Google Tag Manager

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Como dormir melhor

Como dormir melhor

A melhor coisa na vida é dormir.
Por que dormir é tão bom?



Por que dormir é tão bom?

Por: Juliana Miranda, Site de Curiosidades


Sabe aquele dia estressante de trabalho em que você só consegue pensar: “como eu quero chegar em casa e dormir”?

Pois bem, isso é sua mente te mostrando aquilo que você gostaria de estar fazendo. 

Nós pensamos que queremos dormir porque o nosso cérebro sabe o quão gostosa e importante é uma boa noite de sono.

O sono nos revigora, nos dá ânimo novo e nos desliga dos problemas, por isso dormir é tão bom! Além disso, o sono também desempenha funções essenciais no nosso corpo.

Dormir relaxa corpo e mente. 

Uma noite de 6 a 8 horas bem dormidas nos alivia e nos protege da depressão.

Pessoas que dormem de seis a oito horas por dia queimam mais gorduras, apresentam bons níveis de pressão arterial, apresentam uma memória fortalecida e são mais felizes.

Dormir bem é essencial para se ter qualidade de vida, pois isso melhora o desempenho físico e combate a osteoporose, o diabetes e as doenças cardiovasculares.

Como dormir Melhor
O mais importante: Respirar bem e livremente, sem  roncos.

Eis alguns exemplos de dificuldades respiratórias ao dormir.


Dúvidas sobre Apneia do Sono




É pessoal

1/9Getty Images
Mulher dormindo
Mulher dormindo com despertador: tente transformar seu descanso em uma rotina saudável, dedicando tempo necessário para cada tarefa
Oito horas que nada. O sono tem cinco fases e ocorre em ciclos de 90 minutos. A ideia de dividir o dia em três e ter oito horas de sono é cria da Revolução Industrial e não funciona para todo mundo. Alguns organismos podem precisar de seis horas de sono, outros nove.

Recuperação do sono, uma ilusão

1/9Rudolf Kotulán / Dreamstime
Mulher dormindo
Não adianta. Dormir mais aos finais de semana não é suficiente para reparar todos os danos causados à saúde pelas poucas horas de sono durante o restante da semana. O hábito pode até diminuir a sensação de sonolência e o stress, mas não é capaz de evitar problemas causados pela privação do sono, como dificuldade de concentração.

Sério, desliga esse celular

1/9Lucy LambriexCollection:Flickr
Homem usa celular ao lado de mulher dormindo
Homem usa celular ao lado de mulher dormindo
Ficar no Whatsapp e Facebook antes de dormir é cilada. Uma pesquisa recente indicou que trocar muitas mensagens pelo celular durante a noite são mais propensas a ter insônia, dormir poucas horas ou sentir mais cansaço ao longo do dia seguinte.

Aparência

1/9ChinaFotoPress/Getty Image
Jovem dormindo em parque público
Não dormir direito te deixa feio. A falta de sono reduz a liberação de hormônio de crescimento que, nos adultos, reduz os processos de regeneração celular. Isso resulta em flacidez, envelhecimento precoce, cabelo debilitado e um sistema imunológico enfraquecido. Além, é claro, de olheiras.

Perigo à saúde

1/9Blend Images - Hill Street StudiosCollection/Brand X Pictures
Menina dormindo em mesa de estudo
Você pode até morrer. Sim, estudos conduzidos com ratos comprovam que se você não dormir de jeito nenhum dentro de alguns dias a morte é uma certeza. Além disso, um estudo publicado no periódico "Sleep" indica que dormir menos do que seis horas aumenta em 12% o risco de morte prematura. Para mais de nove horas, o risco era de 30%.

À base de remédios

1/9Marcos Santos/USP Imagens
Medicamentos / remédios
Dormir mal é caso de saúde pública no Brasil. Os três medicamentos tarja-preta mais vendidos (Rivotril, Lexotan e Frontal) no país são ansiolíticos, que acalmam e ajudam a dormir. Juntos, os medicamentos vendem quase 15 milhões de caixas por ano.

Dormir mal faz mal ao cérebro

1/9Matthijs van Heerikhuize / Stock Xchng
Homem dormindo ao ar livre
Virar a noite sem dormir pode afetar bastante o organismo e as tarefas do dia
Dormir mal também pode causar danos cerebrais. Uma pesquisa divulgada no periódico Sleep indicou que uma noite de sono mal dormida pode aumentar em cerca de 20% de duas moléculas presentes no cérebro, a enolase neurônio-específica e a proteína S-100B. O número dessas moléculas aumentam no sangue sempre que ocorrem lesões cerebrais.

