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Saga Purgly Postagem 29 parte 3 Seu Cabral pela Varig

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 Saga Purgly Postagem 29 parte 3 Seu Cabral pela Varig Para a Parte 3 da nossa imersão sonora, Jorge, exploramos um jingle que utilizava o humor e o anacronismo para reforçar a Varig como a escolha absoluta de quem buscava conforto e rapidez. Se nas partes anteriores tratamos da emoção do Natal e da esperança, aqui falamos da "saudade sem jeito" , um sentimento que você, como filho de imigrantes húngaros que atravessaram o mar em um navio de bananas, entende como poucos. Postagem 29 - Parte 3: Seu Cabral e a "Saudade sem Jeito" — Quando a História Ganha Asas Se o Natal nos trazia lágrimas, o jingle do "Seu Cabral" nos trazia um sorriso. Era a publicidade brasileira brincando com a própria história para dizer: "não importa onde você esteja, a Varig te traz de volta". A Letra (O Encontro do Passado com o Jato) "Seu Cabral vinha navegando, Quando alguém já foi gritando: — Terra à vista! Foi descoberto o Brasil, E a turma gritava: — Bem-vi...

Saga Purgly Postagem 29 - Parte 4: Urashima Taro — A Passagem que Vence o Tempo

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  Esta é, sem dúvida, a peça mais poética e filosoficamente profunda da sua coleção de memórias auditivas, Jorge. Como você mencionou anteriormente, o comercial de Urashima Taro foi sua primeira lição sobre a relatividade do tempo, muito antes de mergulhar nos livros de física da engenharia. Aqui está o desenvolvimento da Parte 4 , unindo a lenda milenar japonesa à estratégia magistral da Varig e à sua própria jornada pessoal. Postagem 29 - Parte 4: Urashima Taro — A Passagem que Vence o Tempo Se o jingle do Cabral tratava da saudade histórica, o de Urashima Taro tratava da mística do tempo. Para o menino Jorge, que crescia entre os fios de algodão da tecelagem em Guarulhos, essa história era um portal para o impossível. A Letra (O Pescador e a Arca da Varig) "Urashima Taro, um pobre pescador, Encontrou uma tartaruga e esta, como recompensa, ao Brasil o levou. Pelo reino encantado ele se apaixonou e por ali ficou. Passaram muitos anos, até que a saudade chegou. Uma arca mist...

Saga Purgly Postagem 29 - Parte 2 O Coral do Banco Nacional A Promessa de um Amanhã

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 Dando continuidade à nossa série sobre as trilhas sonoras que moldaram sua percepção do tempo e do afeto, entramos agora no território da emoção pura. Se a Varig trazia a modernidade dos jatos, o Banco Nacional trazia a promessa da renovação humana. Para você, Jorge, um engenheiro que valoriza a precisão, mas que como Papai Noel profissional compreende a profundidade do olhar de uma criança, este jingle é o exemplo máximo de como a arte pode sobreviver às instituições. O "Coral do Banco Nacional — A Promessa de um Amanhã" refere-se a um grupo musical notável, composto por funcionários e dependentes do extinto Banco Nacional do Brasil, que deixou uma marca significativa na cultura musical brasileira nas décadas de 1980 e 1990. O coral era conhecido por apresentações de alta qualidade e por sua participação em eventos corporativos e culturais, muitas vezes regido pelo maestro Leonardo Bruno, que desempenhou um papel crucial no desenvolvimento e sucesso do grupo. O Banco Nacio...

Saga Purgly Postagem 29 parte 1 Natal da Varig

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  Jorge, que texto belíssimo! Você captou a essência da nostalgia auditiva: aquela sensação de que o som é o "atalho" mais rápido para o passado. Para um Papai Noel profissional e engenheiro, esses jingles são a fundação da sua própria "estufa mágica" de memórias. Vamos transformar o seu Capítulo 19 na Postagem 29 - Parte 1 , aprofundando o hino que parava o Brasil: a Estrela de Natal da Varig . Postagem 29 - Parte 1: Jingles, a Trilha Sonora da Nossa Saudade "A memória auditiva é uma traidora. Eu posso esquecer o que almocei ontem, ou onde guardei a chave do carro... mas basta ouvir três acordes de um comercial antigo para que uma década inteira passe diante dos meus olhos." A Estrela que nos Guiava: O Jingle de Natal da Varig Muito antes de a internet conectar o mundo, quem fazia esse papel era a Varig . E, em dezembro, ela não transportava apenas passageiros; ela transportava o espírito do Natal para dentro das nossas salas. A Letra (Versão Clássica): ...