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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Musicoterapia os hungaros estao a frente



Musicoterapia os húngaros estão a frente

Musicoterapia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Musicoterapia
Musicoterapia é a utilização da música e/ou de seus elementos constituintes, ritmo, melodia e harmonia, por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender as necessidades físicas, emocionais,mentais, sociais e cognitivas. 

A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento. (World Federation of Music Therapy)

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Índice
1 Indicações
2 Processo
3 Musicoterapeuta
4 Estilos musicais
5 Ver também
6 Bibliografia
7 Ligações externas

Indicações

Os musicoterapeutas trabalham com uma gama variada de pacientes. 

Entre estes estão incluídas pessoas com dificuldades motoras, autistas, pacientes com deficiência mental, paralisia cerebral, dificuldades emocionais, pacientes psiquiátricos, gestantes e idosos. 

O trabalho musicoterápico pode ser desenvolvido dentro de equipas de saúde multidisciplinares, em conjunto com médicos, psicólogos,fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e educadores.

Também pode ser um processo autônomo realizado em consultório.

O uso da música como método terapêutico vem desde o início da história humana. 

Alguns dos primeiros registros a esse respeito podem ser encontrados na obra de filósofos gregos pré-socráticos.

A sistematização dos métodos utilizados só começou, no entanto, após a Segunda Guerra Mundial, com pesquisas realizadas nos Estados Unidos.

 O primeiro curso universitário de musicoterapia foi criado em 1944 na Michigan State University.

Processo
O processo da musicoterapia pode se desenvolver de acordo com vários métodos. 

Alguns são receptivos, quando o musicoterapeuta toca música para o paciente. 

Este tipo de sessão normalmente se limita a pacientes com grandes dificuldades motoras ou em apenas uma parte do tratamento, com objetivos específicos. 

Na maior parte dos casos a musicoterapia é ativa, ou seja, o próprio paciente toca os instrumentos musicais, canta, dança ou realiza outras atividades junto com o terapeuta. 

A forma como o musicoterapeuta interage com os pacientes depende dos objetivos do trabalho e dos métodos que ele utiliza. 

Em alguns casos as sessões são gravadas e o terapeuta realiza improvisações ou composições sobre os temas apresentados pelo paciente. 

Alguns musicoterapeutas procuram interpretar musicalmente a música produzida durante a sessão. 

Outros preferem métodos que utilizem apenas a improvisação sem a necessidade de interpretação. 

Os objetivos da produção durante uma sessão de musicoterapia são não-musicais, por isso não é necessário que o paciente possua nenhum treinamento musical para que possa participar deste tratamento.

O musicoterapeuta, por outro lado, devido às habilidades necessárias à condução do processo terapêutico, precisa ter proficiência em diversos instrumentos musicais. 

Os mais usados são o violão, o piano (ou outros instrumentos com teclado) e instrumentos de percussão.


Musicoterapeuta

O profissional responsável por conduzir o processo musicoterápico é chamado musicoterapeuta. 

A formação desse profissional é feita em cursos de graduação em musicoterapia ou como especialização para profissionais da área de música ou saúde (músicos,professores de música, médicos ou psicólogos). 

Em alguns países a musicoterapia também pode ser parte de uma formação em arteterapia, que envolve, além da música, técnicas de artes plásticas e dança.

A formação do musicoterapeuta inclui teoria musical, canto, prática em ao menos um instrumento harmônico (piano ou violão), instrumentos melódicos (principalmente flauta) e percussão.

Também faz parte da formação do musicoterapeuta o conhecimento da anatomia e fisiologia humana, neurologia, psicologia, filosofia e noções de expressão artística, expressão corporal, dança, técnicas grupais e métodos de educação musical como o Método Orff ou o Método Kodály.

O dia do musicoterapeuta é comemorado no Brasil em 15 de setembro.

