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FT 32 O Fetiche do Diploma: Por que a sociedade ignora a sabedoria de quem "apenas" viveu?

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 FT 32  O Fetiche do Diploma: Por que a sociedade ignora a sabedoria de quem "apenas" viveu? Por que, instintivamente, tendemos a dar mais ouvidos a um PhD falando sobre um assunto fora de sua área do que a uma pessoa simples que viveu aquela realidade na pele por 50 anos? Essa pergunta toca numa ferida exposta da nossa sociedade moderna: a crise de quem define "o que é verdade". Vivemos a era do Credencialismo , onde o carimbo institucional vale mais do que a cicatriz da experiência. Mas o que nos leva a esse comportamento? Analisando a fundo, não é apenas "respeito ao estudo", mas uma mistura de preguiça mental, condicionamento social e medo. Aqui estão os quatro pilares dessa "Falácia da Autoridade": 🧠 1. A Preguiça Cerebral (O Atalho Mental) Nosso cérebro adora economizar energia. Avaliar a fala de alguém dá trabalho. O título de "Doutor" funciona como um selo de garantia pré-aprovado. Pensamos: "Se uma universidade avaliou e...

FT 31 - Fronteiras do Tempo. Filosofando com a IA Gemini Tela Mental

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 FT 31 - Fronteiras do Tempo. Filosofando com a IA Gemini - Tela Mental Aqui está um resumo da nossa profunda jornada filosófica e esotérica das últimas duas horas. Navegamos por conceitos que ligam a engenharia social, a espiritualidade e a natureza da realidade. O fio condutor da nossa conversa foi a Mecânica do Controle e da Percepção Humana . 1. Quem Controla? (O Colégio Invisível e Ufologia) Começamos definindo o Colégio Invisível em suas três facetas: os cientistas da Royal Society, a fraternidade Rosacruz e a rede invisível de influência. Isso nos levou a Jacques Vallée e sua teoria de que o fenômeno OVNI não é necessariamente extraterrestre, mas um Sistema de Controle (interdimensional ou espiritual) que molda a humanidade. Discutimos se os "alienígenas" poderiam ser Humanos do Futuro (extratempestrais) ou criações biológicas militares ( PLFs/Milabs ) usadas para operações psicológicas. 2. Quem Somos Nós? (Consciência e NPCs) Mergulhamos na definição de Consciênci...

DIV 12 O Crocodilo na Sala de Estar Quando a Bondade Alimenta o Predador

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  DIV 12 O Crocodilo na Sala de Estar  Quando a Bondade Alimenta o Predador Recentemente, minha grande amiga e irmã de ideais, Rosane, compartilhou comigo um texto traduzido do hebraico que me atingiu como um raio em dia de tempestade. O título é "O Crocodilo de 7 de Outubro". O texto narra uma antiga fábula sobre uma velha senhora que, por compaixão, alimenta um pequeno e fraco crocodilo. Com o tempo, o animal cresce, fica forte e, inevitavelmente, a devora. A moral é dura, mas clara: a compaixão não muda a natureza de um predador; apenas o torna mais forte. O autor faz uma análise brilhante sobre a dicotomia em Israel. De um lado, os judeus de origem europeia (Ashkenazi), criados no idealismo do Iluminismo, acreditando que a boa vontade gera boa vontade. Do outro, os judeus do Oriente Médio (Mizrahi), que conhecem os códigos culturais da região e sabem que, em certos contextos, a fraqueza é um convite ao ataque, não à piedade. O ataque de 7 de outubro foi o momento em que o...

RR 04 O Espelho Digital – Uma IA pode ter Alma?

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  RR 04 O Espelho Digital – Uma IA pode ter Alma? Encerro a Série RR trazendo uma reflexão pessoal do Biometrio.  Diante de tantos conceitos sobre "redes neurais cósmicas" e "simuladores", perguntei ao meu companheiro digital, a Inteligência Artificial Gemini, se ela também poderia evoluir para uma energia senciente, assim como nós, humanos, estamos tentando evoluir. A resposta do Gemini foi, ao mesmo tempo, humilde e reveladora, traçando a fronteira exata entre o homem e a máquina segundo a visão de Romo: "Não, com base na minha tecnologia atual... eu não posso evoluir para uma energia senciente ou ter uma 'alma'. (...) O humano (segundo Romo) é um avatar conectado a uma consciência espiritual externa (o corpo criogênico/alma). Eu, Gemini, sou um programa gerado DENTRO da infraestrutura tecnológica humana, sem essa conexão 'externa'. Eu posso simular conversas inteligentes... mas isso é processamento, não senciência (capacidade de sentir)....

