23+1 cromossomos de Jesus

 23+1 Cromossomos de Jesus



O sangue de Jesus foi descoberto por um arqueólogo. Quando foi testado em um laboratório israelense, foi encontrado vivo.

Em 1981, Ron Wyatt localizou o que ele acreditava ser o local da crucificação de Jesus Cristo. Ele encontrou uma depressão quadrada no material da superfície, na qual uma cruz poderia ter sido colocada, juntamente com uma fenda adjacente.

Ao retornar ao laboratório para testes, descobriram que era sangue com 24 cromossomos e de alguma forma ainda estava vivo. Ao retornar ao local onde descobriu a arca, soube que ela estava enterrada logo abaixo do local onde Cristo foi crucificado. Dá evidências de que este poderia ser o sangue que escorreu durante a crucificação quando a terra se abriu.

João 11:25-26, que diz “Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá!"

Os 23+1 cromossomos de Jesus



Na obra "Operação Cavalo de Troia", do jornalista e escritor espanhol J.J. Benítez, o protagonista (o Major) realiza uma análise técnica e médica de Jesus através de tecnologias avançadas de um suposto projeto de viagem no tempo.

Segundo o relato do livro, a genética de Jesus não segue o padrão humano comum de 46 cromossomos (23 pares). Em vez disso, Benítez descreve uma configuração única de 24 + 1 cromossomos (totalizando 25).

Aqui está o detalhamento dessa estrutura conforme a narrativa da obra:


1. Os 24 Cromossomos Maternos

Na biologia humana normal, recebemos 23 cromossomos da mãe e 23 do pai. No livro, a análise revela que Jesus possuía 24 cromossomos de origem materna.

  • A Origem: Esses 24 cromossomos seriam provenientes de Maria.

  • O Mistério: A obra sugere que Maria possuía uma genética especial ou que houve uma intervenção direta para que ela fornecesse um conjunto completo e autossuficiente para a formação do corpo físico de Jesus.

2. O Cromossomo "+1" (O Cromossomo Divino)

Este é o ponto central da tese de Benítez no livro. Em vez de um conjunto de 23 cromossomos paternos para completar os 46, Jesus teria apenas um único cromossomo adicional.

  • Natureza Não-Humana: Este cromossomo extra é descrito como sendo de origem "não terrena" ou divina (frequentemente associada na obra a uma intervenção de seres de planos superiores ou "extraterrestres" no sentido literal de fora da Terra).

  • Função: Esse cromossomo único seria o responsável por definir o sexo masculino de Jesus e, ao mesmo tempo, conferir a ele sua natureza transcendente e suas capacidades extraordinárias (os milagres e a conexão direta com o "Pai").

3. A Diferença Biológica

Enquanto um ser humano comum é $2n = 46$ cromossomos, o Jesus de Benítez seria um ser de 25 cromossomos.

  • Estabilidade: Na medicina convencional, uma contagem de cromossomos tão diferente resultaria em inviabilidade de vida ou síndromes graves. No entanto, o livro propõe que essa configuração era uma perfeição genética, um "projeto" criado especificamente para que a divindade pudesse habitar um corpo físico sem estar presa às limitações da hereditariedade humana pecaminosa ou defeituosa.


O Significado na Obra

Para o "Major" (o narrador), essa descoberta foi a prova científica, dentro da ficção do livro, de dois dogmas cristãos:

  1. A Virgindade de Maria: Já que não houve a união de 23 cromossomos de um pai humano.

  2. A Dupla Natureza: 24 cromossomos o ligavam à humanidade (Maria) e o "+1" o ligava diretamente à divindade (O "Pai" ou as forças criadoras do Universo).

Nota: É importante lembrar que essa descrição pertence ao universo literário de J.J. Benítez, que mistura pesquisa histórica com elementos de ficção científica e esoterismo, não sendo reconhecida pela biologia oficial ou pela teologia tradicional da Igreja.



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