Estilos musicais

A intervenção terapêutica pode vir associada à outras técnicas como relaxamento progressivo, treinamento autógeno, reiki, yoga ouacupuntura

Apesar de haver um sub-entendido consenso sobre os benefícios da música clássica ou a música psicodélica eletrônica de sons contínuos ou no caso de acupuntura e yoga indiana associada à meditação assim como a música da China é sabido que o efeito da música sobre o paciente depende de sua história de convivência com os diversos estilos musicais por um processo de condicionamento estético e/ou vivência por ventura associadas.


A intervenção terapêutica pode vir associada à outras técnicas como relaxamento e técnicas transdisciplinares. 

Apesar de haver um sub-entendido consenso sobre os benefícios de algumas formas musicais, é sabido que o efeito da música sobre o paciente depende de sua história de convivência com os diversos estilos musicais por um processo de condicionamento estético e/ou vivência por ventura associadas. 

Por outro lado os musicoterapeutas na sua formação estudam os efeitos dos ritmos repetidos, a associação de ritmos ao transe e êxtase místico e/ou o seu efeito sobre as emoções humanas, relativamente bem conhecidos como por exemplo por produtores da música de filmes (suspense, ação, sensualidade, etc) e peças teatrais incluindo a ópera. 

Recentemente uma das maiores aplicações de sucesso reconhecido da musicoterapia tem sido o tratamento da dor crônica e stress pós traumático.

Bibliografia
Rolando Benenzon, Manual de musicoterapia, Paidós Ibérica, Barcelona, 1985.
Marcello Sorce Keller, "Some Ethnomusicological Considerations about Magic and the Therapeutic Uses of Music", International Journal of Music Education, 8/2(1986), 13- 16.
Léon Bence y Max Méreaux, Guía muy práctica de musicoterapia, Editorial Gedisa, Barcelona, 1988.
Leão, Eliseth R.; Silva, Maria J.P. Música e dor crônica músculoesquelética: o potencial evocativo de imagens mentais. Rev. Latino-Am. Enfermagem vol.12 no.2 Ribeirão Preto Mar./Apr. 2004 disponível em pdf
Hilliard, Russell E. Music Therapy in Hospice and Palliative Care: a Review of the Empirical Data eCAM 2005;2(2)173–178 (em inglês)

Ligações externas
WFMT - World Federation of Music Therapy (em inglês)
Music and Medicine (em inglês)
(em italiano) Experiência de musicoterapia com idosos e portadores de Alzheimer
União Brasileira das Associações de Musicoterapia

Método Kodály
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_Kod%C3%A1ly

O Método Kodály é uma metodologia pedagógica, desenvolvida com base no trabalho do educador e músico húngaro Zoltán Kodály, que hoje constitui a base de todo ensino musical na Hungria.

Índice
1 O trabalho de Kodály
2 O canto
3 Solfejo mímico
4 Notação musical
5 Ver também
6 Referências

O trabalho de Kodály

De acordo com Kodály, o intelecto, as emoções e a personalidade de todas as pessoas podem ser desenvolvidas e trabalhadas através da música. 

Dessa forma, a música deveria ser acessível a todos, de maneira simples, porém sem perder a qualidade musical. 

Para encontrar uma música que pudesse ser apreciada e executada por todas as pessoas que assim o quisessesm, Kodály iniciou uma vasta pesquisa, que teve seu foco direcionado em especial para a música folclórica Húngara.

 Kodály acreditava que o estudo de música com as crianças devia partir das canções folclóricas e dos conhecimentos musicais que podiam ser explorados em seu estudo e através dessas canções ir expandindo o universo musical até alcançar a compreensão da literatura musical universal.

 O Método Kodály não foi escrito por Kodály e sim por seus seguidores, que utilizaram o material produzido por ele em suas pesquisas e práticas pedagógicas no campo do ensino da música.1
O canto

Representação de solfejo manual de Curwen . 
Esta versão inclui as tendências tonais e títulos interessantes para cada tom, é uma representação próxima à proposta do Método Kodály

O canto é a primeira etapa a ser trabalhada no método Kodály.