Alivia a dor

1/9Maxim Kourov/Stock.xchng
Mulher dormindo na floresta
Segundo cientistas, as sestas podem ajudar atividades de aprendizagem intensiva
Sonho conta como terapia. A fase do sono onde acontecem os sonhos, conhecida como REM (movimento rápido dos olhos, sigla em inglês), é importante para que o cérebro consiga controlar as memórias dolorosas. É “nos sonhos” que o cérebro ameniza nossa sensação em relação às memórias dolorosas.

Sono
Para saber mais, clique sobre Mais Informações, abaixo.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sono

Sono (do latim somnus, com o mesmo significado) é um estado ordinário de consciência, complementar ao da vigília (ou estado desperto), em que há repouso normal e periódico, caracterizado, tanto no ser humano como nos outros vertebrados, pela suspensão temporária da atividade perceptivo-sensorial e motora voluntária.

Ao dizer-se complementar, em conjugação com ordinário, quer-se significar tão somente que, na maioria dos indivíduos (com destaque, aqui, para os humanos), tais estados de consciência alternam-se, complementando-se ordinária, periódica e regularmente.

O estado de sono é caracterizado por um padrão de ondas cerebrais típico, essencialmente diferente do padrão do estado de vigília, bem como do verificado nos demais estados de consciência
Dormir, nesta acepção, significa passar do estado de vigília para o estado de sono. 
No ser humano o ciclo do sono é formado por cinco estágios e dura cerca de noventa minutos (podendo chegar a 120 minutos). 
Ele se repete durante quatro ou cinco vezes durante o sono. 
Do que se tem registro na literatura especializada, o período mais longo que uma pessoa já conseguiu ficar sem dormir foi de onze dias.

Os fins e os mecanismos do sono ainda não são inteiramente claros para a ciência, mas são objeto de intensa investigação.1

Índice
1 Introdução
2 O ciclo do sono
2.1 Sono NREM
2.2 Sono REM
3 Distúrbios
3.1 Fatores ambientais
4 Sono maçónico
5 Ver também
6 Referências
7 Ligações externas


Introdução

Uma criança adormecida

Pode definir-se sono como "um período de repouso para o corpo e a mente, durante o qual a volição e a consciência estão em inatividade parcial ou completa".2 Já Friedman (1795-1827) definiu sono como "sendo o desencadear deliberado de uma alteração ou redução do estado consciente, que dura muitíssimo, em média 8 horas (…) tendo início sensivelmente à mesma hora, em cada período de 24 horas, e (…) resultando, geralmente, em sensação de energia física, psíquica e intelectual restabelecida".

Existem várias definições do sono apresentadas por diferentes autores, e, no geral, complementam-se umas às outras.

O sono é importante para a recuperação da saúde em situação de doença3 , enquanto a privação deste pode afetar a regeneração celular assim como a total recuperação da função imunitária.

O total de horas de sono para uma pessoa está normalmente entre as sete e as oito horas. 4
O ciclo do sono
Um ciclo do sono dura cerca de noventa minutos, ocorrendo quatro a cinco ciclos num período de sono noturno. Oito horas é o ideal para dormir. Segundo LAVIE (1998, 45), o número de ciclos por noite depende do tempo do sono, acrescentando, ainda, que "o sono de uma pessoa jovem é, habitualmente, composto por quatro ou cinco desses ciclos, com tendência à redução com o avançar da idade". No entanto, o padrão comum varia entre quatro a cinco ciclos.

Durante o sono, o indivíduo passa, geralmente por ciclos repetitivos, começando pelo estágio 1 do sono NREM, progredindo até o estágio 4, regride para o estágio 2, e entra em sono REM. Volta de novo ao estágio 2 e assim se repete novamente todo o ciclo.

Nos primeiros ciclos do sono, os períodos de NREM (mais concretamente o estágio 3 e 4) têm uma duração maior que o REM. À medida que o sono vai progredindo, os estágios 3 e 4 começam a encurtar e o período REM começa a aumentar. Na primeira parte do sono predomina o NREM, sendo os períodos REM mais duradouros na segunda metade.

