Bastidores de Harpas Eternas O Dia em que o "Interrogante" encontrou o Guardião


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Bastidores de Harpas Eternas  O Dia em que o "Interrogante" encontrou o Guardião

  • O Encontro com a História: Muitos conhecem a obra Harpas Eternas, de Josefa Rosalía Luque Álvarez (a Mamina), mas poucos tiveram a chance de sentar à mesa com quem guardou esse legado com a própria vida.

  • O "Interrogante": Tive o privilégio de ser chamado de Interrogante por Hugo Jorge Ontivero, sucessor de Mamina. O apelido veio da minha sede de engenheiro por respostas e da bateria de perguntas que fiz a ele durante sua visita à minha casa no Brasil.

  • Um Casamento por Missão: Hugo me revelou um detalhe humano e estratégico fascinante: ele se casou com Mamina quando tinha apenas 18 anos e ela 50.

  • A Blindagem Jurídica: O objetivo não era uma união carnal, mas a preservação da Obra. O casamento garantiu que os direitos autorais não fossem tomados pelas Carmelitas Descalças, mantendo os livros sob a guarda da Fraternidade Cristiana Universal.

  • Lealdade e Silêncio: Hugo foi fiel e respeitou Mamina até o seu desencarne, vivendo uma relação de profunda pureza e dedicação à missão espiritualista.

  • A Experiência em Montserrat: Caminhamos juntos por Barcelona e visitamos o Monastério da Virgem de Montserrat, um lugar onde a história e a energia espiritual se fundem.

  • Protagonista e Testemunha: Estar ali, ao lado do homem que foi o "escudo" de Mamina, me fez perceber que não sou apenas um leitor da história do esoterismo, mas uma testemunha presencial das engrenagens que mantêm a luz acesa.

  • O Elo com o Comandante: Essa jornada, que começou na FDJ nos anos 80 com Marlene Nobre, fechou um ciclo de compreensão sobre como o Comandante Armond alicerçou a Aliança através de experiências tão concretas e profundas.

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