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segunda-feira, 25 de março de 2013

O Oraculo Secreto de Papus parte 06 de 36 - Desejo

O Oráculo Secreto de Papus parte 06 de 36 - O Desejo
















Como fazer da Tábua Astrológica de Papus um oráculo simples, divertido e funcional, que auxilie nas respostas buscadas pelas pessoas?

Em busca de uma solução para este desafio seguem estas 36 postagens, uma por dia, correspondente a cada uma das casas da Tabua Astrológica de Papus, que esperamos sejam de grande utilidade para o estimado leitor.

É importante saber que existem casas e cartas.

As casas são fixas e nunca mudam de lugar.

As cartas são móveis de dependem de embaralhar e distribuir para caírem nas casas.

Da combinação de casas e cartas é que se faz a leitura. Assim é preciso conhecer ambas e qual o resultado da combinação.

É isto que buscamos nesta modesta compilação de informações.
Para jogar este oráculo é preciso marcar sobre uma mesa 36 lugares, uma para cada casa.
Embaralhar um baralho comum e distribui-lo sobre as 36 casas.

Aí começa a leitura.

Para simplificar, consideramos a sigla PaCOtEs - Paus, Copas, Ouros, Espadas

Paus são Bastões, abreviados pela letra B.

Copas são Taças, abreviadas pela letra T.

Ouros são Moedas, abreviadas pela letra M.

Espadas são Gládios (Gladiadores), abreviadas pelas letra G.

O símbolo de 06- Desejo - São lábios se beijando.

Sobre esta casa podemos ter as seguintes cartas T,B,M ou G.

Significado:

T= o sabor da conquista - O consulente pode contar com o sabor da conquista. O seu desejo será atendido ou correspondido.

B= Amigos de apoio - O consulente irá receber o apoio de amigos.

M= Calar a inveja - Haverão dificuldades para a conclusão do objetivo, devido cuja inveja e rivalidades.

G= Ficar na vontade - Parece que este desejo será realizado em outra oportunidade. Fica para próxima vez.

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.


Desejo
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Desejo


Em filosofia, o desejo é uma tensão em direção a um fim considerado pela pessoa que deseja como uma fonte de satisfação. É uma tendência algumas vezes consciente, outras vezes inconsciente ou reprimida. Quando consciente, o desejo é uma atitude mental que acompanha a representação do fim esperado, o qual é o conteúdo mental relativo à mesma. Enquanto elemento apetitivo, o desejo se distingue da necessidade fisiológica ou psicológica que o acompanha por ser o elemento afetivo do respectivo estado fisiológico ou psicológico.

Tradicionalmente, o desejo pressupõe carência, indigência. Um ser que não carecesse de nada não desejaria nada, seria um ser perfeito, um deus. Por isso Platão e os filósofos cristãos tomam o desejo como uma característica de seres finitos e imperfeitos.
Tradicionalmente, os filósofos viram o Bem como o objeto do desejo. Atualmente isso é questionado.

"O desejo não é sempre ou talvez nem mesmo frequentemente do Bem ou do Racional, como os filósofos têm frequentemente compreendido essas noções."
Richard Moran, "Replies to Heal, Reginster, Wilson, and Lear", p. 472 (em Philosophy and Phenomenological Research, volume LXIX, número 2, setembro de 2004, páginas 455-472).
Índice
1 Metafísica
2 Epistemologia
2.1 Desejo como atitude mental
2.2 Desejos de ordem superior
3 Ética
3.1 Estoicismo
3.2 Epicurismo


Metafísica

O desejo é um tipo de sentimento. Isso significa que ele faz parte do sujeito, agente ou pessoa, sem fazer parte do mundo, a não ser na medida em que a pessoa faz parte do mundo. O desejo é uma atitude mental do sujeito em relação ao mundo (ver abaixo a seção 'Epistemologia'). É subjetivo, não objetivo.

Epistemologia

O desejo é um tipo de sentimento. Isso significa que temos acesso imediato e não-inferencial ao mesmo. Ainda assim, estamos sujeitos ao auto-engano e outras falhas relacionadas ao autoconhecimento na exteriorização dos nossos desejos. Um exemplo simples para entender o desejo de amar não existe, é preciso existir um sentimento único como o que Tiago de São Mateus sente por Gabriela de Vitória. Namoram a distância, mas não impede que o amor dos dois permaneça.

Desejo como atitude mental
Em epistemologia, desejo é um tipo de atitude mental. Os desejos podem ser atitudes mentais proposicionais ou acusativas. Quando se apresenta como atitude proposicional, trata-se de um desejo que certo estado de coisas se dê no mundo. Quando se trata de uma atitude acusativa, trata-se do desejo de certa coisa ou objeto.

Desejos de ordem superior
Pode haver desejos de ordem superior, isto é, desejos em relação aos nossos desejos. Harry Frankfurt explora os desejos de ordem superior na sua explicação do livre arbítrio. São exemplos de desejos de ordem superior:
Desejar x, e desejar desejar x.
Desejar x, mas desejar desejar não-x.
Desejar x, mas desejar não ter desejo em relação a x.
Desejar x, e ser indiferente sobre desejar x (não ter desejo de segunda ordem).
Ser indiferente sobre x, e desejar a indiferença sobre x (não ter desejo de primeira ordem).
Ser indiferente sobre x, mas desejar desejar x (não ter desejo de primeira ordem).
Ser indiferente sobre x, e ser indiferente sobre desejar x (não ter desejo nem de primeira nem de segunda ordem).

Ética

O desejo foi tema importante das configurações da ética como morais metafísicas, tais como as que encontramos no estoicismo e no epicurismo.

Estoicismo
Para os estóicos, a felicidade está não em desejar que ocorra o que queremos, mas, ao contrário, em desejar o acontecimento. Sêneca pregava o estoicismo antes de 50 d.C.

Epicurismo
Para os epicuristas, a felicidade e mesmo a riqueza está em desejar ou querer apenas aquilo que já se tem.

Classificação dos desejos segundo Epicuro

Desejos naturais
Desejos frívolos
Necessários
Simplesmente naturais
Artificiais
Irrealizáveis

Para a felicidade (ataraxia)
Para a tranquilidade do corpo (proteção)
Para a vida (nutrição, sono)
Variações de prazeres,
busca do agradável
Exemplo: riqueza, glória
Exemplo: desejo de voar como pássaros







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