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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Critica ao Filme de Chico Xavier

Pelo Tarcisio Passos - Crítico de Cinema


(fonte e-mail recebido da internet. autor desconhecido)



Critica ao filme do Chico Xavier





Fui ontem, na noite de estreia, assistir ao filme mais badalado dos

últimos anos: Chico Xavier - O Filme. Sessões lotadas e muita

expectativa. Uma expectativa que podia ser notada no semblante de cada

um que encarava aquela fila. Uma salada etária e, provavelmente,

recheada de muitos credos.



O filme é de uma beleza incrível. Conta a história de um dos maiores e

mais respeitados espíritas do mundo - Chico Xavier - (interpretado nas

três fases de sua vida por Matheus Costa, Ângelo Antônio e Nelson

Xavier), desde a sua infância até a sua morte, ou melhor, até a sua

desencarnação.

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.



Com relação a filmes, costumo brincar dizendo que adoro saber o final

antes de assisti-lo. E neste, em particular, disse a todos que estavam

lá comigo, que já sabia o que aconteceria. .. que seria moleza. Disse em

alto e bom tom: Fácil, fácil esse final: o Chico morre no final!



Sessão lotada, acomodamo-nos nas primeiras filas do cinema, e mesmo que

tudo pudesse nos levar a uma pré-impressão do que seria o filme, qual o

seu significado e qual o seu objetivo, engana-se quem imaginou que o

filme seria uma propaganda ao espiritismo ou mesmo uma publicidade ao

próprio Chico Xavier.



O filme é apenas a celebração de um grande homem, que este ano, caso

estivesse vivo (encarnado), completaria um século de vida. Deste, seriam

96 anos de dedicação, não à doutrina espírita, mas à bondade, ao desejo

de servir ao próximo. O filme emociona, alegra e nos faz refletir o

quanto e por tão pouco sacrifício, fazer o bem é um exercício que

fortalece a nossa alma.



A vida de Chico Xavier foi marcada por sacrifícios. Ele enfrentou-os e

seguiu em frente. Ajudou e foi ajudado. Sobreviveu a uma enxurrada de

acusações, críticas e desconfianças. Muitos de nós passamos por tudo

isso. Mas a grande virtude do Chico (a gente se sente tão íntimo do

mestre espírita) foi, sem dúvida, a sua capacidade de transformar essas

dificuldades a favor do bem. A bondade era sua, sempre presente,

companhia.





O filme é extremamente lindo. Surpreendente a maneira como Daniel Filho

(Diretor) retratou a vida e obra do Chico Xavier. O filme não tem a

pretensão de formar novos seguidores do espiritismo. Mas não há um

segundo sequer do filme que você, espírita ou não-espírita, não se

emocione, não se questione. Muitos se verão neste filme.



Pois bem, recomendo a todos que venham assistir ao filme. Aqui, na

sessão de estréia, além da beleza do filme, uma certeza:



O Chico não morreu... Enquanto houver a bondade, ele estará vivo. Eu

errei o final do filme, mas o pós- filme me surpreendeu ainda mais...



Encerra-se o filme e as pessoas saem... Silêncio... Um lindo silêncio...



Coisa mais linda que eu já pude presenciar em um cinema em toda a minha

vida.



Obrigado Chico, esteja em Paz!



Vá assistir ao Chico. Eu recomendo.



Tarcisio Passos - Crítico de Cinema



----- Final da mensagem encaminhada -----

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