DIV 13 De Mu aos Magiares Onde o Japão e a Hungria se Encontram no Meu Coração
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De Mu aos Magiares: Onde o Japão e a Hungria se Encontram no Meu Coração
Sempre fui um homem de ciência e técnica. Da engenharia na Siemens ao Direito Sistêmico, minha vida foi pautada pela lógica. Mas quem me conhece sabe que minha alma sempre buscou respostas que os manuais não trazem.
Fiz os seminários de grau Básico e Intermediário da Sukyo Mahikari, uma filosofia espiritual japonesa profunda. Lá, aprendi sobre a importância da purificação espiritual, mas também tive contato com uma visão de história fascinante: a existência do continente perdido de Mu.
Para a história convencional, Mu é um mito. Para James Churchward e para a teologia da Mahikari (baseada em documentos antigos), Mu foi o berço da humanidade no Pacífico, uma civilização solar dourada que afundou em um cataclismo há milênios. Segundo essa visão, o arquipélago japonês seria o que restou dos picos montanhosos desse continente, o centro espiritual original.
Mas onde entra a Hungria nisso?
Aqui está a coincidência que faz meu sangue vibrar. Do outro lado do mundo, no folclore e nas teorias esotéricas da minha pátria ancestral, a Hungria, existe uma lenda persistente. Muitos estudiosos "alternativos" e místicos húngaros defendem que nós, os Magiares, não somos apenas tribos vindas dos Urais.
A lenda diz que somos remanescentes dessa mesma civilização primordial de Mu. Que a nossa língua única — isolada na Europa, aglutinante e antiga — é uma herança direta dessa língua mãe solar. Há até quem olhe para as estrelas, para Sírius, buscando a origem da "alma Magyar", sugerindo uma gênese estelar que explicaria por que nos sentimos tão diferentes, tão "alienígenas" no coração da Europa.
O Cruzamento das Águas
Eu nasci no Brasil, filho de húngaros, e encontrei respostas numa filosofia japonesa. Pode parecer uma salada mista, mas para mim, faz todo o sentido.
Seja a "Terra dos Deuses" no Japão ou a lenda dos "Filhos do Sol" na Hungria, ambas as tradições falam de uma era de ouro perdida, de uma pureza esquecida e de uma origem comum. Talvez a minha busca pelo DNA, pelos registros da família Purgly e pelos selos antigos seja, no fundo, a mesma busca: a tentativa de lembrar de onde viemos antes de o mundo "afundar" no materialismo.
Se viemos de Mu, de Sírius ou das estepes, a lição que fica dos meus estudos na Mahikari e das minhas raízes húngaras é a mesma: a humanidade é uma só família que esqueceu seu endereço de casa.
E você? Acredita que a história da humanidade é mais antiga e misteriosa do que nos contam nos livros escolares?
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