 O músico considerava o canto como fundamento da cultura musical pois a voz é o sinal mais imediato que nos comunica com a música, pois parte do próprio sujeito, que tem controle sobre ela. 

Por essa razão o método enfatiza o canto coral, não apenas como um meio de expressão musical e sim como um exercício para o desenvolvimento emocional e intelectual. 

A vivência do canto coral permite o contato com parâmetros musicais como a pulsação, o ritmo a forma e a melodia

Ao trabalhar o canto com as crianças, Kodály proporcionava uma vivência prazerosa da música, que poderia criar uma ligação entre a criança e a música, estimulando-a a buscar outras formas de expressão musical, como outros tipos de canto ou a vivência de uma música instrumental.

Esse prazer proporcionado pela música deve ser a tônica do ensino musical nesse método, e não um exercício rotineiro e maçante que pode acabar por afastar a criança da música.

De acordo com as pesquisas de Kodály as crianças não conseguem ouvir nem reproduzir os semitons, por isso se utiliza do Dó móvel nas atividades de solfejo, chamadas solfejo relativo, onde o dó pode ser colocado em qualquer lugar da escala musical, e dando início a uma escala de cinco tons ascendentes a partir daí.

 A pentatônico é a ideal para aprender nesse método, pois nele não há a presença de semitons. 

Depois de bem familiarizados com a escala pentatônica, os alunos terão maior facilidade em compreender a inclusão dos semitons e então reproduzi-los. 

Essas atividades de solfejo baseadas na tônica já introduzem, desde cedo, o conceito de função harmônica, que póderá ser sistematizado mais tarde.1

Solfejo mímico

O Solfejo mímico ou manosolfa2 é uma associação de gestos manuais com a altura das notas.

 É uma atividade que se utiliza do corpo das crianças para a vivência musical, assim como foi feito por Dalcrose em seu método. 

Cada uma das cinco alturas do solfejo relativo recebe um sinal gestual e um nome (que pode ser o nome da nota musical). 

Esse gesto irá ser executado no espaço diante do corpo da pessoa, em cinco alturas diferentes.

 Essa atividade permite que as crianças visualizem a altura musical observando como as notas "sobem" ou "descem" enquanto cantam e gesticulam melodias ascendentes e descendentes.1

Notação musical
Ao realizar o registro das melodias, não é usada a pauta musical e sim um registro onde é escrito o nome da nota e respeita-se o tempo de duração dela deixando um espaço maior ou menor no quadro que a representa. 

Assim o ritmo e seus valores de tempo são vistos pela criança de maneira concreta, e elas podem criar verdadeiros quebra-cabeças ao criarem melodias, depois exercitando o solfejo ao executá-las.1

Ver também 
Saiba mais. Clique em Mais informações, abaixo.



Zoltán Kodály
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Zolt%C3%A1n_Kod%C3%A1ly


Zoltán Kodály
Placa de homenagem a Kodály na Andrássy-Ut, em Budapeste (em húngaro o nome vem antes do apelido: Kodály Zoltán)
Nome completo Zoltán Kodály
Nascimento 16 de Dezembro de 1882
Kecskemét
Hungria
Morte 6 de março de 1967 (84 anos)
Budapeste, Hungria
Ocupação compositor, etnomusicólogo, educador, linguista, filósofo

Zoltán Kodály (em húngaro Kodály Zoltán, AFI: [ˈkodaːj ˈzoltaːn]; Kecskemét, 16 de Dezembro de 1882 - Budapeste, 6 de Março de 1967) foi um compositor, etnomusicólogo,educador, linguista e filósofo da Hungria.