O sono divide-se em dois tipos fisiologicamente distintos:
NREM (Non Rapid Eye Movement ou "Movimento Não Rápido dos Olhos"); e
REM (Rapid Eye Movement ou "Movimento Rápido dos Olhos").
Sono NREM
O sono NREM (ou não-REM) ocupa cerca de 75% do tempo do sono e divide-se em quatro períodos distintos conhecidos como estágios 1, 2, 3 e 4.
Estágio 1:

Começa com uma sonolência. Dura aproximadamente cinco minutos. A pessoa adormece. É caracterizado por um EEG semelhante ao do estado de vigília. Esse estágio tem uma duração de um a dois minutos, estando o indivíduo facilmente despertável. Predominam sensações de vagueio, pensamentos incertos, mioclonias das mãos e dos pés, lenta contração e dilatação pupilar. Nessa fase, a atividade onírica está sempre relacionada com acontecimentos vividos recentemente.
Estágio 2:

Caracteriza-se por a pessoa já dormir, porém não profundamente. Dura cerca de cinco a quinze minutos. O eletroencefalograma mostra frequências de ondas mais lentas, aparecendo o complexo K. Nessa fase, os despertares por estimulação táctil, fala ou movimentos corporais são mais difíceis do que no anterior estágio. Aqui a atividade onírica já pode surgir sob a forma de sonho com uma história integrada.
Estágio 3:
Tem muitas semelhanças com o estágio 4, daí serem quase sempre associados em termos bibliográficos quando são caracterizados. Nessas fases, os estímulos necessários para acordar são maiores. Do estágio 3 para o estágio 4, há uma progressão da dificuldade de despertar. Esse estágio tem a duração de cerca de quinze a vinte minutos.
Estágio 4:
São quarenta minutos de sono profundo. É muito difícil acordar alguém nessa fase de sono. Depois, a pessoa retorna ao terceiro estágio (por cinco minutos) e ao segundo estágio (por mais quinze minutos). Entra, então, no sono REM.

Este estágio NREM do sono caracteriza-se pela secreção do hormônio do crescimento em grandes quantidades, promovendo a síntese proteica, o crescimento e reparação tecidular, inibindo, assim, o catabolismo.5 O sono NREM tem, pois, um papel anabólico, sendo essencialmente um período de conservação e recuperação de energia física.
Sono REM
O sono REM caracteriza-se por uma intensa atividade registrada no eletroencefalograma (EEG) seguida por flacidez e paralisia funcional dos músculos esqueléticos. Nesta fase, a atividade cerebral é semelhante à do estado de vigília. Deste modo, o sono REM é também denominado por vários autores como sono paradoxal, podendo mesmo falar-se em estado dissociativo.

Nesta fase do sono, a atividade onírica é intensa, sendo sobretudo sonhos envolvendo situações emocionalmente muito fortes.

É durante essa fase que é feita integração da atividade cotidiana, isto é, a separação do comum do importante. Estudos também demonstram que é durante o REM que sonhos ocorrem. A fase representa 20 a 25% do tempo total de sono e surge em intervalos de sessenta a noventa minutos. É essencial para o bem-estar físico e psicológico do indivíduo.
Distúrbios
Exitem vários distúrbios do sono, tais como:
Ronco
Apneia do sono
Insônia
Narcolepsia
Hipersonia
Síndrome de Kleine-Levin
Síndrome do atraso das fases do sono (SAFS)

A polissonografia pode ajudar a tratar os distúrbios do sono.
Fatores ambientais
Segundo Phipps (1995) o sono é uma das muitas ocorrências biológicas que tem lugar à mesma hora, cada 24 horas.

A necessidade diária de sono varia, não só de indivíduo para indivíduo (variação inter-individual), como também no mesmo indivíduo (variação intra-individual) de dia para dia. Existem vários factores que contribuem para a alteração do padrão de sono, nomeadamente factores físicos, sócio-culturais, psicológicos, ambientais e outros. Segundo um estudo efetuado por DLIN e colaboradores (citados por THELAN, 1996), dentro do ambiente temos então:
Ruído: o ruído pode ser visto como um perigo ambiental que cria desconforto e pode interferir com o sono e repouso do doente, uma vez que ativa o sistema nervoso simpático cuja estimulação é responsável pelo estado de vigília ou alerta do indivíduo.
Luz: muitas pessoas apresentam um nível de sensibilidade elevado à luz, sendo por isso facilmente perturbadas durante o sono mesmo que seja uma luz de pouca intensidade.
Temperatura: tendo em conta que a temperatura corporal atinge o seu pico ao final da tarde ou princípio da noite e depois vai baixando progressivamente, atingindo o ponto mais baixo ao início da manhã, uma diminuição ou um aumento da temperatura ambiente faz, geralmente, acordar a pessoa ou cria-lhe um certo desconforto que o impossibilita de dormir.
Sonho ou pesadelo: Geralmente o sonho, ou pesadelo começa a interferir o sono quando a pessoa já esta bastante tempo adormecido. Os dois fatores podem ser bastante responsáveis pela perda de sono.

