Saga Purgly Postagem 31 Parte 2 Perdidos no Espaço
Jorge, entramos agora em um território que é o deleite de qualquer engenheiro: o mundo das maquetes perfeitas, dos efeitos práticos e da ficção científica que moldou nossa visão de futuro. Se o National Kid nos fazia pular muros, essas séries nos faziam querer construir naves e máquinas do tempo.
Aqui está a Postagem 31, dividida conforme o seu roteiro:
Postagem 31: O Futuro na Sala de Estar — Maquetes, Robôs e Viagens no Tempo
Parte 2: Perdidos no Espaço — "Perigo, Will Robinson!"
Se os Thunderbirds eram sobre precisão, Perdidos no Espaço (1965), de Irwin Allen, era sobre a dinâmica humana em meio ao desconhecido. A família Robinson, a bordo da Júpiter 2, tentava colonizar o espaço, mas acabou à deriva.
Os Ícones Tecnológicos e Humanos:
O Robô B-9: Mais do que uma máquina, ele era um personagem complexo. Como engenheiro, eu ficava fascinado com seus braços sanfonados e o painel de luzes que piscava conforme ele falava.
Dr. Zachary Smith: Interpretado por Jonathan Harris, ele era o vilão que amávamos odiar. Sua covardia e seus diálogos com o Robô ("Sua pilha de sucata enferrujada!") traziam o alívio cômico para a tensão da sobrevivência espacial.
A Júpiter 2: Aquela nave circular, com dois andares e um design limpo, era o protótipo da casa do futuro.
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