Kodály foi um dos mais destacados músicos húngaros de todos os tempos. O seu estilo musical atravessou num estádio inicial uma fase pós-romântica vienense e evoluiu para um período de mistura de folclore e complexas harmonias, num estilo partilhado com Béla Bartók

Estudou em Galánta, cidade a que dedicou as suas conhecidas Danças, e emNagyszombat

Depois, em Budapeste, foi aluno na Academia de música Franz Liszt, onde estudou com Hans von Koessler
Em 1906, depois de terminado o curso de letras, fez uma viagem de estudo a Berlim

Começou nesse ano a investigar sobre o folclore húngaro, tarefa essa que contaria com o apoio posterior de Bartók.1
Biografia
Kodály compôs durante toda a sua vida. Chegou a recolher mais de 100.000 canções, peças, trechos e melodias populares húngaras, as quais aplicava nas suas composições com singular perfeição técnica. 

Em 1907 passa a leccionar na Academia Ferenc Liszt, onde dá aulas de composição. 

Dessa época são as suas produções de dois quartetos de cordas (op.2, 1909 e op.10, 1917 respectivamente), uma sonata para violoncelo e piano(op.4, 1910) uma sonata para violoncelo (op. 8, 1915), e um duo para violino e violoncelo(op.7, 1914).

 Todos estes trabalhos são de grande originalidade de forma e conteúdo, misturas de grande interesse da mestria ocidental da tradição da composição clássica, romântica, impressionista e modernista com o profundo conhecimento e respeito pelas tradições folclóricas húngaras, eslovacas, búlgaras, albanesas e de outros países do leste europeu.

Devido à Primeira Guerra Mundial e às consequentes mudanças geopolíticas na região, e também devido a uma certa timidez pessoal, só em 1923, com a obra Psalmus Hungaricus estreado no concerto de celebração do 50º aniversário da união de Buda e Pest, Kodály atinge uma consagração definitiva e fama mundial. 

Pouco antes (1919) tinha sido nomeado Subdirector da Academia Húngara de Música, ao que mais tarde juntou outros títulos e nomeações:
Membro da Academia Húngara de Ciências (1945)
Presidente da Comissão de Musicologia (1951)
Presidente do International Folk Music Council (1951)
Doutor Honoris Causa pela Universidade de Oxford (1960)
Doutor Honoris Causa pela Universidade de Berlim-Leste (1964)
Doutor Honoris Causa pela Universidade de Toronto (1966)
Membro Honorário da Academia das Artes e das Ciências dos E.U.A. (1963)
Presidente honorário da International Society for Music Education

Enquanto pedagogo, o seu nome é associado método Kodály, que revolucionou o sistema de aprendizagem musical até então em vigor, e que é na atualidade muito aplicado em escolas de música. 

No entanto, não foi o autor isolado dos princípios diretores do método: a sua filosofia da educação serviu de inspiração aos seus discípulos que coletivamente compilaram e desenvolveram o método ao longo dos anos2

Permaneceu em Budapeste durante a Segunda Guerra Mundial, algo que os húngaros sempre viram como sinal de amor patriótico.

 Faleceu como herói nacional, respeitado na Hungria e internacionalmente.

Referências

Kodaly (em português). Clássicos Eternos. Página visitada em 26 de setembro de 2009.
Eösze, László. Zoltán Kodály: His Life and Work. Trans. István Farkas e Gyula Gulyás. London: Collet’s, 1962.


Ligações externas

O Commons possui multimídias sobre Zoltán Kodály
Biografia e lista de obras (Universal Edition Composers)
Biografia, metodologia de Z. Kodály
Instituto Kodály, que usa o seu método de ensino
Referências

a b c d Dalcroze, Orff, Suzuki e Kodály: Semelhanças, diferenças, especificidades (em português). Página visitada em 26 de setembro de 2009.
Ensino da Música pelo "Método Analítico" de C. A. Gomes Cardim e J. Gomes JR. (em português). Página visitada em 26 de setembro de 2009.

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