Também podem ocorrer "sensações" de fuga ou luta durante os últimos estágios do sono NREM, como ouvir o som do despertador tocando, o choro do bebê ou um chamado pelo seu nome.6

Sono maçônico
Existe na maçonaria a palavra sono como terminologia para designar o estado dos maçons que optaram por ficar dormentes7 .
Ver também

O Wikiquote possui citações de ou sobre: Sono
Ronco
Insônia
Sonolência excessiva diurna
Sonífero
Adormecer
Narcolepsia
Hipersônia idiopática do sistema nervoso central (SNC)
Sonambulismo
Apneia do sono
Neurofisiologia
Sono polifásico
Enurese noturna
Sonho lúcido
Privação do sono
Sonho
Referências

Ir para cima↑ Bingham, Roger; Terrence Sejnowski, Jerry Siegel, Mark Eric Dyken, Charles Czeisler, Paul Shaw, Ralph Greenspan, Satchin Panda, Philip Low, Robert Stickgold, Sara Mednick, Allan Pack, Luis de Lecea, David Dinges, Dan Kripke, Giulio Tononi (February 2007). Waking Up To Sleep (Several conference videos) The Science Network. Visitado em 2008-01-25.
Ir para cima↑ DORLAND citado por ROPER; LOGAN; TIERNEY, 1993, 466
Ir para cima↑ Fontaine, Briggs e Popoe-Smith (2001)
Ir para cima↑ Ricardo Teixeira (novembro de 2008). Afinal, devemos dormir quantas horas por dia? Jornal Conversa Pessoal no Portal do Senado do Brasil. Visitado em 8 de agosto de 2012.
Ir para cima↑ (cf. BOLANDER, 1998)
Ir para cima↑ Corpo e Saúde, Seleções do Reader's Digest
Ir para cima↑ Sono, Dicionários de Termos Maçónicos, Sol Brilhando
Ligações externas
Dr. Drauzio Varella - Distúrbios do sono
Perturbações do sono
De olhos bem fechados - Noites bem dormidas podem valer dias melhores
Apneia do sono
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Apneia_de_sono

Apneia de sono


Classificação e recursos externos
CID-10 G47.3
CID-9 780.51780.53780.57)
MeSH D012891,Apnea&field=entry#TreeC10.886.425.800.750 C10.886.425.800.750
Aviso médico


Apneia do sono, apneia noturna (FO 1943: apnéia) ou Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS), segundo aAmerican Academy of Sleep Medicine (AASM), é definida como uma condição clínica caracterizada por episódios repetitivos de obstrução da via aérea superior durante o sono, resultando frequentemente em dessaturação de oxigénio e microdespertares1 . Estão identificados vários eventos respiratórios na SAOS, sendo os mais comuns a apneia obstrutiva, a hipopneia e o RERA (respiratory effort-related arousal - em português "Aumento da Resistência das Vias Aéreas Superiores"). A actualização mais recente do Manual of the Scoring of Sleep and Associated Events da AASM, define a apneia obstrutiva como uma redução de 90% do fluxo aéreo, durante pelo menos dez segundos, com o esforço respiratório mantido ou aumentado2



Índice
1 Epidemiologia
2 Características
3 Causas
3.1 Comorbidades comuns
4 Fisiopatologia
5 Diagnóstico
6 Tratamento
7 História
8 Ver também
9 Referências


Epidemiologia

Entre a população geral casos de apneia-hipopneia variam de 1% a 8% em homens e de 1,2% a 2,5% em mulheres, subindo para 10% da população acima de 65 anos e para 46% entre motoristas profissionais3

Características

A falta de fluxo de ar adequada geralmente resulta em dessaturação da oxihemoglobina e, no caso de eventos prolongados, em aumento progressivo da pressão parcial de dióxido de carbono no sangue arterial (PaCO2). Na maior parte das vezes, as apneias não são suficientes para despertar a pessoa, mas há uma alteração no padrão de sono, passando do sono profundo para um sono mais superficial. Como este sono não é repousante, as manifestações típicas são uma sensação de "noite mal dormida" ao despertar, assim como fadiga e sonolência durante o dia. O diagnóstico é confirmado através da polissonografia ou por um estudo cardio-respiratório, comummente conhecido como "estudo do sono".