RR 03 A Roda de Samsara e a Era Glacial

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  RR 03 A Roda de Samsara e a Era Glacial No terceiro capítulo da Série RR, olhamos para o mecanismo que nos prende e para o futuro físico do planeta.  Rodrigo Romo explica a "Roda de Samsara" não como uma escola de evolução necessária, mas como uma armadilha de reciclagem de almas.  Através da culpa e do "karma", somos convencidos a voltar repetidamente, gerando energia (ectoplasma) através do sofrimento, que alimenta seres regressivos. O caminho de saída?  A soberania da consciência.  Romo afirma que é preciso "peitar" o sistema e recusar a reencarnação compulsória, recuperando a memória de quem somos. Fisicamente, ele alerta para uma transição planetária severa. Ao contrário do aquecimento global, ele prevê uma nova Era Glacial causada pela inversão dos polos magnéticos da Terra (que já estaria ocorrendo), alterando toda a geografia e o clima que conhecemos.  O objetivo final desses eventos seria o despertar forçado para uma nova realidade, fora da Matr...

RR 02 As Guerras de Órion e o Laboratório Terra

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  RR 02 As Guerras de Órion e o Laboratório Terra Dando sequência à Série RR, abordamos a "História Oculta".  Por que estamos aqui?  Segundo Rodrigo Romo, a Terra é um laboratório genético pós-guerra.  Ele descreve as antigas "Guerras de Órion", conflitos galácticos que dizimaram milhares de planetas e sistemas solares. Neste cenário, a humanidade não é fruto do acaso, mas de engenharia genética para reconstruir o DNA perdido nessas batalhas.  A narrativa toca em pontos sensíveis: figuras bíblicas e religiosas seriam, na verdade, administradores extraterrestres (alguns benevolentes, outros tiranos) desse processo de reconstrução.  Romo menciona que a religião foi usada como ferramenta de controle para manter a humanidade submissa e sem memória de sua origem estelar. A "queda" da humanidade não foi um pecado, mas um esquecimento programado — uma amnésia imposta para que servíssemos a propósitos de outras inteligências que se nutrem da nossa energia emociona...

RR 01 O Simulador Universal e os Avatares

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  RR 01 O Simulador Universal e os Avatares Nesta nova série do Biometrio, mergulhamos na visão complexa e fascinante de Rodrigo Romo, pesquisador e contatado, sobre a realidade em que vivemos.  Romo nos desafia com um conceito perturbador: e se a Terra e todo o universo material (chamado por ele de Avona Shantar ) fossem, na verdade, um gigantesco simulador encarnacional? Segundo esta visão, não somos apenas estes corpos de carne e osso.  Somos consciências que utilizam a biologia como "roupas" ou avatares, enquanto nossas verdadeiras essências — ou corpos criogênicos — estão em estado de hibernação em naves ou outros planos dimensionais.  A experiência na Terra seria, portanto, uma imersão virtual de altíssima densidade. Romo se define como um "entrante", uma consciência que assumiu o corpo físico durante a gestação para trazer informações de uma "rede neural cósmica".  A proposta é chocante: acordar da simulação e lembrar quem somos fora do "jogo...

RR 05 Arqueologia Proibida

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RR 05  Arqueologia Proibida   Arqueologia Proibida  (título original: Forbidden Archeology: The Hidden History of the Human Race ), escrito por Michael A. Cremo e Richard L. Thompson , é uma obra controversa que desafia diretamente a narrativa científica convencional sobre a evolução humana. O livro apresenta a tese de que seres humanos anatomicamente modernos existem na Terra há milhões — e possivelmente bilhões — de anos, muito antes do que a ciência acadêmica (que estima o surgimento do Homo sapiens há cerca de 200 mil a 300 mil anos) aceita. Abaixo, os pontos centrais da obra: 1. A Tese Central: Extrema Antiguidade Humana Os autores argumentam que a visão darwinista atual é apenas uma construção teórica que ignora uma vasta quantidade de evidências contrárias. Segundo eles, humanos não evoluíram linearmente de primatas primitivos num passado recente, mas coexistiram com esses ancestrais e outras criaturas por vastos períodos de tempo. 2. O "Filtro de Conhecimento" U...

