanos transplantados nas Américas.

Jamaica

Obeah é uma forma de religião ou culto de ancestrais africanos praticado na Jamaica, Voduns.

Voduns

Mawu é o ser supremo dos povos Ewe e Fon, que criou a terra e os seres vivos e engendrou os voduns, divindades que a ("Mawu" é do gênero feminino) secundariam no comando do universo. 

Ela é associada a Lissá, que é masculino, e também corresponsável pela criação, e os voduns são filhos e descendentes de ambos. 

A divindade dupla Mawu-Lissá é intitulada Dadá Segbô (Grande Pai Espírito Vital).

Loko: é o primogênito dos voduns. Representado pela árvore sagrada Ficus idolatrica ou Ficus doliaria (gameleira-branca).

Gu: vodum dos metais, guerra, fogo, e tecnologia.

Heviossô: vodum que comanda os raios e relâmpagos.

Sakpatá: vodum da varíola.
Dan: vodum da riqueza, representado pela serpente do arco-íris.
Agué: vodum da caça e protetor das florestas.
Agbê: vodum dono dos mares.
Ayizan: vodum feminino dona da crosta terrestre e dos mercados.
Agassu: vodum que representa a linhagem real do Reino do Daomé.
Aguê: vodum que representa a terra firme.
Legba: o caçula de Mawu e Lissá. Representa as entradas e saídas e a sexualidade.
Fa: vodum da adivinhação e do destino.

Os voduns na África são agrupados em "famílias" chefiadas por um vodum principal, ora representando um elemento ou fenômeno da natureza, ora da cultura. Existem, basicamente, 4 famílias principais:

1- Os Ji-vodun, ou "voduns do alto", chefiados por Sô (forma basilar de Heviossô).

2- Os Ayi-vodun, que são os voduns da terra, chefiados por Sakpatá.

3- Os Tô-vodun, que são voduns próprios de uma determinada localidade (variados).

4- Os Henu-vodun, que são voduns cultuados por certos clãs que se consideram seus descendentes (variados).

No Brasil, os voduns são cultuados nos terreiros de candomblé, sobretudo nos da nação jeje, onde ainda se conserva alguma lembrança da divisão por famílias.

Rituais

Voduns não usam roupas luxuosas, não gostam de roupas de festa e, geralmente, preferem a boa e velha roupa de ração

As danças são cadenciadas em um ritmo mais denso e pesado. 

Os voduns estão sempre de olhos abertos e, salvo algumas exceções, conversam (usando preferencialmente um dialeto próprio) e dão conselhos a quem os procura.


Iniciação

A iniciação ao culto dos voduns é complexa é longa e pode envolver longas caminhadas a santuários e mercados e períodos de reclusão dentro do convento ou terreiro hunkpame que podem chegar a durar um ano, quando os neófitos são submetidos a uma dura rotina de danças, preces, aprendizagem de línguas sagradas e votos de segredo e obediência.

Hierarquia

Bokonon - Sacerdote do vodum Fa equivalente ao Babalawo.

Doté Sacerdotes (homens) da família de Sogbo e Doné sacerdotisas (mulheres). 
Esse título é usado no Terreiro do Bogum, onde também são usados os títulos Gaiaku e Mejitó. Similar à Iyalorixá.

Noche - Sacerdotisas do Jeje-Mina.
Vodúnsi - após 1 ano da iniciação.
Kajekaji - iniciado que ainda não completou o ciclo de obrigações.

O Commons possui imagens e outros ficheiros sobre Vodum
Referências

Referências

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Bastide. R. African Civilizations in the New World. New York: Harper Torchbooks, 1971.
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Herskovits, M.J. and Hersovits, F.S. Dahomey: An Ancient West African Kingdom. Evanston, IL: Northwestern University,
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Ligações externas 
em inglês

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