Níveis clinicamente significativos de apneia do sono são definidos como cinco ou mais episódios por hora de qualquer tipo de apneia, através do estudo do sono. Existem três formas distintas de apneia do sono: central, obstrutiva e mista ou complexa (i.e., uma combinação da central e obstrutiva). Na apneia do sono do tipo central, a respiração é interrompida pela "falta de esforço respiratório"; na apneia do sono do tipo obstrutivo, a respiração é interrompida por um bloqueio físico ao fluxo aéreo "apesar de esforço respiratório". Na apneia do sono complexa (ou mista), há uma transição de características centrais para obstrutivas durante os eventos.

Em qualquer um dos tipos, o indivíduo com apneia do sono está raramente consciente de que tem dificuldade para respirar, mesmo depois de acordado. Apneia do sono é, muitas vezes identificada como um problema por outras pessoas que testemunham o indivíduo durante os episódios (durante o sono) ou porque apresentam sintomas típicos da patologia. Os sintomas podem estar presentes por anos (ou mesmo décadas) sem identificação.

Causas

Dos fatores predisponentes incluem-se:
Sexo masculino (duas vezes mais comum em homens)4
Aumento da idade (mais comum após os 35 anos)5
Aumento do Índice de Massa Corporal (IMC) (quanto maior o peso maior o risco)5
Obesidade central (abdomen >94 cm nos homens e >80 cm nas mulheres indicam risco) 3
Hormônios estrogênios e androgênios. 6
Hereditariedade (entre 22 e 84% maior risco entre parentes sanguíneos). 7

Aumento da complacência das vias aéreas superiores por:
Uso de drogas miorrelaxantes, álcool, sedativos
Circunferência do pescoço maior que 40cm. 8
Tabagismo (ativo e passivo)

Na infância:
Hipertrofia de tecido linfóide das vias aéreas superiores (adenoides e amígdalas)
Malformações congênitas (síndromes genéticas, micrognatia, retrognatia)

Comorbidades comuns

Apneia e hipopneia estão frequentemente correlacionados com:
Diabetes - 50% dos diabéticos têm apneia do sono.
Obesidade - 70% das pessoas com apneia ou hipopneia do sono estão obesas 3 e 70% dos obesos tem apneia ou hipopneia, subindo para 80% entre obesos mórbidos 5 .
Hipertensão - 35% dos hipertensos têm apneia do sono.
Insuficiência cardíaca - 50% dos pacientes com insuficiência cardíaca têm apneia do sono.
Infarto - 30% a 50% dos pacientes infartados têm apneia do sono.
Arritmia cardíaca.
Fibrilação atrial - 50% dos pacientes com fibrilação atrial têm apneia do sono.
AVC - 50% dos pacientes com AVC (Acidente Vascular Cerebral) têm apneia do sono.
Síndrome do ovário policístico (SOP) - mulheres com SOP tem 30 vezes mais risco que a população normal de desenvolver apneia.9

Logo, é recomendado fazer um exame de polissonografia para diagnóstico de apneia do sono nos pacientes com diabetes, obesidade, hipertensão, insuficiência cardíaca, infarto, fibrilação atrial, AVC ou acidente vascular cerebral (derrame cerebral). Especialmente após os 60 anos em pessoas acima do peso.

Fisiopatologia

Entre um e quatro subseguimentos da faringe colapsam sobre a via respiratória impedindo o fluxo de ar.

O fechamento parcial das vias aéreas superiores é definido como hipopneia, enquanto que o fechamento total constitui uma apneia. Nos fechamentos parciais, temos como principal manifestação o ronco, devido à produção de som pelo turbilhonamento alterado do ar expirado. Existe um espectro de doença desde o ronco normal e assintomático até o quadro completo de SAHOS. O ronco pode preceder e evoluir para SAHOS, sendo que a obesidade e o envelhecimento contribuem para isso.

Ocorrem frequentemente durante o sono REM e nos estágios 1 e 2 do sono NREM. As que ocorrem durante o sono REM costumam ser mais graves e duradouras.3

Diagnóstico

O diagnóstico da apneia do sono é feito através de polissonografia.

