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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Minha mãe me ensina paciência


Posted by Picasa
Querido leitor, neste novo ano que se inicia, peço licença para fazer uma homenagem para a minha mãe.
Em 27 de fevereiro de 2010 minha mãe completa 91 anos de idade! Jovem de mente, lúcida, alegre, de bem com a vida, uma das maiores lições que aprendo com a minha mãe até hoje é a lição da paciência.

Em janeiro de 2010, minha vai com a minha irmã para a Slovaquia visitar seu irmão mais velho Pisti-bácsi, que completa 100 anos de vida. Ele também lúcido, anda sozinho de onibus, chegando a pegar duas conduções para visitar seus alunos de piano.

Gostaria de compartilhar com o querido leitor esta mensagem sobre a paciência que recebi pela internet.
Antes posso fazer uma sugestão? Neste Ano Novo, abrace, ligue, contate sua mãe em oração e diga a ela o quanto você a ama e o quanto você é grato por ela ter te dado a vida! O resto é questão de paciência. Um abraço, querido leitor!


A impaciência

Assunto importante nas áreas da paciência: a cura da impaciência que freqüentemente alimentamos a detrimento de nós próprios.


Se somarmos os dias e os minutos que sacamos nos créditos do tempo, a fim de acalentar irritação contra nós mesmos, verificaremos que o desespero manifesto ou imanifesto se nos erige na existência em fator de dilapidação, desencadeando enfermidade ou desequilíbrio, desastre ou morte prematura.
*
E não é só no setor de prejuízo pessoal que o tema nos merece reflexão.
A intemperança mental, à frente de nossas fraquezas ou desacertos, gera nos outros azedume ou desânimo, tristeza ou prevenção, estragando-lhes a vida.
*
Nas horas em que nos conscientizamos, acerca dos erros que nos sejam próprios, acalmemo-nos para pensar, ao invés de lastimar-nos sem proveito.


Registrar as nossas falhas, diligenciando saná-las ou suprimi-las, de vez que, menosprezando responsabilidades e compromissos, menosprezamos a nós mesmos. Devemos examinar-nos com paciência e coragem que nos induzam a melhoria.


Teremos errado, fracassado, destruído recursos ou sofrido ilusões e desilusões.
Queixa inútil e autopiedade, porém, não edificam. Reconheçamos com sinceridade os obstáculos, mutilações morais, conflitos e deficiências que ainda nos caracterizem o modo de ser e que comumente nos fazem cair no chão do arrependimento.


 Entretanto, não nos permitamos permanecer estirados em angústia vazia e, sim, compreendendo os tesouros do tempo de que a Divina Providência nos enriqueceu, procuremos reerguer-nos, trabalhar, corrigir-nos e burilar-nos tantas vezes quantas se nos façam necessárias, porque a impaciência, de qualquer modo, de nada nos serve e nem ajuda a ninguém.


Fonte: Mensagem recebida pela internet

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