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domingo, 14 de abril de 2013

O Oraculo secreto de Papus parte 25 de 36 Beneficio

O Oráculo secreto de Papus parte 25 de 36 Benefício




Como fazer da Tábua Astrológica de Papus um oráculo simples, divertido e funcional, que auxilie nas respostas buscadas pelas pessoas?

Em busca de uma solução para este desafio seguem estas 36 postagens, uma por dia, correspondente a cada uma das casas da Tabua Astrológica de Papus, que esperamos sejam de grande utilidade para o estimado leitor.

É importante saber que existem casas e cartas.

As casas são fixas e nunca mudam de lugar.

As cartas são móveis de dependem de embaralhar e distribuir para caírem nas casas.

Da combinação de casas e cartas é que se faz a leitura. Assim é preciso conhecer ambas e qual o resultado da combinação.

É isto que buscamos nesta modesta compilação de informações.
Para jogar este oráculo é preciso marcar sobre uma mesa 36 lugares, uma para cada casa.
Embaralhar um baralho comum e distribui-lo sobre as 36 casas.

Aí começa a leitura.

Para simplificar, consideramos a sigla PaCOtEs - Paus, Copas, Ouros, Espadas

Paus são Bastões, abreviados pela letra B.

Copas são Taças, abreviadas pela letra T.

Ouros são Moedas, abreviadas pela letra M.

Espadas são Gládios (Gladiadores), abreviadas pelas letra G.

O símbolo de 25 - Benefício é uma rosa vermelha.

Sobre esta casa podemos ter as seguintes cartas T,B,M ou G.

Significado:

T= Recompensa - O consulente pode contar com uma recompensa e um período de boa sorte e bons resultados.

B= Ganhar auxilio - O objetivo será alcançado mas precisará de um amigo influente. Caso o consulente peça este poderá auxiliá-lo. 

M= Ciúmes - Haverão dificuldades para a conclusão do objetivo, devido à uma mulher cujos ciúmes e atuação deverão ser superadas.

G= Prejuizo - Existem falhas no processo a fim de atingir o objetivo proposto e que precisam ser corrigidas para que o mesmo possa ser atingido sem prejuizos que parecem iminentes.


Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.

Benefício


Os chefes militares germânicos, habitualmente, recompensavam os esforços de seus soldados após uma conquista.

A essa prática dava-se o nome de beneficium.

Em troca, o beneficiado passava a dever fidelidade ao seu senhor.

Hoje em dia este termo tomou forma conotativa única ou seja benefício é algo proveitoso ou útil, ao contrário da época em que o beneficium era mais uma forma que o senhor tinha de manipular seu servo.

No Império Romano o beneficium era uma oferta de terras ruins, ou seja precarias mas, válidas para toda a vida, como recompensa por serviços prestados.

O conceito foi também usado pela Igreja Católica Romana, mas abandonado no Protestantismo (exceto na Igreja de Inglaterra).


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