O principal sintoma da apneia do sono é a sonolência intensa durante o dia. Esta sonolência pode levar a acidentes de automóvel ; ao sono intenso em horas inadequadas, como no trabalho ou na sala de aula. As outras manifestações da doença incluem o ronco (com pausas respiratórias, as apneias); e dificuldade de manter a concentração e a atenção pela sonolência diurna. Ao dormir, têm também movimentos muito frequentes, durante toda a noite, associados às pausas respiratórias (apneias). (CAPLES, 2005; REIMÃO, 1996)

As apneias podem ser classificadas como obstrutivas, centrais ou mistas:
Apneias obstrutivas: O diagnóstico clínico dos maiores especialistas do mundo é considerado correto em 50% dos casos, considerando uma prevalência de 5% da doença. O único método de diagnóstico conhecido é a polissonografia, que mede o número total de eventos de apneia + hipopneia por hora, o índice de apneia e hipopneia (IAH). Para um evento ser considerado como obstrutivo, é necessário haver aumento do esforço respiratório reflexo. Se o IAH for maior ou igual a cinco o paciente é considerado portador da síndrome da apneia obstrutiva do sono.
Apneias centrais: Ao contrário das apneias obstrutivas, não há esforço respiratório reflexo durante as apneias ou hipopneias, e sua etiologia também parece ser bem distinta.
Apneias mistas: Possuem componentes tanto obstrutivos quanto centrais.

A gravidade da SAHOS é classificada conforme o índice de apneia e hipopneia (IAH - número de hipopneias e apneias por hora):
de 5-15: leve;
de 15-30: moderado;
mais que 30: grave.
Tratamento

Continuous Positive Airway Pressure (CPAP), um dos possíveis tratamentos.

Medidas gerais:
Redução do peso corporal 10 ;
Redução do consumo do álcool;
Tratamento de congestão nasal, rinite, sinusite;
Higiene do sono: antes de dormir evitar cigarro, álcool, bebidas com cafeína, exercícios intensos, refeições pesadas, medicamentos sedativos, evitar dormir de barriga para cima, dormir em horário constante.

Tratamento mecânico:
Uso de CPAP (Continuous Positive Airway Pressure) ou BIPAP (Bilevel Positive Airway Pressure);
Aparelhos intra-orais.

Tratamento cirúrgico:
Cirurgia nasal;
Adenoidectomia;
Uvulopalatofaringoplastia;
Traqueostomia;
Outros.
História

Os primeiros relatos na literatura médica do que hoje é chamado de apneia obstrutiva do sono datam de 1965, quando foi independentemente descrito por pesquisadores franceses e alemães. Entretanto, o quadro clínico dessa condição já era reconhecido há bastante tempo como um traço pessoal, sem uma compreensão do processo patológico. O termo Síndrome de Pickwick, que é algumas vezes usado para a síndrome, foi cunhado pelo médico famoso do século 20 William Osler, que deve ter sido um leitor de Charles Dickens. A descrição de Joe, "o garoto gordo" no romance de Dickens "The Pickwick Papers", é uma figura clínica acurada de um adulto com síndrome da apneia do sono obstrutiva.

Os primeiros relatos na literatura médica descreviam indivíduos que eram muito gravemente afetados, frequentemente se apresentando com hipoxemia grave, hipercapnia einsuficiência cardíaca congestiva. Traqueostomia era o tratamento recomendado e, ainda que pudesse salvar a vida do paciente, as complicações no estoma eram frequentes nesses indivíduos muito obesos e de pescoço curto.

O manejo da apneia obstrutiva do sono foi revolucionado com a introdução do CPAP, primeiramente descrito em 1981 por Colin Sullivan e associados em Sydney, Austrália. Os primeiros modelos eram volumosos e barulhentos, mas o design foi rapidamente melhorado e, no final da década de 1980, CPAP foi amplamente adotado. A disponibilidade de um tratamento efetivo estimulou uma busca agressiva por indivíduos afetados e levou ao estabelecimento de centenas de clínicas especializadas dedicadas ao diagnóstico e tratamento de distúrbios do sono. Embora muitos tipos de problemas do sono sejam reconhecidos, a vasta maioria de pacientes que procuram esses centros têm problemas com sono relacionados à respiração.
Ver também
Ronco
Sono
REM (sono)
Otorrinolaringologia
Cardiologia
Pneumologia
Odontologia baseada em evidências
Referências