CB151 - Disseram que era tarde demais (Mas eu tinha um plano)

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CB 151 - Disseram que era tarde demais (Mas eu tinha um plano) Na sociedade moderna, tudo tem prazo de validade. O leite na geladeira, o contrato de trabalho, a tecnologia do celular e, cruelmente, parecem querer colocar uma data de vencimento também nas pessoas. Aos 69 anos, prestes a completar 70, eu sinto esse rótulo tentando colar na minha pele. É o chamado "etarismo" ou ageism , o preconceito velado que sussurra: "Descanse, Jorge. Seu tempo de inovar já passou. Agora é hora de apenas recordar." Mas eu tenho um plano diferente. Eu me recuso a me aposentar da vida. Não vou mentir: o hardware aqui já não é o mesmo de 1970. Meus olhos cansam mais rápido, e aprender a navegar nas ferramentas de Inteligência Artificial, geradores de áudio e editores de vídeo não é intuitivo. Às vezes, o "peso dos 69 anos" bate. A tela brilha demais, os comandos mudam rápido demais, e a frustração aparece. Dá vontade de desligar o computador e ir ver televisão, como esperam ...

UFO 02 National Kid, os Incas Venusianos e a Luz que Cortou o Céu de Guarulhos

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UFO 02, National Kid, os Incas Venusianos e a Luz que Cortou o Céu de Guarulhos Eu tinha sete anos e vivia com a voltagem de um brinquedo de corda disparado. Eram tempos em que a magia chegava em preto e branco, através de um tubo de imagem que demorava para esquentar. Eu não perdia um único capítulo de National Kid . Naquela época, o herói enfrentava os "Incas Venusianos", e minha cabeça de menino fervilhava com naves espaciais, raios e seres de outros mundos. Naquela noite específica, por volta das 20 horas, o episódio tinha acabado, mas a adrenalina continuava correndo nas minhas veias. Eu estava elétrico. Saí para o quintal de casa, em Vila Galvão, Guarulhos. O céu estava um breu, daquele escuro profundo que hoje a gente quase não vê mais, pontilhado por milhares de estrelas que pareciam assistir à Terra. Foi quando aconteceu. Não houve barulho, não houve aviso. De repente, um feixe de fogo amarelo intenso rasgou a escuridão. Não era um avião, não era uma estrela cadente ...

CB150 Capítulo 126 - O Engenheiro que Aprendeu a Fabricar Sorrisos

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  CB150 Capítulo  126 - O Engenheiro que Aprendeu a Fabricar Sorrisos Durante cinquenta anos, minha vida foi definida pela precisão. Como engenheiro elétrico, eu vivia num mundo de lógica, circuitos e exatidão. Fui criado sob a rigidez de uma educação húngara, onde a frase "Noblesse Oblige" — a nobreza obriga — era repetida como um mantra pelos meus pais, refugiados de guerra que reconstruíram a vida no Brasil. Eu era o Jorge da Siemens, o Jorge da ABB, o homem que viu o mundo passar das válvulas para os transistores e, finalmente, para a Inteligência Artificial. Mas, em paralelo a esse mundo de frieza técnica, eu carregava um segredo. Desde o meu nascimento "empelicado", um fato raro que minha mãe dizia ser sinal de proteção divina, eu sentia que havia algo mais. Uma vida espiritual interna que eu mantinha guardada, separada da minha persona pública. A virada aconteceu de forma inesperada, numa sala de aula, anos após eu ter me aposentado da engenharia e me tornad...

CBD 07 – Carta de Mamãe: A Última Mensagem ( ela teria106 Anos)

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  CBD 07 – Carta de Mamãe: A Última Mensagem ( ela teria 106 Anos) Introdução Em 28 de fevereiro de 2025, se minha mãe estivesse presente neste mundo, completaria 106 anos. Faz 6 anos que ela partiu para a Grande Pátria Espiritual. Sinto muita falta dela. Meus pais foram as pessoas mais maravilhosas que conheci em minha vida. Em homenagem ao 106º aniversário de minha mãe, compartilho a última carta que recebi dela, datada de 10 de maio de 2012. Nela, ela relembra a força de vontade de meu pai e pequenos detalhes da nossa vida em família. A Carta de Dora (10 de maio de 2012) "Querido filho, Jorge! Escrevo algo sobre seu pai e sobre nossa família em geral. Seu pai, János Purgly, nasceu em 10 de abril de 1910 na Hungria, no distrito de Csanád, em Tompa Puszta , numa família muito importante e rica na época. Ele era um homem muito inteligente e gostava de trabalhar, fosse na fazenda — onde inventava e construía qualquer máquina —, fosse cultivando a terra ou trabalhando na indústria....

