RR 05 Arqueologia Proibida
RR 05 Arqueologia Proibida
Arqueologia Proibida (título original: Forbidden Archeology: The Hidden History of the Human Race), escrito por Michael A. Cremo e Richard L. Thompson, é uma obra controversa que desafia diretamente a narrativa científica convencional sobre a evolução humana.
O livro apresenta a tese de que seres humanos anatomicamente modernos existem na Terra há milhões — e possivelmente bilhões — de anos, muito antes do que a ciência acadêmica (que estima o surgimento do Homo sapiens há cerca de 200 mil a 300 mil anos) aceita.
Abaixo, os pontos centrais da obra:
1. A Tese Central: Extrema Antiguidade Humana
Os autores argumentam que a visão darwinista atual é apenas uma construção teórica que ignora uma vasta quantidade de evidências contrárias. Segundo eles, humanos não evoluíram linearmente de primatas primitivos num passado recente, mas coexistiram com esses ancestrais e outras criaturas por vastos períodos de tempo.
2. O "Filtro de Conhecimento"
Um dos conceitos mais famosos do livro é o do "filtro de conhecimento" (knowledge filter). Cremo e Thompson defendem que a comunidade científica pratica uma espécie de censura intelectual — consciente ou inconsciente.
Quando uma evidência apoia a teoria da evolução aceita, ela é rapidamente validada e publicada.
Quando uma evidência (como um artefato humano em uma camada geológica de milhões de anos) contradiz a teoria, ela é descartada como erro, fraude ou contaminação, sendo "filtrada" para fora dos registros oficiais e livros didáticos.
3. As Evidências "Anômalas"
O livro é volumoso (a versão completa tem mais de 900 páginas) porque funciona como um catálogo de descobertas arqueológicas que foram esquecidas ou rejeitadas. Os autores resgatam relatórios, principalmente do século XIX e início do século XX, que descrevem:
Artefatos manufaturados (como ferramentas de pedra, correntes de ouro, vasos metálicos) encontrados em estratos de carvão ou rocha com dezenas ou centenas de milhões de anos.
Pegadas humanas e ossos modernos descobertos em camadas geológicas do período Terciário ou até mais antigas, épocas onde, segundo a cronologia padrão, apenas formas de vida muito primitivas deveriam existir.
4. Conexão com a Cosmoligia Védica
Embora o livro utilize uma linguagem acadêmica e foque em registros fósseis, a motivação subjacente dos autores (ambos ligados ao Instituto Bhaktivedanta) é harmonizar a história da Terra com os antigos textos sânscritos da Índia (os Puranas e Vedas). Esses textos descrevem uma história cíclica do universo e afirmam que a humanidade existe há períodos de tempo imensos (milhões de anos), o que se alinha com as "evidências proibidas" que os autores apresentam.
Conclusão
Em resumo, "Arqueologia Proibida" propõe que a história da humanidade é muito mais antiga e complexa do que nos contaram, e que a ciência moderna sofre de uma amnésia seletiva para proteger a teoria da evolução. Para a comunidade científica mainstream, no entanto, a obra é considerada pseudociência ou "criacionismo hindu", criticada por má interpretação de contextos geológicos e uso de fontes desatualizadas.

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