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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por Como e por que aprendi Esperanto

Capítulo 23 Como e por que aprendi Esperanto

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Capítulo 23 Como e por que aprendi Esperanto   Pode parecer excentricidade que um engenheiro, ocupado com cálculos de energia e fitas de telex, dedicasse tempo a aprender uma língua que não tem país, não tem exército e não é exigida em currículos corporativos. Mas o Esperanto, para mim, nunca foi sobre "utilidade" imediata. Foi sobre esperança e lógica. Minha atração pelo Esperanto nasceu, curiosamente, da minha herança húngara. O húngaro é uma língua difícil, isolada na Europa, e profundamente lógica.  É uma língua aglutinante: você pega uma raiz e vai colando sufixos e prefixos para mudar o sentido.  Quando descobri o Esperanto, criado pelo Dr. Lázaro Luís Zamenhof, tive uma sensação de déjà vu. A estrutura era familiar! O Esperanto também funciona como um jogo de montar. Uma raiz, um final "o" para substantivo, "a" para adjetivo, "as" para verbo no presente. Para a minha mente de engenheiro, aquilo era a perfeição.  Era uma língua sem exceçõe...

Você sabe o que é Esperanto?

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Estimado leitor, você sabe o que é Esperanto? Gostaria de instigar a sua curiosidade. Estimado leitor, Veja o e-mail que recebi em 15 de Julho de 2010 as 18:00.  e a seguinte, recebida poucos minutos depois. Tradução eletrônica corrigida do Original em Inglês, via Google Translator: " Hei Jorge,  Houve uma nova resposta enviada para o debate sobre Change.org, seguinte:  Idéia para a Mudança na América: Obama, introduza o Esperanto como disciplina nas escolas como uma Segunda Língua.  " ----------------------------------------------  "Sven, - Eu respeito sua opinião mas discordo por várias razões.  Eu não falo espanhol, mas eu sou capaz de ler sua nota perfeitamente, em grande parte por causa da minha experiência com o Esperanto.  O esperanto não é apenas um destino ", é um" veículo "para a aprendizagem de outras línguas.  Pode ser um hobby, mas com uso prático também.  Ele ajuda as pessoas a compreender os conceitos de gramática, sem expô-los...

Primeiro Gest Post de Raphael Tomagnini no Blog Purgly

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Foto: Raphael Tomagnini, cedido pelo autor. Estimado leitor recebi o e-mail abaixo do Raphael e o blog dele é muito interessante. Convidei o Raphael para que ele fizesse seu primeiro Gest Post aqui no Blog Purgly. Confira! Para saber mais, clique em Mais informações abaixo.

Livro Saga Purgly - Metadados de 02 02 2026

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CRÔNICAS BIOGRÁFICAS: SAGA PURGLY EIS OS METADADOS PARA O LIVRO Resumo dos capítulos imagem gerada por IA Dedico esta obra à memória sagrada de meus pais, Johann e Dora Purgly . Eles cruzaram oceanos e enfrentaram o desconhecido, trazendo na bagagem pouco mais que a coragem e um tear desmontado. A eles, que me ensinaram que a dignidade se tece fio a fio, com trabalho árduo e honra, minha eterna gratidão. Eu sou a continuidade do sonho deles. À minha esposa e companheira de jornada, Catarina Maria (minha Tininha Mandú) . Você é o solo fértil onde minhas raízes encontraram estabilidade e o roseiral que perfuma meus dias. Obrigado por segurar minha mão em todas as estações, das tempestades às calmarias. Aos meus filhos, Jorge Luis e Daniel Luis . Vocês são a prova viva de que a saga continua. Que estas páginas sirvam como um mapa de onde viemos, para que vocês nunca se percam no caminho para onde vão. 📚 VOLUME 1: RAÍZES E CHEGADA CAPÍTULO 1 Meus Pais Recém-Casados: O Amor em Tempos de Re...

Saga Purgly Postagem 19: O Pequeno Lorde e o Menino da Rua

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  Saga Purgly Postagem 19: O Pequeno Lorde e o Menino da Rua Bandeira do Esperanto Subtítulo: A educação dos meus pais: onde a etiqueta de um castelo húngaro encontrava a liberdade de um moleque brasileiro. Viver na Vila Galvão dos anos 60 era viver em dois países separados por um portão de ferro. Do portão para fora, eu era o Jorge. Jogava bola na rua de terra, soltava pipa, andava de carrinho de rolimã e falava a gíria dos meus amigos. Eu era brasileiro. Do portão para dentro, eu era o "Zsorzsika" (o pequeno Jorge). Ali, as regras eram outras. Ali, imperava o Código Purgly. A Etiqueta à Prova de Falência Uma coisa que aprendi cedo é que dinheiro e educação são coisas distintas. Mesmo nos momentos mais difíceis, quando perdemos a fábrica e fomos morar na garagem, a etiqueta à mesa nunca foi relaxada. Poderíamos estar comendo uma sopa simples, mas a postura tinha que ser ereta. — Cotovelos fora da mesa! — era o mantra. O manejo dos talheres era cirúrgico. A faca na mão dire...