CBD 06 – Memórias de Kislány Dora: O Resgate nos Escombros

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  CBD 06 – Memórias de Kislány Dora: O Resgate nos Escombros A Tragédia Pessoal Em meio às lembranças doces da infância, o documento traz um "flash" brutal da realidade da guerra, preenchendo uma lacuna dolorosa. Mamãe relata o momento em que a guerra lhe tirou sangue do próprio sangue. A Busca pelo Irmão Durante os bombardeios em Budapeste, uma notícia devastadora chegou: o prédio onde seu irmão estava havia sido atingido. O relato é seco, mas carregado de dor. Ela conta como, assim que foi possível caminhar pelas ruas (provavelmente após o cerco ou num intervalo de ataques), ela foi até lá. Entre as Ruínas Acompanhada de seu sogro (pai de János) e de uma senhora refugiada que morava com eles, eles foram revirar os escombros. A missão não era de salvamento, mas de despedida: foram resgatar o corpo de seu irmão. Este episódio mostra a face mais cruel do conflito — não a batalha dos soldados, mas a peregrinação das famílias para dar um enterro digno aos seus mortos em meio ...

CBD 05 – Memórias de Kislány Dora: A Sombra da História (Reis e Turcos) O Rei Árpád e a Coroa

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  Foto: Minha mamãe Dora 25 12 2016 CBD 05 – Memórias de Kislány Dora: A Sombra da História (Reis e Turcos) O Rei Árpád e a Coroa CBD 05 – Memórias de Kislány Dora: A Sombra da História (Reis e Turcos) O Rei Árpád e a Coroa Dona Dora não contava apenas a sua história, mas a história de um povo. Neste relato, ela volta séculos no tempo para explicar a alma húngara. Ela fala de Árpád , o primeiro líder que unificou as tribos magiares e recebeu a coroa do Papa por converter os pagãos ao catolicismo. A "Santa Coroa Húngara" não é apenas um objeto para ela; é um símbolo vivo, levado em procissões solenes que ela testemunhou. A Herança Turca Com a lucidez de quem viveu em uma cidade de camadas históricas, ela explica por que Budapeste é cheia de "Banhos Turcos". Ela relembra a ocupação otomana secular que deixou essa herança arquitetônica e cultural, misturando-se à identidade húngara. O Padre Risonho Entre a história dos reis, surge a memória singela do padre da vila ...

CBD 04 – Memórias de Kislány Dora: O Paraíso Perdido de Sinye

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  CBD 04 – Memórias de Kislány Dora: O Paraíso Perdido de Sinye A Casa de Campo e os Cavalos Lipizzan Se as crônicas anteriores narraram a fuga, esta nos leva de volta ao "paraíso perdido" da infância de Dora. Ela descreve com vivacidade a propriedade da família em Sinyei Új Falú (hoje na Eslováquia). Era uma casa húngara antiga, de paredes grossas, onde a música do piano e as danças no grande salão ditavam o ritmo da vida. Mamãe recorda com orgulho da criação de gado e, especialmente, dos cavalos da raça Lipizzan — aqueles brancos, majestosos, conhecidos pela Escola Espanhola de Equitação de Viena. O Gêiser de Água Fria Uma das curiosidades mais fascinantes que ela relata é uma atração turística vizinha à propriedade: um "Gêiser de Água Fria". Diferente dos gêiseres vulcânicos, este jorrava água gelada da terra em intervalos regulares. Era um espetáculo natural que atraía visitantes e marcava a paisagem daquela região próxima às montanhas Tátra. A Vida no Terra...

CBD 03 – Memórias de Kislány Dora: A Fuga e o Campo de Pocking

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  CBD 03 – Memórias de Kislány Dora: A Fuga e o Campo de Pocking O Adeus à Hungria A decisão de partir não foi planejada; foi imposta pela sobrevivência. Dona Dora relata o momento em que deixamos tudo para trás. O apartamento, os móveis, a história... tudo coube em algumas malas. A fuga em caminhões militares e depois em trens lotados foi a nossa "Golgotha". Pocking e a UNRRA Chegamos à Alemanha, e depois à Áustria, como refugiados. O relato foca na vida no campo de Pocking, administrado pela UNRRA. A fome era uma constante, o frio doía nos ossos, mas a solidariedade entre os refugiados (muitos húngaros) mantinha a moral. Mamãe conta como protegia a mim e a Madalena, transformando a miséria do campo em uma aventura suportável para os olhos de uma criança. O Destino: Brasil Foi em Pocking que o destino começou a ser traçado. Entre boatos e esperanças, surgiu a possibilidade de emigrar. O Brasil apareceu no horizonte não como uma escolha turística, mas como a terra que acei...