Ir para cima↑ (Aug 1999) "Sleep-related breathing disorders in adults: recommendations for syndrome definition and measurement techniques in clinical research. The Report of an American Academy of Sleep Medicine Task Force.". Sleep 22(5): 667-89.
Ir para cima↑ Berry RB; Budhiraja R, Gottlieb DJ, Gozal D, Iber C, Kapur VK. (2012). "Rules for Scoring Respiratory Events in Sleep: Update of the 2007 AASM Manual for the Scoring of Sleep and Associated Events: Deliberations of the Sleep Apnea Definitions Task Force of the American Academy of Sleep Medicine.". J Clin Sleep Med. 8(5): 597-619.
Ir para:a b c d Andrea Barral Martins, Sérgio Tufik, Sonia Maria Guimaraes Pereira Togeiro Moura (2007). Síndrome da apnéia-hipopnéia obstrutiva do sono.http://www.scielo.br/pdf/jbpneu/v33n1/a17v33n1.pdf
Ir para cima↑ Bixler EO, Vgontzas AN, Lin H, Have TT, Rein J, Vela-Bueno A, et al. Prevalence of sleep-disordered breathing in women - effects of gender. Am J Respir Crit Care Med. 2001;163(3 Pt 1):608-13
Ir para:a b c DALTRO, Carla H. da Cunha et al. Síndrome da apnéia e hipopnéia obstrutiva do sono: associação com obesidade, gênero e idade. Arq Bras Endocrinol Metab [online]. 2006, vol.50, n.1 [cited 2013-01-04], pp. 74-81 . Available from: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302006000100011&lng=en&nrm=iso>. ISSN 0004-2730.http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27302006000100011.
Ir para cima↑ Zhou XS, Rowley JA, Demirovic F, Diamond MP, Badr MS. Effect of testosterone on the apneic threshold in women during NREM sleep. J Appl Physiol. 2003;94(1):101-7.
Ir para cima↑ Redline S, Tishler PV. The genetics of sleep apnea. Sleep Med Rev. 2000;4(6):583-602.
Ir para cima↑ Pack AI. Obstructive sleep apnea. Adv Intern Med. 1994;39:517-67.
Ir para cima↑ Vgontzas AN, Legro RS, Bixler EO, Grayev A, Kales A, Chrousos GP. Polycystic ovary syndrome is associated with obstructive sleep apnea and daytime sleepiness: role of insulin resistance. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(2):517-20.
Ir para cima↑ World Health Organization. Obesity: Preventing and managing the global epidemic. Geneva: WHO; 1997.

Conheça um dos melhores sites de atendimento sobre dificuldades de dormir bem, ronco, etc.



Veja um exemplo de atendimento:


Mariana Andrade Especialista


Mariana Andrade- Olá, Jorge Purgly. Seja bem vindo (a) ! Em que posso ajudar?


Jorge Purgly-Olá Mariana, boa tarde.
Tenho apneia grave do sono.
Tenho bigode e barba pois sou Papai Noel.


Mariana Andrade-Olá, boa tarde !


Jorge Purgly- Necessito de uma solução para o meu problema de respiração.


Mariana Andrade- O sr já faz o uso do aparelho ?


Jorge Purgly-Testei um VPAP Respironix com registro de eventos.
Mas é muito caro para eu comprar no momento.


Mariana Andrade- Qual é o tipo de sua apneia ?


Jorge Purgly- Apneia oclusiva grave.


Mariana Andrade- Qual é a pressão de tratamento que foi prescrita para o sr usar no aparelho ?


Jorge Purgly - acho que 6 mas não lembro a unidade de medida.


Mariana Andrade - O sr tem o exame em mãos ?


Jorge Purgly- Esta guardado mas posso procurar outra hora.


Mariana Andrade- Tem quanto tempo que o sr fez o exame ?


Jorge Purgly- Um ano.
Fiz na Clinica do Sono em Joinville.


Mariana Andrade- O sr pode nos enviar o exame por e-mail se preferir


Se for Apneia Obstrutiva do Sono o sr pode usar um CPAP
O BIPAP é para apneia mais grave


Jorge Purgly- sim, mas o problema é que só me adaptei pelo Bipap


E não me adaptei com as mascaras buconasais.
Mariana Andrade- O sr usou por quanto tempo ?


Jorge Purgly- Aqui em Blumenau não havia mascara facial total para testar.

Mariana AndradeTem alguma obstrução nasal ? Rinite, sinusite ...


Jorge Purgly- Usei por 60 dias.
Sim, sinusite crônica.
Minha respiração no sono é quase toda bucal.
O modelo no qual melhor me adaptei foi o S8 VPAP auto 25.


Mariana Andrade- O sr poderia me falar mais sobre as máscara que o sr já utilizou

http://www.cpaps.com.br/mascaras/facial-oronasal


Nesse link acima são todas as máscara facial (oronasal) que nós temos

Jorge Purgly- 2Sim a que melhor serviu foi a Mascara facial confort gel blue full Phillips Respironix.


Entretanto, depois de uma semana, começou a vazar ar pela lateral.
Também começou a machucar a raiz do meu nariz.

Mariana Andrade- Provavelmente o vazamento é por causa da barba


Jorge Purgly- Mas não posso cortar, é o meu ganha pão.


Mariana Andrade- Teria como verificar a sua pressão de tratamento ?


http://www.cpaps.com…a-facial-mirage-liberty-resmed


Dê uma olhada nesse modelo de máscara
Ela quase não terá contato com a barba

Jorge Purgly- Já tentei. Nao deu certo. Minhas entradas nas narinas são estreitas demais e alongadas. A mascara machuca.


Mariana Andrade- Poxa Sr Jorge, quero muito ajudar o sr

Jorge Purgly- Pois é...
Eu queria muito ser ajudado. Ai, ai...


Mariana Andrade- Olhe nesse linkhttp://www.cpaps.com…-amara-gel-philips-respironics


A Amara é lançamento da Philips

Jorge Purgly- Esta eu não conheço.
Qual é o seu e-mail para eu te mandar o meu exame?


Mariana Andrade- pode enviar no vendas@cpaps.com.br


Jorge Purgly- Mariana, muito obrigado por sua atenção.
Um abraço,
Bye.


SONO NORMAL

Fonte: http://www.sono.org.br/sono/sono.php


O sono é um estado transitório e reversível, que se alterna com a vigília (estado desperto). 

Trata-se de um processo ativo envolvendo múltiplos e complexos mecanismos fisiológicos e comportamentais em vários sistemas e regiões do sistema nervoso central. 
São identificados no sono dois estados distintos: o sono mais lento, ou sono não REM, e o sono com atividade cerebral mais rápida, ou sono REM (do inglês, movimentos rápidos dos olhos). 
O sono não REM é dividido em três fases ou estágios, segundo a progressão da sua profundidade. 
Já o sono REM caracteriza-se pela atividade cerebral de baixa amplitude e mais rápida, por episódios de movimentos oculares rápidos e de relaxamento muscular máximo. 
Além disso, este estágio também se caracteriza por ser a fase onde ocorrem os sonhos.

Em um indivíduo normal, o sono não REM e o sono REM alternam-se ciclicamente ao longo da noite. O sono não REM e o sono REM repetem-se a cada 70 a 110 minutos, com 4 a 6 ciclos por noite. 
A distribuição dos estágios de sono durante a noite pode ser alterada por vários fatores, como: idade, ritmo circadiano, temperatura ambiente, ingestão de drogas ou por determinadas doenças. 
Mas normalmente o sono não REM concentra-se na primeira parte da noite, enquanto o sono REM predomina na segunda parte.

Várias funções são atribuídas ao sono. A hipótese mais simples é a de que o sono se destina à recuperação pelo organismo de um possível débito energético estabelecido durante a vigília. Além dessa hipótese, outras funções são atribuídas, especialmente ao sono REM, tais como: manutenção do equilíbrio geral do organismo, das substâncias químicas no cérebro que regulam o ciclo vigília-sono, consolidação da memória, regulação da temperatura corporal, entre outras.


DICAS PARA PRESERVAR O SONO


Ter horários regulares para dormir e despertar.

Ir para a cama somente na hora dormir.

Ter um ambiente de dormir adequado: limpo, escuro, sem ruídos e confortável.

Não fazer uso de álcool ou café, determinados chás e refrigerantes próximo ao horário de dormir.


Não fazer uso de medicamentos para dormir sem orientação médica.

Se tiver dormido pouco nas noites anteriores, evite dormir de dia

Jantar moderadamente em horário regular e adequado.

Não levar problemas para a cama.

Realizar atividades repousantes e relaxantes preparatórias para o sono.

Ser ativo física e mentalmente.


Dormir bem significa respirar bem ao dormir.
Respirar é vida.
Vida no Universo



LinkWithin

Related Posts with Thumbnails

Marque uma consulta comigo

Agenda