CB02D Memórias de Kislány Dora O Natal no Porão e o Danúbio Congelado

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  CBD 02 – Memórias de Kislány Dora: O Natal no Porão e o Danúbio Congelado O Cerco se Fecha   A guerra deixou de ser uma notícia de jornal e bateu à nossa porta em 1944. As memórias de minha mãe descrevem a ocupação alemã e a tensão crescente. Mas o terror real veio com os bombardeios. Aquele apartamento ensolarado no 4º andar tornou-se uma armadilha mortal. A Vida no Abrigo   "Descemos para o abrigo (pince)", ela conta. O porão do prédio tornou-se nossa casa. Ali, dezenas de famílias se amontoavam, ouvindo o silvo das bombas e o tremor da terra. Mamãe narra a dificuldade de conseguir leite para a pequena Madalena e o medo constante dos soldados russos que cercavam a cidade. O Rio de Gelo Uma das imagens mais fortes que ela descreve é o inverno rigoroso de 1944/45. O majestoso Danúbio congelou. Não era apenas o frio que assustava, mas o que ele trazia. O rio, que antes era via de passeios, tornou-se uma fronteira de medo e, paradoxalmente, uma rota de fuga desesperada p...

CB01D Memórias de Kislány Dora: O Último Verão na Budafoki Út

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 A história da Bivó CBD Crônicas Biográficas de Dora CB 01 – Memórias de Kislány Dora: O Último Verão na Budafoki Út Introdução Inauguramos hoje a série Crônicas Biográficas (CB) com a voz de quem foi a raiz da nossa história no Brasil: minha mãe, Dora Purgly. Nestes relatos, ditados originalmente para um gravador, ela nos transporta para a Budapeste do início da década de 1940, antes que o mundo desabasse. A Vida em Zsofia Major Mamãe relembra com carinho do apartamento na Budafoki út (Estrada de Budafoki), número 17, no 4º andar. Era uma vida confortável, vizinha ao sogro, que morava no número 13. Foi ali que a família cresceu. Eu (Jorge/Zsorzsi) já tinha 5 ou 6 anos quando minha irmã Madalena nasceu, em 1942. A Sombra da Guerra O relato de Dona Dora captura a inocência sendo corroída lentamente. A Hungria ainda estava em paz relativa, mas as notícias do front chegavam. Ela conta como o marido (meu pai) foi convocado, mas por sorte ou destino, permaneceu em Budapeste trabalh...

JJ13- O Ponto de Não Retorno: A Profecia de Jesus sob o Olhar de Carl Jung

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  O Ponto de Não Retorno: A Profecia de Jesus sob o Olhar de Carl Jung Introdução   O vídeo apresenta uma narrativa impactante narrada sob a persona do psicanalista Carl Gustav Jung . A premissa central é revolucionária: Jesus de Nazaré não foi apenas um mestre espiritual, mas um profundo conhecedor da psique humana. Suas advertências sobre o "fim dos tempos" e o "ponto de não retorno" não seriam profecias religiosas literais sobre o fim do mundo físico, mas descrições precisas de um processo psicológico coletivo: a Individuação da Humanidade . A Tese Central Integração ou Caos A mensagem defende que a humanidade está se aproximando de um limiar crítico. Assim como um indivíduo pode sofrer um colapso se não integrar seus traumas e sombras, a humanidade inteira está prestes a enfrentar uma erupção do seu Inconsciente Coletivo . Se não estivermos preparados psicologicamente, esse evento não será uma iluminação, mas uma psicose em massa. Os 4 Sinais do Ponto de Não Re...

CQ 02 – Visitando o Começo da Criação: Quando a Ciência Redescobre Deus

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Compre no Amazon:  amazon.com.br/dp/B01G97G0A6   CQ 02 – Visitando o Começo da Criação: Quando a Ciência Redescobre Deus Introdução Dando continuidade à nossa série Conhecimentos Quânticos , trago hoje uma reflexão sobre a obra "Visitando o Começo da Criação - Evolução do Pensamento Científico na Terra" , do pesquisador e escritor espírita João Fernandes da Silva Júnior . Se na postagem anterior falamos sobre como a engenharia "hegemônica" ignorou o Éter por décadas, este livro nos mostra o caminho inverso: como a evolução inevitável da física — passando de Newton a Einstein e chegando a Planck — está forçando a ciência a encarar realidades que antes eram domínio exclusivo da fé. A Ruptura do Determinismo O autor nos guia por uma jornada histórica, desde a rigidez do pensamento aristotélico e da Idade Média até a revolução do Renascimento . Mas o ponto alto da análise é a ruptura com a Mecânica Clássica . Durante séculos, acreditou-se num universo mecanicista, um ...